Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Minha terra.
Não sou rico, não sou pobre
sou mais um agricultor
que na vida se descobre
que na terra tem amor
nela o que planto é nobre
e o que nasce tem valor.
Há tanto entre o céu e a terra,
que até a minha simples filosofia se encerra!
Minha poesia se enterra e brota firme pelo chão,
quem enterrou minha poesia no coração,
não imaginava que ela era semente,
que alimenta-se na mente
e voltava ao coração!
Volta e brota da terra tocando os ares na imensidão!
Minha terra.
Espero que a água benta
que do céu desça em jorrada
transforme a seca violenta
num pasto para a boiada
e essa terra que aferventa
possa enfim ser cultivada.
Na penúria de meu reinado, dentre as estrelas, perderei minha vida; sucumbirei a terra, dentre as chamas gélidas me petrificarei; mas meus sonhos jamais desertarei...
Gente da minha terra que semeais a voz do Rap.
Povo Lusitano que levaste o Rap além dos nossos horizontes.
Nossos corpos seguem o ritmo e olhos trasmitem
o que a canção premite.
Chegou agora luz dourada
Na minha terra sagrada
Tu que sois por Deus iluminada
Do Sagrado coração
Sois vós que ilumina
A trilhar este caminho
Nunca me sinto sozinho
De Jesus tenho a Benção!
O ensino que vós me dá
Me mostra muita beleza
Fonte de toda a pureza
Revelando a missão
Louvado seja
Sacrossanta luz
Que vem das mãos de Jesus
Aumentando a devoção!
Santificado
Mestre Grandioso
Coração bondoso
Correspondendo oração!
Dou viva
Ao Mestre Divino
Dono do Sagrado Ensino
Precisa Concentração!
Sois Vós que cura nossa dor
Somente vós que traz o fim
Para sempre eu ser assim
Conhecendo o Vosso amor!
Um fato é real, ''Santo de casa não faz milagres'', abandonei minha terra atrás de oportunidades, porque lá só foi portas fechadas na cara !
Céu do sertão...
Vejo do céu do sertão
na minha terra bronzeada
a chuva cair no chão
e a semente ser plantada
e o verde da plantação
ter a vida renovada.
SOLETRO SEMPRE
Soletro esta minha inquietude
No nevoeiro da redonda terra
Entre a insensatez dos espinhos
Rosas que perfuram a carne branda
Pálpebras exaltadas no corpo
Devastação do fogo nas madrugadas
Há uma gestação feita de medo
No sangue derramado das palavras
Pétalas de mentira nas lágrimas de sangue
Delírio dos olhos nas palavras impróprias
Cobertas estão as portas na falácia da morte
Sepultura feita de ouro no vicio, na voz
Nas pétalas das rosas cruas de um quadro
Soletro as letras num precipício de palavras
Num fôlego abreviado de fartos espinhos.
Tempo da flor
Lancei-me ao chão
No bréu da terra acolhida
Na espera do tempo
Minha casca ser rompida.
A fresta de luz me guia
Minha sina percorrida
Já me sinto flor
Exalando nova vida.
Tempo da flor não é amor
Mas ensina o que é amar
Na brevidadade do seu tempo
A essência permanece...
inalterada,
renascida
Sobre(vivida) !
O choro da Mãe TERRA
Rasguei a minha carne e engoli meus filhos
Ainda regurgito alguns aflitos,
Outros padecem nas minhas entranhas
Para serem completamente esmagados pelo meu peso insuportável.
Não estável
Devido à movimentação das minhas placas tectônicas.
Que estão à deriva sobre um magma incandescente
Onde sobre elas transita muita gente
E não posso me acomodar indefinidamente
Com a estabilidade da inércia.
Vez ou outra revolvo e fraturo minha coluna
Despedaço-me e fabrico milhões de lacunas
No meu corpo
Num sopro
De morte
E sem mesmo querer
Fazer padecer minhas crias
E depois vou chorar com a garganta do vento
Explodir em lágrimas de amar, o mar
Tentando tragar
A incomensurável dor
Dos padecentes sobreviventes.
Que eu possa enxergar Jesus em meu lar, na minha terra e no meu próximo, naqueles que amo e que me amam. Que eu veja Jesus também naqueles que não me amam e que não consigo amar. Em todos há um sinal de que Deus está falando. Uma mensagem a ser desvendada e um caminho a ser corrigido.
''Todo dia quando acordo me pergunto: Será que este é o meu último dia aqui na terra?
Minha mente entrometida como sempre responde: Não seja medroso, mesmo que seja o último faça com que este dia seja histórico...''
hoje as nuvens tomam conta do céu,
minha vontade é que o sol regresse a terra,
destarte olharei as ondas do mar brilhando
e isso me faz feliz.
O camponês
Minha terra, conquistei com meu suor a escorrer em minha face
Aqui planto meus frutos e vem a colheita
Dos meus vinhedos bebo meus sabores,
Águas cristalinas no ria escoa sobre as pedras brancas e cachoeiras
No amanhecer a leve brisa molha o orvalho
Por fim meu cantinho
Aqui quero viver
Aqui quero morrer.
SOLO
Os carros passam
E a minha vida
É regida por sintonia
Solo segue, em direção a terra prometida
O meu coração,
Naufragado no teu desprezo,
Inquieta em solavancos
Ao fitar o seu passar
Nas escadarias da escola
Eis me intrínseca
Implícita
A riscar palavras
Regendo versos distorcidos
Vindos da alma
Ante assim
Do que desvairada ser
Dou um panorâmico olhar
Vejo todos da cidade
Mas todos não vê a minha solidão
Que é força motriz
Movimenta meu romantismo
Gera inspiração
E assim a carrego por ai
Como uma criança inocente
Em meio a tecnologias
Há tempos tenho a esperança
De encontrar frente a frente
Meu segundo lado faltante
Para entender em meio a cidade moderna
Que o sentimento velho ainda não morreu
Vibra e brilha com força
Só para quem sabe e quer enxergar
Na minha caminhada eu vou buscando o Senhor, seguindo em mansidão aqui nessa terra eu vou, praticando e caminhando as suas obras e aguardando o seu juízo; quem busca justiça, também busca mansidão; Assim pode até ser que eu seja escondido no dia do Senhor, por Ele e nEle.
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