Morreu e esta em um lugar Melhor

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Independente de muito ou pouco, sempre haverá um invejoso!

“Independência ou morte: preservar a própria essência também é um ato de liberdade.” - Leonardo Azevedo.

ESTRUTURA DE LIVRO



Eu não sigo estrutura

Eu sigo o coração

Você prefere um sumário

Ou amor na conclusão

ESTILO



Cada um tem o seu estilo

Cada um tem a sua missão

Mas o importante é ser verdadeiro

E ter amor no coração

Eu sou um poeta
Eu sou um escritor
Eu sou o amor
Graças ao meu Senhor

Um dia vou morrer
Mas meu amor sempre vai viver

Atrás de um simples olhar
Existe um grande coração
Torcedor do Corinthians
Com amor e paixão

Poemas curtos
É a minha especialidade
Eu não troco um amor
Por milhões de maldades

O Banco me enviou um cartão
Liberado para o amor e a paixão
E bloqueado para a dor e a solidão

Trocam o amor de quem cuida pela migalha de atenção de um famoso que só sabe humilhar e cuspir na cara de quem apoia.

442🙏❤️ Temos um aprendizado muito grande pela frente, Jesus a dois mil anos vem nos ensinando a ser melhor, e nos ensinou o puro sentimento do amor, a prática da caridade e a doação do perdão incondicional, isso foi e é o teor, o fundamento de todas às mensagens de Jesus, a essência do seu legado, o início de um aprendizado bem maior e para complementar a riqueza das mensagens do Cristo, busquemos, independente do seguimento religioso de cada ser, as obras de Kardec, o codificador da doutrina dos espíritos, com 7 obras básicas, nos proporciona, um grande conhecimento doutrinário, todos baseados nos textos bíblicos, assim alcançarmos a perfeição... Aprendemos com Jesus o básico que é a prática do bem, preceitos baseados no evangelho de Paulo " Amor, Caridade e o perdão" e com um conhecimento mais profundo Temos o despertar da consciência expandindo nosso conhecimento dentro daquilo que Jesus nos deixou...
Disse Jesus: "na casa de meu pai há várias moradas" portanto somos um povo universal, nesse grande universo existem outros povos, e às moradas são todas de aprendizados, cada qual de acordo com a sua evolução espiritual, mundos inferiores e mundos superiores, dentro da faixa vibracional, mundos afins...
Busquemos a luz divina através de boas obras, boas ações e preceitos cristã, é essa a sintonia da luz, o reino de Deus está na nossa consciência, na alma e no coração portanto não é nas religiões, nem nos homens, somos falhos, ainda no princípio dos ensinamentos cristã, "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará"
São palavras do mestre Jesus...❤️🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.

⁠O mundo inteiro é um teatro, quem adquire o conhecimento e permanece preso em uma gaiola é um louco sonhador.

Para iniciar um novo caminho, é preciso desprender os olhos da realidade que nos aprisiona e enxergar além das fronteiras do que conhecemos. A vida não concede novos horizontes àqueles que permanecem imóveis nas trincheiras do medo; é preciso abandonar o lugar onde fomos feridos para descobrir aquilo que ainda podemos ser.


Josiel V. Henrique

Diante do abismo, a verdade torna-se apenas um sussurro para aquele que escolheu a cegueira; pois nenhuma luz pode conduzir quem fez da própria escuridão uma escolha, e nenhum conhecimento desperta aquele que voluntariamente renunciou à consciência.

Quando alguém disser “obrigado”, responda: “Foi um prazer!”

“Mesmo quando não podemos aliviar diretamente o sofrimento de alguém, podemos cultivar um coração sensível, capaz de perceber, compreender e se importar verdadeiramente com as dificuldades do próximo."

Quando o Ser se Torna Silêncio


Chega um ponto em que o barulho do mundo já não faz sentido.

Tudo começa a soar igual, pesado, distante.

Então vem o cansaço, e junto dele a vontade de parar, respirar e simplesmente existir por um instante sem ter que provar nada.

É nessa pausa que algo em nós desperta.

Não é um pensamento novo, é uma lembrança antiga — a de que estar vivo é, antes de tudo, sentir.



Quando o som lá fora se apaga, a gente começa a ouvir o que sempre esteve dentro.

Sem pressa, sem pressão, as coisas se ajeitam.

A vida mostra que o que realmente importa nunca esteve perdido, só coberto pelo ruído das urgências que criamos.



O poder que ignora limites termina por destruir quem o usa.

O saber que se recusa a duvidar acaba se fechando em si mesmo.

E o amor que quer prender o outro se transforma em controle.

Nada que nasce do medo dura.

O que é leve atravessa o tempo, o que é sincero permanece.



A sabedoria não chega por esforço, ela aparece quando paramos de lutar contra a vida.

