Morreu e esta em um lugar Melhor

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Um dia seremos um para o outro, nada além de saudade!

A luta é árdua, mas um bom guerreiro sabe que os sacrifícios honram a vitória.

Entre o final da noite e o início do dia, existe
um universo paralelo.

Ter que aguentar tudo às vezes é um DOM, ou só não tem outra opção mesmo.

Eu não quero ser a rainha! Eu quero… Não sei. Se um dia eu me casar, eu quero que haja romance e paixão. Quero me apaixonar.

Estudar até o último dia da minha vida, só pra eu não dizer que "um prefeito ou político tem que roubar e não fazer nada, porque outros não fizeram e roubaram também".
O ápice da loucura, uma ignorância brutal, falta de conhecimento ZERO.

Carrego comigo um buquê de saudades,que guardo no meu coração,lembro de cada rosto,sorrisos,falas e gostos...de cada flor querida do jardim da minha vida que se foi deixando saudade.

Ivânia D.Farias

Preciso de um tempo. Da vida, dos temporais, de mim.

Um dia alguém se lembrará de que tive sonhos, emoções e um coração enquanto me perdia em noites infinitas de insônia, tristeza e solidão.

Ninguém, eu sei!

Prefiro imaginar um amor que goste de receber poesias e flores.

É apenas mais um dia sem proposito sem sorrisos e com lagrimas que inundam sua alma porque não conseguia chorar, mais um dia mórbido em uma coleção de fracassos e memorias traumatizantes. Ainda assim sorri quando necessário, ainda assim sai quando é chamado, mais bebe na tentativa de matar o demônio que habita em sua mente.

um pé no degrau
um passo na escada
bate coração

Um dia, volveremos ao infinito.
Onde estaremos? E o que seremos?
O nada do infinito não responde,
pois não há ninguém para escutar.

Se aspiramos a paz só temos um caminho a procurar:a ordem

Um dia, morreremos
(ou acordaremos?).
E, se acordarmos,
o que seremos?

O acaso é um deus imprevisível.

Mas Deus é previsível?

O espírito é um sonho
que, um dia, se fez carne
e pensou que era carne,
até voltar a ser sonho.

O tempo vazio.
O espaço vazio.
O coração vazio.

Um oco que não tem fim.

A solidão sem fronteiras.

Um silêncio surdo-mudo
é testemunha do nada.

O real nos parece um fluxo e no fluxo não há modelos. Daí, a eterna controvérsia dos que admitem, como Heráclito, que o fluxo ou devir é a realidade e dos que entendem, como Parmênides, que o real é imutável e o devir é aparência. Os modelos, portanto, são nossas formas perceptuais e transitórias de apreender, a cada momento, o fluxo. Assim, cada forma perceptual do fluxo só é real em relação ao percebedor no momento da percepção e só se torna aparência ou Maya se prossegue além da percepção.
O real é o agora. O agora é sempre inédito. Quem vê, não precisa de palavras, pois só se fala para aqueles que não viram. E o que se diz, já não é: o presente é mais rápido que o laço da palavra. Por isso, quem fala, não vê, porque, se fala, fala do que já não vê. O eu não existe no presente: surge, quando a experiência já terminou. O eu é o passado.
Cada percepção do real é única e irrepetível. Jamais saberemos o que perdemos, ja-
mais repetiremos o que experimentamos. A riqueza do viver não consiste na acumulação do vivido, mas na capacidade de viver plenamente o momento que passa. Nenhuma experiência deve deixar restos ou saldos, pois eles deformam as novas percepções da realidade.

Cada vez mais se constata que a atividade psíquica não é um produto exclusivamente fisiológico. Sabe-se, experimentalmente, que a ausência da atividade onírica provoca estados psicóticos, os quais, inclusive, podem levar é morte, caso persistam por muito tempo. A importância da vida mental para o organismo ficou comprovada nesses experimentos.
O homem, quando dorme, apenas muda o nível de sua atividade psíquica. Se o que ele percebe, em estado de vigília, é real, por que real seria o que ele percebe oniricamente?
Qual, na verdade, a diferença entre o que passou e o sonho? A memória não prova o que aconteceu, pois o presente, agindo sobre o passado, o modifica. Só o presente, então, parece real. Mas, o presente é instantâneo e está influenciado pela memória e pelas expectativas do futuro.
O sonho é o que não se tornou fato e o passado é o fato que se tornou sonho, pois a memória tem a mesma estrutura do sonho.