Morreu e esta em um lugar Melhor

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Doçura,é tudo que nasce e cresce...
de um coração feliz!

Inserida por RitaSimoes

Quero comigo
um coração bonito,
para abrigar o meu!

Inserida por RitaSimoes

Coisa linda...
se plantarmos um jardim na alma
sonhamos é com flores!

Inserida por RitaSimoes

É simples
meu desejo pra você
e uma chuvarada de felicidades
e um bocado de ternuras infinitas...

Inserida por RitaSimoes

Um brinde!..
para essa coisa mágica
chamada a-mi-za-de.

Inserida por RitaSimoes

E para hoje...
um doce sorriso.
E a alma florida.

Inserida por RitaSimoes

Tem um encanto que fascina
a sensibilidade do carinho.
e a beleza do amor.
Essa é a menina, que mora
em mim!

Inserida por RitaSimoes

É por isso que prefiro as flores.
tem um perfume que suaviza a alma.
uma beleza que encanta
Pétalas cheias de ternura
com a essência do amor.

Inserida por RitaSimoes

Minha alma flor, chorou!
Por um pingo do seu amor!

Inserida por RitaSimoes

⁠O Banquete do Rei Sem Paladar

Existia um rei que, desde o nascimento, carregava uma maldição: a incapacidade de sentir o sabor de qualquer alimento. Frutas maduras, carnes suculentas e vinhos caros eram, para ele, como mastigar o vazio. Enquanto outros se deleitavam com os banquetes no palácio, o rei sem paladar apenas os observava, incapaz de compreender o brilho nos olhos daqueles que mastigavam como se tocassem o céu.

Por anos, o rei buscou sacerdotes, médicos e curandeiras, desesperado para sentir o prazer que o mundo dos sabores prometia. Mas ninguém conseguia curá-lo. Em sua frustração, ele se voltou ao oculto. Numa noite sem lua, com tochas ardendo nas profundezas de seu castelo, o rei invocou um demônio. A criatura surgiu em meio às chamas, de olhos alaranjados como brasas, dentes serrilhados como os de peixes predadores, garras afiadas no lugar de dedos e um vasto buraco onde deveria estar o estômago.

– O que deseja, ó rei insaciável? – sussurrou a criatura, sua voz ecoando como um vento no vazio.

– Quero o sabor. Quero experimentar o que todos sentem.

O demônio abriu um sorriso pérfido. Do buraco em seu estômago emergiu uma esfera brilhante, que flutuava como uma joia viva. Ele a entregou ao rei.

– Mastigue isto, e conhecerá o sabor. Mas cuidado: o sabor traz fome, e a fome nunca será saciada.

O rei, tomado pela ganância, ignorou o aviso. Ele mastigou a esfera e, no mesmo instante, sentiu o êxtase. Pegou um pedaço de pão da mesa ao lado e chorou.

– Isto... é como mastigar o próprio céu! Nenhuma conquista do meu reinado jamais trouxe tamanha felicidade!

Ordenou que os cozinheiros do castelo preparassem todos os pratos possíveis, e passou dias comendo sem parar. No entanto, os sabores começaram a parecer iguais. Insatisfeito, mandou seus generais buscarem os melhores chefes do mundo, mas mesmo as culinárias mais diversificadas se tornaram banais para seu paladar.

Uma noite, enquanto vagava pelo castelo, sentiu um aroma novo e irresistível.

– Que cheiro é esse? – perguntou com os olhos arregalados.

– Um dos cozinheiros sofreu um acidente, meu senhor. Ele se queimou enquanto cozinhava – respondeu um guarda.

– Queimado? É esse o cheiro? Tragam-no até mim! – ordenou o rei, salivando enquanto lambia os próprios lábios.

O cozinheiro foi levado até ele, ainda ferido. Sem hesitar, o rei mordeu o braço do homem, saboreando enlouquecidamente. A cada mordida, seus dentes cresciam, suas garras se afiavam e sua força aumentava.

– Mais! Quero mais! – rugiu o rei.

Os guardas, apavorados, trouxeram outros servos. O rei devorou todos, um por um, até que não restasse ninguém no castelo além de sua esposa e filha.

De seu quarto, a rainha percebeu os passos pesados e os gritos do monstro que seu marido havia se tornado. Ele arrombou a porta, os olhos brilhando como um demônio faminto.

– Que cheiro é esse? É tão doce... tão puro...

– Não! Pare! – gritou a rainha, segurando sua filha atrás de si.

Em um ato desesperado, ela atirou uma lamparina acesa contra o rei. O óleo escorreu por sua pele, e as chamas começaram a devorá-lo. Mas, para sua desgraça, o rei sentiu o aroma de sua própria carne queimando.

– É o cheiro mais divino que já senti...

E, movido pela fome insaciável, o rei passou a se devorar, mesmo enquanto gritava de dor a cada mordida, ele era incapaz de cessar.

-Pare! Não faça isso com você! - Gritou a rainha enquanto chorava.

O rei se devorou até que não restasse um único pedaço de quer, deixando sua rainha e filha traumatizadas no imenso e vazio castelo.

Inserida por OgaihtSuil

"Sonhar é de graça,
por isso sou um sonhador."

Inserida por Danielbiologo

"Demos tantas voltas, seguimos caminhos distintos, pegamos em algumas vezes um atalho, curvas sinuosas, retas sem saída e de repente... Entramos um na estrada do outro. Sim! Olha que coisa! Deixamos uma marca de pneu, uma molinha no asfalto para contar outra história."

Inserida por Danielbiologo

"A molinha pulou feliz.
A molinha amou o bis.
A molinha gosta de um par,
A molinha sozinha,
Não quer ficar.
A molinha pula, pulou,
A molinha só quer amar."

Inserida por Danielbiologo

Metáfora:

"O homem se afastou da Natureza, quando vestiu um calçado.
Uma borracha que o isolou da Mãe terra?"

Inserida por Danielbiologo

“Indo ao trabalho. Indo ao lazer. De bicicleta você transforma, teu deslocamento em um ato de prazer.”

Inserida por Danielbiologo

"Não te prometo uma volta ao mundo.
Mas com certeza te darei um mundo em cada volta."

Inserida por Danielbiologo

“Indo de Bicicleta, transformas teu deslocamento para o trabalho em um ato de prazer.”

Inserida por Danielbiologo

Não viver o presente,
Por causa de um fato ruim do passado,
É perder o futuro...

Inserida por Danielbiologo

⁠“Se há um termomêtro para medir o grau de cidadania de um povo, o trânsito certamente encabeça a lista de itens culturais que fazem isso com precisão: constitui-se dentro do espaço público, lugar de encontro entre classes sociais distintas, e requer um convívio igualitário, com Leis que valham para todos e que sejam respeitadas”.

Inserida por Danielbiologo

⁠Como um Poema ao luar,
Eu vi o Morro do Lampião,
Onde a superlua vaidosa, sestrosa, dengosa,
Foi se ocultar....

Inserida por Danielbiologo