Ela vem no silêncio, quando o coração entende o que a razão não alcança.

Não é algo que se aprende, é algo que se reconhece — um saber que já estava ali, esperando calma para se revelar.



Às vezes, tudo desaba.

E a gente acha que acabou.

Mas não acabou.

Foi só o jeito da vida mostrar que há outro caminho.

O caos não vem punir, vem mudar o rumo.

A queda não é derrota, é movimento.



A gente vive entre o sentir e o compreender.

Entre o que o mundo mostra e o que o coração traduz.

Quando o olhar se acalma, o mundo muda de cor.

Quando o gesto é honesto, o tempo parece mais gentil.

Ser forte não é resistir a tudo, é saber entender quando é hora de soltar.

E quem continua bom mesmo depois de se ferir já entendeu o que é amar de verdade.



Não é preciso prometer nada nem planejar demais.

O agora basta.

Quem está inteiro no presente não teme o que vem.

Porque tudo o que muda, muda para ensinar.

O futuro não depende de crença, depende de consciência.

De gente que saiba ouvir antes de reagir, sentir antes de julgar, viver antes de explicar.



Quando o ser se torna simples, o mundo fica mais claro.

Nada precisa ser vencido quando é compreendido.

Tudo o que buscavas sempre esteve aí,

esperando o momento em que parasses de correr.

A sabedoria não é conquista, é retorno.

E o silêncio — esse mesmo que agora te abraça —

é o lugar de onde nunca saíste.

🌅 O Passado é Só uma Referência

O passado é apenas uma referência, nunca um destino.

Olhe para fora por um instante, como eu faço quando a cabeça pesa muito. Não para fugir de si, mas para lembrar que a vida continua existindo mesmo quando tudo dentro de você parece paralisado.
O vento não pergunta quem sofreu mais.
O amanhecer não escolhe sobre qual janela nascer.
A chuva não faz distinção entre quem venceu e quem perdeu.

O mundo segue.
Sempre seguiu.
E continuará seguindo.

À primeira vista, isso pode parecer cruel. Confesso que já achei isso muito frio, mas depois de algum tempo, você percebe que é justamente essa indiferença que torna a liberdade possível.
A vida não exige que você permaneça onde caiu.
Também não promete levantá-lo.
Ela apenas continua, oferecendo, a cada manhã, a mesma pergunta silenciosa: e agora?

Você pode passar anos respondendo com desculpas.
Ou pode começar a responder com passos.

Há dores que ninguém escolhe. Há perdas que deixam marcas tão profundas que jamais desaparecem completamente — eu sei bem como é isso. Negar isso seria desrespeitar a própria condição humana.
Mas existe um momento em que a dor deixa de ser uma ferida e passa a ser um endereço, quando paramos de carregar o sofrimento e começamos a morar dentro dele.

O sofrimento tem valor.
Mais do que imaginamos.

Ele quebra ilusões, desfaz arrogâncias, ensina limites e, muitas vezes, revela forças que jamais descobriríamos vivendo apenas dias tranquilos.
O sofrimento pode ser um mestre extraordinário, mas é um péssimo lugar para construir uma casa.

Porque todo mestre veio para ser superado.
Nunca idolatrado.

Há um perigo silencioso que quase ninguém percebe: depois de muito tempo sofrendo, a dor começa a oferecer pequenas recompensas.
Ela atrai compaixão.
Justifica adiamentos.
Explica fracassos.
Diminui expectativas.
E, pouco a pouco, sem perceber, deixamos de buscar liberdade e passamos a aceitar a esmola da autopiedade.

E toda esmola cobra um preço.
Ela alimenta por alguns instantes, mas enfraquece quem vive dela.

A autopiedade faz exatamente isso, oferece conforto imediato, enquanto rouba, lentamente, a coragem de transformar a própria história.
É um alimento que nunca fortalece; apenas prolonga a fome.

Olhe novamente para dentro de si.
Quantas vezes você voltou ao passado procurando respostas que ele já não podia oferecer?
Quantas noites conversou com fantasmas esperando ouvir deles alguma palavra diferente?
Memórias podem ensinar, mas nunca poderão viver por você.
O ontem não possui braços para construir o amanhã.

O passado é um arquivo, não uma residência.
É uma biblioteca onde se consulta a experiência, não um quarto onde se passa o resto da vida.

Talvez você tenha sido ferido por pessoas que nunca pediram perdão.
Talvez tenha perdido oportunidades que jamais voltarão.
Talvez carregue cicatrizes que ninguém consegue enxergar.
Tudo isso pode ser verdadeiro.

Mas há uma pergunta que continua esperando resposta:
o que você fará com tudo isso?

