Morango Doce

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Se ler livros suficientes, talvez, se tiver sorte, pode se tornar um escritor.

Inserida por pensador

Não diga a ninguém que sou um bom avô, ou todo mundo vai querer um.

Inserida por pensador

A moral é, se for bem na escola, poderá conhecer a Itália.

Inserida por pensador

Havia algo diferente nela. Algo que me dava esperança.

Inserida por pensador

Viramos escritores assim que dizemos que somos. Ninguém nos dá um diploma. Temos que provar, ao menos para nós mesmos.

Inserida por pensador

A Felicidade mantêm você doce;
Dores mantêm você humano;
Quedas te mantêm humilde;
Provações te mantêm forte;
Mas, somente Deus te mantêm prosseguindo!

Mais um dia amanheceu!
Que venha leve! Que chegue doce!
Que traga boas vibrações e energia positiva!

Canção

Se este meu pensamento,
como é doce e suave,
de alma pudesse vir gritando fora,
mostrando seu tormento
cruel, áspero e grave,
diante de vós só, minha Senhora:
pudera ser que agora
o vosso peito duro
tornara manso e brando.
E eu que sempre ando
pássaro solitário, humilde, escuro,
tornado um cisne puro,
brando e sonoro pelo ar voando,
com canto manifesto
pintara meu tormento e vosso gesto.

Pintara os olhos belos
que trazem nas mininas
o Minino que os seus neles cegou;
e os dourados cabelos
em tranças d'ouro finas
a quem o Sol seus raios abaixou;
a testa que ordenou
Natura tão formosa;
o bem proporcionado
nariz, lindo, afilado,
que a cada parte tem a fresca rosa;
a boca graciosa,
que querê-la louvar é escusado;
enfim, é um tesouro:
os dentes, perlas; as palavras, ouro.

Vira-se claramente,
ó Dama delicada,
que em vós se esmerou mais a Natureza;
e eu, de gente em gente,
trouxera trasladada
em meu tormento vossa gentileza.
Somente a aspereza
de vossa condição,
Senhora, não dissera,
porque se não soubera
que em vós podia haver algum senão.
E se alguém, com razão,
— Porque morres? dissera, respondera:
— Mouro porque é tão bela
que inda não sou para morrer por ela.

E se pola ventura,
Dama, vos ofendesse,
escrevendo de vós o que não sento,
e vossa fermosura
tão baixo não descesse
que a alcançasse um baixo entendimento,
seria o fundamento
daquilo que cantasse todo de puro amor,
porque vosso louvor
em figura de mágoas se mostrasse.
E onde se
julgasse a causa pelo efeito, minha dor
diria ali sem medo:
quem me sentir, verá de quem procedo.

Então amostraria
os olhos saudosos,
o suspirar que a alma traz consigo;
a fingida alegria,
os passos vagarosos,
o falar, o esquecer-me do que digo;
um pelejar comigo,
e logo desculpar-me;
um recear, ousando;
andar meu bem buscando,
e de poder achá-lo acovardar-me;
enfim, averiguar-me
que o fim de tudo quanto estou falando
são lágrimas e amores;
são vossas isenções e minhas dores.

Mas quem terá, Senhora,
palavras com que iguale
com vossa fermosura minha pena;
que, em doce voz, de fora
aquela glória fale
que dentro na minh'alma Amor ordena?
Não pode tão pequena
força de engenho humano
com carga tão pesada,
se não for ajudada
dum piedoso olhar, dum doce engano;
que, fazendo-me o dano
tão deleitoso, e a dor tão moderada,
que, enfim, se convertesse
nos gostos dos louvores que escrevesse.

Canção, não digas mais; e se teus versos
à pena vêm pequenos,
não queiram de ti mais, que dirás menos.

Luís de Camões
Parnaso de Luís de Camões

...o sabor das coisas recuperadas é o mel mais doce que podemos experimentar.
(O Zahir)

A Morte

Oh! que doce tristeza e que ternura
No olhar ansioso, aflito dos que morrem…
De que âncoras profundas se socorrem
Os que penetram nessa noite escura!
Da vida aos frios véus da sepultura
Vagos momentos trêmulos decorrem…
E dos olhos as lágrimas escorrem
Como faróis da humana Desventura.

Descem então aos golfos congelados
Os que na terra vagam suspirando,
Com os velhos corações tantalizados.

Tudo negro e sinistro vai rolando
Báratro abaixo, aos ecos soluçados
Do vendaval da Morte ondeando, uivando…

Morena, toma esse poema...
Meu canto de seriema, meu doce de buriti...
Morena, minha vida é tua...
Prometo te dar a lua, se a lua tu me pedir...

Nascemos para amar; a Humanidade
Vai, tarde ou cedo, aos laços da ternura.
Tu és doce atractivo, ó Formosura,
Que encanta, que seduz, que persuade.

Enleia-se por gosto a liberdade;
E depois que a paixão na alma se apura,
Alguns então lhe chamam desventura,
Chamam-lhe alguns então felicidade.

Qual se abisma nas lôbregas tristezas,
Qual em suaves júbilos discorre,
Com esperanças mil na ideia acesas.

Amor ou desfalece, ou pára, ou corre:
E, segundo as diversas naturezas,
Um porfia, este esquece, aquele morre.

Tem dia que a safadeza me domina, mas tem dia que só um bolo de chocolate com cobertura de morango basta.

Fujo de gente vazia e adoro abacate, morango, amora, fruta-pinha e feijão.

O ser humano reclama da ausência no morango e do exagero na melancia.

Sussurra baixinho me perco
Me embolo me agito me fala baixinho
Meu beijo lambido morango nervoso
Do começo do dia

Ingredientes:

01 coco ralado;
01 prato (fundo) de açúcar;
01 pacote de gelatina sabor morango;
05 ovos;
açúcar cristalizado para confeitar.

Preparo:

Dissolva a gelatina, seguindo as instruções da embalagem.
Junte os outros ingredientes e leve ao fogo brando, numa panela grossa, mexendo sempre até a massa se soltar da panela.
Coloque num prato untado, deixe esfriar bem.
De preferência, no dia seguinte, enrole os doces na forma de moranguinho.
Passe pelo açúcar cristalizado e coloque em forminhas prateadas

O gosto do teu veneno,ainda não consegui prover.
Não sei se tens sabor de morango,porque ainda não pude te amar.
Dou minha vida por te não irei me entregar.
Mas cedo ou mais tarde,um dia eu vou te amar...

Huumm...

Morango, creme.
Elevados ao rubro céu,
Da boca...

Meu amor esta se acabando, resta apenas um gole de suco de morango pra mim esqueçer aquela pura doçura de saborear uma cor vermelha com o doçe do amor.