Morreu e esta em um lugar Melhor
Nenhum cristão pode evitar a teologia. Todo cristão é um teólogo. Ele pode não ser um teólogo no sentido técnico ou profissional, mas ainda é um teólogo. A questão não é ser ou não ser um teólogo, mas se somos bons ou maus teólogos.
Ser diferente em um mundo que copia tem um custo que não aparece na etiqueta, mas pesa na rotina. A sociedade opera em modo reprodução automática: tendências são replicadas, opiniões são recicladas, personalidades viram moldes prontos para consumo rápido. Quem rompe esse script deixa de ser confortável. E tudo que desafia o padrão primeiro é questionado, depois criticado, às vezes isolado. A diferença incomoda porque expõe a fragilidade da cópia; ela revela que é possível pensar sem manual e agir sem plateia.
O preço começa na solidão estratégica. Nem todo mundo acompanha quem decide sair do piloto automático. Há olhares atravessados, comentários disfarçados de conselho e tentativas sutis de enquadramento. Ser original exige sustentar a própria identidade quando o algoritmo social empurra para a homogeneidade. É mais fácil repetir do que criar; repetir gera aprovação instantânea, criar gera resistência inicial. E é justamente nesse intervalo entre a estranheza e o reconhecimento que muitos desistem.
Mas há um outro lado desse custo: autonomia. Quem aceita pagar o preço da diferença conquista algo que a cópia nunca entrega; Autenticidade. Não é sobre rebeldia vazia, é sobre coerência interna. É alinhar discurso e prática, mesmo que isso reduza aplausos. No fim, o mundo que copia pode até rir primeiro, mas inevitavelmente observa depois. Porque toda transformação começa com alguém que suportou ser estranho antes de ser referência.
As palavras carregam um poder imenso. Elas podem ser abrigo em dias difíceis, mas também podem se tornar lâminas invisíveis, capazes de ferir profundamente. Uma palavra dita com carinho tem força para acalmar um coração cansado, devolver esperança e lembrar alguém de que ainda vale a pena continuar. Já uma palavra cruel, lançada no impulso ou na indiferença, pode abrir cicatrizes silenciosas que permanecem por muito tempo.
No cotidiano, muitas vezes não percebemos o peso daquilo que dizemos. Um elogio sincero pode mudar o dia de uma pessoa. Um julgamento duro pode alimentar inseguranças que ela já carrega em silêncio. Por isso, falar exige responsabilidade, sensibilidade e empatia.
As palavras não são apenas sons; elas são sementes. Quando bem colocadas, florescem em afeto, confiança e cura. Quando mal usadas, espalham dor, medo e distância. Ser humano também é aprender a usar a própria voz para acolher, e não para destruir. Porque, no fim, o que dizemos sempre deixa alguma marca.
O tempo é um tecido que se desfaz nas mãos da rotina: fios compridos de ontem se soltam em fiapos que caem no chão do quarto. Às vezes, tentamos costurar as bordas rasgadas com promessas — pontos rápidos, gesto apressado —, mas a agulha escorrega porque a memória tem vida própria. Há bolsos escondidos nesse pano onde guardamos cheiros e conversas; aberto, o bolso revela bilhetes amarelados, recibos de encontros que não se repetirão. Quando chove, as cores do tecido sangram, e aquilo que jurávamos ser permanente vira aquarela. Ainda assim, entre os rasgos, nas pontas soltas, encontram-se nós que salvam: abraços que prendem retalhos, risadas que emendam dois instantes. À noite, alguém passa a mão sobre a superfície e sente calor — uma prova de que, apesar do desgaste, o tecido ainda guarda corpo. Não é zelo que evita o desgaste, é atenção: escolher com que cuidado dobramos as horas, com que delicadeza tratamos as sobras. O resto, inevitável, se desfaz; e, no espaço que surge, podemos aprender a costurar novas formas de presença.
“Amor por Dois”
Se um só coração pode amar apenas um destino,
então talvez eu esteja traindo.
Porque amo você...
e amo a mim,
por ainda ser capaz
de sentir um amor tão profundo.
É difícil amar por dois.
Que coração suporta
o peso de duas almas
sem se romper pelo caminho?
Talvez seja por isso
que o meu vive em pedaços.
Eu perdoei.
Não porque a dor foi embora,
mas porque o amor
se recusou a morrer.
Só pedi que me reconquistasse.
Nunca coloquei um prazo.
Acreditei que quem ama
entende que a confiança
não renasce de um pedido de desculpas,
mas de atitudes.
O tempo passou.
E, aos poucos,
o seu sorriso foi ficando distante,
o carinho virou silêncio,
as palavras se tornaram espinhos,
e eu passei a me sentir sozinho,
mesmo segurando sua mão.
Enquanto isso,
minha mente me atormenta.
Ela me faz reviver
o dia em que tudo mudou.
Ela me faz acreditar
que ainda existem verdades escondidas,
porque quem já quebrou minha confiança
transformou qualquer silêncio
em motivo para eu temer.
Não dói amar.
Dói amar alguém
e não saber
se ainda existe um lugar
para esse amor.
Dói olhar para você
e me perguntar
se algum dia fui amado
com a mesma intensidade
que sempre te amei.
Se isso é o amor incondicional,
como eu poderia simplesmente ir embora?
Como abandonar alguém
que ainda mora no meu coração,
quando o meu próprio coração
se recusa a desistir?
Talvez eu ame mais do que deveria.
Talvez eu espere
que um dia você escolha
me reconquistar
com a mesma força
com que eu escolhi ficar.
Porque existem amores
que sobrevivem à traição,
mas morrem, aos poucos,
quando apenas um coração
continua lutando por dois.
Amar demais é um ato desesperado de quem já perdeu o respeito e o amor por si mesma. Quer uma dica? Faça o retorno e reinicie o trajeto.
Bom diaaaa! Mesmo que a esperança pareça não esperar mais nada, um novo dia é sempre uma nova chance de fazer tudo diferente. Ter um novo recomeço. Não tem quer ser agora. Só tem que se permitir recomeçar. Shalom!
Emília Bôto
Se um homem não pode corresponder aos sonhos e anseios de uma mulher deixe-a livre. Porque em algum lugar do tempo ou da vida ela encontrará aquele que pode e quer assumir todos os riscos.
A liberdade não se perde de uma vez, mas em fatias, como se corta um salame.
Nota: A citação costuma ser atribuída ao economista Friedrich Hayek, mas não há indícios que confirmem essa autoria. Acredita-se que o pensamento seja a adaptação de uma frase de David Hume.
...MaisNunca estive tão ruim em minha vida. Um dia o suicídio passou pela minha cabeça. Rapidamente. Queria tomar alguma coisa para desmaiar. Não sentia prazer em estar vivo. Nunca entendi o suicida. Achava uma covardia. Aí eu entendi.
enquanto insisto,
desejo pensar que,
nada mais é que um desejo.
Insisto, persisto !
. . então percebo que meu sentimento,
é a saudade de um instante
que nada mais é, que a vontade inexplicável de estar.
Não diria, é verdade !
nem mesmo assim sei que sou seu destino em um instante de felicidade.
mas sei que esse instante me completa
nem sei porque !
mas sei que . . .
amo esse alguém que me faz sentir saudade.
verdade . . .
poderia ser você . . .
poderia ser alguém . . .
poderia ser até mesmo a saudade .
Sinto a falta de um amor de verdade.
A potência intelectual de um homem se mede pela dose de humor que ele é capaz de usar.
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
- Frases de saudades de quem morreu para manter viva a sua memória
- Frases de perda de um ente querido para encontrar conforto em palavras
