Momentos Importantes
Não se cobre por um amor eterno; busque por momentos de amor, pois é através dos momentos de amor que pode talvez prolongar para algo "eterno".
A sorte e o azar são tais como Deus e o Diabo em que a gente acreditando ou não, há sempre momentos em que atribuímo-los a sua manifestação em nossa vida.
Tem momentos que você olha a situação e nada muda, só desprezo e solidão, mas dentro da sua situação tem um alguém: que jamais te deixou!
As lágrimas tocam, mas a fé move;
Há momentos em que nossas lágrimas falam mais alto do que mil palavras. Deus não despreza o coração quebrantado, Ele recolhe cada lágrima (Sl 56:8). Mas existe um lugar ainda mais profundo: o lugar da fé.
A lágrima mostra a dor, mas a fé mostra a confiança. A lágrima expressa fragilidade, mas a fé declara vitória antes de ela se manifestar.
Há momentos em que o coração está tão ferido, tão cansado, que tudo o que conseguimos oferecer são lágrimas. E sim, Deus recolhe cada uma delas (Salmo 56:8). Ele é compassivo, conhece nossa dor e nos consola.
Mas quando falamos de mover os céus, de romper barreiras espirituais, de ver milagres e respostas, a Palavra é clara: é a fé que agrada a Deus.
Não é o desespero que convence o Pai, mas a confiança que deposita tudo n'Ele, mesmo sem ver.
A ideia é remir o tempo, ou seja, não desperdiçar os momentos que Deus nos confia. É viver com propósito, escolhendo o que edifica, o que aproxima do Senhor e o que gera frutos eternos. Miriamleal
"Existem momentos na história que são janelas: o que vemos através delas não é apenas o amanhã, mas o fim de todas as coisas."
A Transparência da Alma
Há momentos em que a vida, com sua delicada brutalidade, nos oferece revelações que não pedimos, mas que precisamos. Uma palavra fora de lugar, um gesto não intencionado, um áudio deixado ligado — e então, como num rasgo súbito na cortina da convivência, vemos o que estava oculto: a ausência de verdade onde pensávamos haver afeto.
A amizade, esse pacto silencioso entre almas, não se sustenta na frequência dos encontros nem na doçura das palavras. Ela vive — ou morre — na integridade dos gestos, na coerência entre o que se diz e o que se faz quando ninguém está olhando. A decepção, por mais amarga, é uma espécie de claridade. Ela não destrói: revela. E o que revela, liberta.
Nietzsche dizia que “não é a falta de amor, mas a falta de amizade que torna os casamentos infelizes”. Podemos estender essa ideia a todas as relações humanas: é a ausência de autenticidade que corrompe os vínculos, que transforma o que era para ser abrigo em ameaça. Quando alguém nos mostra, mesmo sem querer, o que realmente habita seu coração, temos diante de nós uma oportunidade rara — a de escolher com mais sabedoria quem merece permanecer em nossa travessia.
Escrever sobre isso é mais do que desabafar: é eternizar o aprendizado. É transformar dor em linguagem, e linguagem em ponte para outros que também caminham feridos, mas desejam curar. A escrita, quando nasce da verdade, é sempre um ato de generosidade.
Que cada leitor que aqui chega encontre não apenas palavras, mas espelhos. Que se reconheça, se questione, se fortaleça. Porque a vida é breve, e o coração, sagrado. Que sejamos fiéis a ele — mesmo quando o mundo não for.
"A amizade verdadeira é como o silêncio da noite: não precisa provar sua existência, apenas permanece, fiel, mesmo quando todos os sons se vão."
Autor: Roberto Ikeda
Equilíbrio.
Num dia achamos que somos estranhos, esquisitos, defeituosos, em vários momentos nos sentiremos o erro, a causa, o tormento, o desespero e a falta de soluções nos fará crer que o mundo seria melhor sem nós, as pessoas reclamam, brigam, gritam, discutem e julgam, só não perguntam! Então num belo dia cansamos de escutar o barulho do mundo e nos permitimos escutar a nós mesmos, e é quando damos atenção a voz da "loucura", ela não grita, ela não impõe vez de fala, não rouba a cena, ela é humilde e paciente, repete quantas vezes forem necessário para que possamos entender, sem pressa, sem exigências, sem imposições, sem ditaduras, não por força nem por violência, mas antes nos permite o caos para que saibamos de fato o que é paz, nesta noite meu olhos abriram às 03:21hs, desta vez não silenciei, não discuti comigo, não me maltratei, não me julguei está ficando "louco"...
(Definição de loucura: Comportamentos insensatos ou extravagantes e, sob viés psicológico/psiquiátrico, estados de perturbação mental, insanidade ou psicose. Pode indicar desrazão, paixão extrema ou ações desprovidas de senso. Sinônimos incluem doidice, maluquice, insanidade, delírio, alienação e desvario.)...desta vez, só ouvi.
