Momentos de Reflexão

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A mentira é uma maneira vulgar e desprezível de controlar a outra pessoa. Você fica vendo a outra pessoa agir com base em informações incompletas. Em outras palavras, se humilhando. A mentira é tão comum, no entanto, quando você é a vítima dela, é uma coisa espantosa.

Que a morte venha me busca, com um abraço me levar, pois hoje estou machucado, e não quero mais sofrer e nem chorar.

DECISÃO CERTA OU ERRADA!

Tomamos decisões a todo o momento, por hábitos (impulsos) ou reflexões (razão). Quando elas resultam em erros, geralmente temos dois caminhos a percorrer: admiti-los e perdoá-los procurando uma saída para corrigi-los, ou negá-los e escondê-los sem a possibilidade de consertá-los. Com o primeiro, abro caminho para a remissão e o acerto; com, segundo a continuar no erro.

Por que então continuamos insistindo a esconder os erros? Quando nosso ego está enfraquecido, não conseguimos olhar para o quão temos de defeitos e erramos dando a ideia de que, escondendo, estaremos resolvendo o problema, e deixando nossa vaidade intocável. Pura fantasia que nos leva para a infelicidade.

Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

O perfume mascara seu cheiro, a maquiagem esconde seus defeitos, mais só a verdade limpa a alma.

A tragédia é o inevitável. Não podemos escapar, não importa como. Trata-se da eternidade do ser vivo.

O objeto de estudo da História é, por natureza, o Homem.

Toda ciência, tomada isoladamente, não significa senão um fragmento do universal movimento rumo ao conhecimento.

Ter inveja não é querer ter o que o outro tem, mas sim querer que o outro não tenha aquilo que você tambem não tem!

Existe um ditado que diz: Não importam as circunstâncias, deve-se ter a vitória em mente. Você deve sempre ser o primeiro a atacar.

O dinheiro não é a coisa mais importante do mundo, mas o afeta todas as coisas que são importantes.

“Deus não olha para os nossos “achismos” ou a nossa “formação de nível superior” ! Deus nos olha com sua graça, pois somos todos iguais aos olhos D’Ele! ELE É SOBERANO!”

Temos de criar cultura. Não assista TV. Não leia revistas. Nem sequer ouça a rádio. Crie o seu próprio espetáculo.O nexo espaço-tempo onde você está, agora, é a mais imediata parte de seu universo. E se você está preocupado com Michael Jackson, Bill Clinton ou outra pessoa, então você está desapoderado. Você está entregando tudo para ícones. Ícones que são mantidos por uma mídia eletrônica de modo que, você queira se vestir como X ou ter lábios como Y. Esse tipo de pensamento é estúpido. Isso é tudo distração cultural.

Sempre tenha em mente que sucesso e felicidade não são a mesma coisa! Tenho sempre a oportunidade de conversar com multimilionários e alguns bilionários e, para mim, é muito claro que a maioria deles tem uma vida muito pobre. O que significa falar de bilionários que têm vida de pobre? É que eles se esquecem das coisas mais importantes da vida.

Vivemos numa sociedade livre, mas aprisionada e asfixiada pelos inúmeros e indecifráveis sentimentos gerados por questões emocionais não resolvidas. Em dias atuais, ardentemente obscuros, vão sendo enterrados em nossa psique, cada vez mais sem a devida atenção, nossos tormentos e desgostos, bem como mágoas e decepções, pois somos reféns da infindável chuva de compromissos do dia a dia. Diante disso, a escolha tem sido não arriscar, não mudar, permanecer na ilusória zona de conforto.

Por que damos ouvidos a fofocas? Porque é muito mais fácil, além de ser muito mais prazeroso, identificar e classificar os erros dos outros do que reconhecer nossos próprios erros.

Há uma limitação desconcertante de nossa mente: nossa confiança excessiva no que acreditamos saber, e nossa aparente incapacidade de admitir a verdadeira extensão da nossa ignorância e a incerteza do mundo em que vivemos.

Inteligência não é apenas a capacidade de raciocinar; é também a capacidade de encontrar material relevante na memória e mobilizar a atenção quando necessária.

Daniel Kahneman
Rápido e devagar: duas formas de pensar. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.

O brasileiro definido como inferior, como guiado por emoções e inclinado à corrupção, é puro complexo de vira-latas. Não existe nem sequer o brasileiro em geral, já que cada classe tem tipos muito próprios. Não somos culturalmente piores ou melhores que ninguém.

Aquilo que o amor faz, o medo jamais poderá realizar.