Essa é a única pergunta que realmente importa.
Não porque apague o que aconteceu, mas porque devolve a você aquilo que nenhuma tragédia consegue tirar definitivamente: a capacidade de escolher o próximo passo.

Há uma diferença imensa entre honrar uma cicatriz e viver ajoelhado diante dela.
A cicatriz é memória da cura.
A ferida aberta é apenas um pedido para que algo ainda seja cuidado.
Confundir uma com a outra é transformar a própria história em prisão.

Por isso, silencie o fantasma que insiste em dizer que nada mudará.
Ele conhece apenas o que já aconteceu.
Não sabe quem você ainda pode se tornar.
Memórias não fazem profecias, apenas repetem lembranças.

Respire fundo, como se estivesse soltando um ar que segurava há muito tempo.
Demore um pouco nesse silêncio.
Perceba que, apesar de tudo, seu coração continua batendo.
Existe vida onde você imaginava haver apenas ruínas.
Existe futuro escondido exatamente atrás da porta que o medo insiste em manter fechada.

Levantar-se não significa esquecer.
Significa seguir.
Perdoar não significa aprovar.
Significa parar de carregar um peso que já não muda o passado.
Recomeçar não significa negar a dor.
Significa reconhecer que ela cumpriu o que tinha para ensinar.

Quando a poeira finalmente baixa, você descobre algo curioso: o vazio que tanto temia nunca foi ausência, era espaço.
Espaço para reconstruir valores, relações, sonhos e a própria identidade sem as correntes do ontem.

A vida não lhe deve respostas.
Também não lhe deve compensações.
Mas continua oferecendo, todos os dias, uma possibilidade que vale mais do que qualquer explicação: um novo começo.

A história ainda não terminou.
O passado escreveu capítulos importantes, alguns belos, outros dolorosos.
Mas ele nunca recebeu o direito de escrever o final.

Esse privilégio permanece, desde o primeiro dia, nas suas mãos.

Saudade: a sincronia entre quem fomos e quem somos.


A saudade não é um ponto no mapa, é uma órbita. A gente tenta separar o que sente, a falta do lugar, do tempo, da pessoa, como se fossem gavetas fechadas na alma. Mas isso é só uma ilusão, um jeito de tentar controlar a imensidão do que nos habita. A verdade é que tudo está ligado.


O lugar é o corpo da memória e o tempo é o seu sangue. Não dá para puxar um desses fios sem que a cena inteira se mova.


O espaço é apenas o palco onde a nossa essência aprendeu a respirar.


Quando voltamos a um lugar que nos marcou, o choque não vem das paredes, mas da nossa própria memória tentando reconstruir quem fomos ali. A gente não sente só a falta de quem esteve lá; a gente sente falta da frequência daquela luz, daquele instante, da pessoa que a gente era antes do mundo nos mudar. A memória não é uma estante de livros parados, é uma força viva que, toda vez que olhamos para trás, reescreve quem somos agora.


A nossa identidade é o mosaico dos rastros que deixamos.


Somos a soma de todos os lugares onde um dia nos sentimos inteiros.
Essa conexão é o que sustenta a vida. Cada pessoa que nos tocou, cada cenário que habitamos, mudou o nosso desenho interno de forma irreversível. A saudade, então, deixa de ser lamento pelo que passou e vira um exercício de alinhamento. É a nossa tentativa de encaixar no presente os pedaços de um sistema que, embora espalhado pelo tempo, ainda nos define.


A dor que a gente sente é apenas o preço da nossa própria evolução. Quem não sente falta, provavelmente nunca esteve realmente presente.


Precisamos ter sido todos aqueles outros para ser quem somos hoje. A saudade é a prova viva de que o passado não morreu, ele é o combustível que nos ancora no agora. É aceitar, com um pouco de melancolia, que somos um sistema imenso, mas que a vida nos impõe a solidão de não conseguir habitar todos os nossos eus de uma só vez.


Nesse ponto, a saudade ganha um novo significado. Se a vida é essa colcha de retalhos, a gente não deve tentar apagar o que já foi, mas aprender a sincronizar tudo.


Evoluir não é descartar o antigo, é alinhar essas frequências para que a gente possa caminhar como uma unidade, consciente e inteira.


A saudade não é um fim; é o sistema, enfim, se reencontrando.


@marco.arawak

Toda grande obra foi, um dia, considerada impossível. Antes do reconhecimento, vieram as recusas. Antes dos aplausos, o silêncio. Antes da vitória, as quedas. Não permita que um "não" defina o seu destino. Cada porta fechada fortalece o caráter, amplia a visão e prepara você para oportunidades maiores. A história não é escrita por quem nunca falhou, mas por quem jamais desistiu. Persevere com fé, caminhe com coragem e continue construindo. O mundo sempre acaba reconhecendo aqueles que tiveram a ousadia de acreditar quando ninguém mais acreditava.