"O mundo aplaude o esperto e cancela o inteligente, valoriza o "burro" que grita, fala alto e impõe mas fecha os ouvidos para a inteligência que fala baixo, com calma, desprezam o complexo com baixa socialização mas se alegram com a superficialidade e os vazios pelo entretenimento, prazer e diversão, mais vale dois nas mãos do que um voando, o mundo caminha sobre caminhos de "farinha pouca meu pirão primeiro", "cada um com seus problemas", o mundo anda mal, as pessoas têm se vislumbrado com a maldade, normalizando o egoísmo, a soberba e a materialidade.
Acaso há topo sem base, ou todo topo se mantém pela força da base que a sustenta?
A luz só tem valor quando há escuridão, ou a escuridão só causa temor se não houver luz?
Teria lógica em afirmar que tudo que funciona está certo quando sabemos que há prósperos de coração perverso e humildes galardoadores?
Acaso aquele que têm sabedoria à teria sem as circunstâncias lhes dada como fruto de conhecimento?
Por fim, o Tempo serve a todos, funciona para todos, trás e leva para todos, esgota e acrescenta para todos, uns para coletividade, outros para a individualidade, mas para ambos, o Tempo continua infalível, mas quando o Tempo decreta seu fim, é importante que tenhas se mantido na linha, sem corrupção, com disciplina e integridade, mais vale um sujo convicto do que um limpo duvidoso, quem busca salvação condena-se a si próprio na sua busca, se a farinha está pouca e o meu pirão precisa ser o primeiro, significa que alguém será passado para trás, ficará com fome ou comerá restos, mas o Tempo é Rei, e como todo rei:
"As decisões do Rei têm grande autoridade, ele nunca deve julgar de modo injusto. O Eterno exige balanças e pesos exatos, ele determina os padrões da imparcialidade.
A maldade é detestável para o Rei pois seu governo é estabelecido sobre a justiça, o Rei se agrada de palavras que vêm de lábios justos e ama quem fala o que é certo, a ira do Rei é como uma sentença de morte, mas o sábio procura acalmá-lo, quando o Rei sorri, há vida, seu favor refresca como chuva de primavera, então , é melhor adquirir sabedoria que ouro e é melhor obter discernimento que prata".
No final, somente quem não se vendeu, se corrompeu, se lambuzou com as bandejas fartas de ambição, se manterá de pé!
Há momentos em que passamos uma vida inteira pedindo por mudanças, como quem suplica ao universo por um sopro novo. E, ainda assim, elas chegam devagar — silenciosas, quase imperceptíveis — porque o devir não tem pressa; ele apenas acompanha a vibração dos nossos pensamentos. O querer é a prova de que estamos vivos, de que uma centelha ainda se move dentro de nós. O problema nunca foi desejar. O problema é não estar preparado para receber aquilo que pedimos.
Seja apaixonado pela vida. Encontre alegria nas coisas simples e nos pequenos momentos de felicidade que ela oferece. É nas sutilezas do dia a dia que se escondem os maiores tesouros da nossa existência. Viva plenamente, com coração aberto, e permita-se ser surpreendido pela beleza que está ao seu redor.
Liberdade é um estado de ser
Há momentos em que a alma sente a necessidade de respirar, de romper as correntes invisíveis que a mantêm presa.
Liberdade não é um destino, é um estado de ser, algo que flui dentro de nós, esperando para ser reconhecido.
Não precisamos ir longe, apenas aprender a nos soltar, a nos permitir.
E quando a liberdade se apresenta, ela não grita — ela sussurra, suave, como uma brisa leve que nos envolve.
É no silêncio da mente que ela se revela, no instante em que nos libertamos da constante pressão de sermos algo que não somos.
E, nesse momento, tudo se torna possível: o peso do mundo desaparece, e somos simplesmente nós mesmos, inteiros, em paz.
Muitas vezes, buscamos fora o que está dentro de nós.
Mas a verdadeira liberdade não vem de conquistar, de ser mais, de ter mais.
Ela vem de abandonar, de desapegar, de aceitar que, no fundo, já somos completos.
E quando entendemos isso, nos tornamos capazes de viver de forma plena, sem medo, sem limitações.
Eu aprendi que ser livre não é um ato de rebeldia, mas um gesto de autocompreensão.
E, ao olhar para o que sou, vejo que a liberdade está em cada passo, em cada respiração.
Não é algo que se conquista, mas algo que se permite.
E quando me perco nesse estado, eu me encontro.
E sigo, sem pressa, sem pressões, apenas sendo.
Portas para o Infinito
Uma passagem e um caminho sem volta.
Momentos reflexivos e tempos de mudança.
São tantas portas!
Não sabemos em qual bater.
Dúvidas, pontos de interrogações, indecisões
E ansiedades no limite.
Cada porta um mistério
E um caminho diferente a seguir
São as portas para o infinito mundo
Das incógnitas e dos ocultos
Que só vamos descobrir entrando
E se arriscando a seguir sem medo.
Rita Padoin
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