Moça
Trago-te perto para que ouça os meus versos de moça, Versos de uma pomba que atreve, Versos floridos, sedutores e desmedidos...
Na companhia dos meus versos de moça, O teu dia sempre ficará mais belo, Os versos são pequenas gotas de paixão para dizer o quanto te quero.
Aqueço a tua presença ainda que espiritual com os meus versos de moça, O teu olhar é lindo, e a tua voz é sedutora...
Sou rosa, sou moça, sou bossa, sou nova, sou rósea, sou eterna, sou roseira, sou terna,sou feiticeira amorosa.
Moça teu cheiro, teu vicio, teu doce feitiço
O doce feitiço do teu vicio, tem cheiro de moça
O doce da moça, o cheiro do feitiço, quero ser teu vicio
No vicio do teu cheiro de Feitiço, me torno o doce da moça...( Patife)
Autocuidado é aprender a se impedir
de exagerar nas coisas desnecessárias
que te levam ao estresse emocional e a mais
preocupações. Lembre-se: seu esforço é notado
por quem verdadeiramente se importa.
Não há necessidade de impressionar.
Moça, é hora de cuidar de você!
É a meia noite, sob a luz da minha lua que me transformo em poesia. Meus sentimentos vêm à tona e permito escapar os segredos da minha alma na forma da escrita.
Então, moço, se por acaso você estiver lendo o que escrevo, saiba que tudo que lhe falo é verdadeiro. Ah, e perdoe-me a falta de coesão em certas coisas. Me embaralho nesses pedaços, em alguns cacos, mas me refaço quando a escrita é pra você.
Porque é você o motivo da minha alegria, da minha escrita, da minha cantoria e do inexplicável sorriso de orelha a orelha.
Que tudo isso dure o tempo necessário, para que você sempre acredite que tudo aqui é do fundo da minha alma, e que valerá a pena cada segundo.
Ps.Da sua moça.
A dieta dela era baseada em emoções demais com razão de menos. Era um composto de sentimentos abstratos no café, de aflições no almoço e de desilusões no jantar. O bom é que, na hora de descansar, ela tentava colocar tudo em ordem. E conseguia. Até ouvir aquela música que lembrava alguém. Aí, a dieta voltava. O pior que o máximo que se perdia era horas e mais horas no celular, esperando ganhar um vale para sair do sofá.
Seu olhar era forte, sua personalidade também, mas o moço tinha algo em especial, um coração tão nobre que só a moça teve o privilégio de sentir, de enxergar.
(Meu pedaços - Nanda Ribeiro)
"Uma paixão guardada assim.
No meu peito,
Sem fim.
Lembro era ao sol se por.
De tudo o que você falou,
Pra mim.
Dentro de mim algo ecoou,
A língua e o cérebro parou,
Só pra te ouvir,
Pra te ver sorrir.
Sorriso simples de batom,
Nos meus sonhos batem cartão,
E eu peço bis,
E eu peço bis.
Só...
Pra...
Te...
Ter...
Aqui!"
Ela ainda está na janela do seu quarto vendo a chuva cair. Ainda está, com seus fones de ouvido esperando sentir. Ainda guarda, dentro do seu caderno, aquele bilhete que jurava amor eterno. E hoje, ela jura jurar que na chuva ela quer dançar, para poder extravasar. E ainda esperar alguém tirá-la para dançar.
Quais segredos existem por trás desses olhos cor de mel? São doces como sua cor, ou o oposto?
O que se tem de memórias, desejos e medos por baixo desses lindos cachos? Há nessa moça um oceano de mistérios que terei que mergulhar. Terei medo. Terei receios. Terei incertezas. Porém, me arrisco, pois, é ela que eu decidi amar.
Há os que vão dizer,
que ela não via,
não sorria,
não falava.
Que por trás daqueles olhos,
a moça era calma,
morna,
talvez gelada.
E só ela entendia,
o que sentia por dentro.
- Ora!, ela dizia
- Não é meu o sentimento?
Ela sentia que era pouco,
e assim transbordava.
Sentia que era rasa,
enquanto a vida a afogava.
Sentia que era presa,
mas em sonhos mergulhava.
A moça sentia o mundo,
e o mundo sentia nada.
