Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

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Sinto na minha cabeça a velocidade do giro da terra, e todos os países e todas as pessoas giram dentro de mim.

(♥)Prezo Minha autoestima ii costumo Sonhar Alto,piso em terra Firme,Mas gosto mesmo é Di andar nas Nuvens(...) Prefiro não arriscar kuando estou em Dúvida,MAs Duviido Kuando arrisco Sem pensar!Não ki eu keiraa uum amor para Sempree,nem ser a tua //DONA//È kii Eu Seii Bem O Meu Lugar!:X!#.."(♥)^•♦♪ (88) Te DedicO!# ♥

Minha terra, richiamo

Ah! Quem há de gabar, recordação impotente e escrava
O que o presente diz, o que a saudade escreve?
- Cutucas, sangras, pregadas nas lembranças, e, em breve
Olhas, desfeito em espanto, o que te encantava...

Passou, andou, e é num veloz turbilhão, a ilusão forjava;
Ilusões. Um dia na inocência, hoje já não mais serve,
A forma, e a realidade espessa, a lembrança leve,
De pureza, canduras, numa quimera que voava...

Quem a prosa achará pra poetar o conteúdo?
Ai! Quem há de falar as saudades infinitas
Do ontem? e as ruas que omitem e agiganta?

E o suspiro muda! e o olhar surdo! o andar mudo!
E as poesias de outrora que nunca foram ditas?
Se calam nas recordações, e morrem na garganta...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
20 de janeiro, 2019
Araguari, Triângulo Mineiro.
Paráfrase Olavo Bilac

A marca que eu quero deixar no mundo, é o amor.
Se nada levarei desta terra, que a minha passagem seja de luz.
Por onde eu passar, a semente do amor esteja brotada, e
os frutos sejam espalhados, e novamente plantados, e frutificados.

Pensa numa terrinha bunita sô!


Eita trem bão é a minha Minas Gerais
Terra dum povo feliz
Terra dum povo sabido
Terra das estórias eternais


Sabe como é né, um pãozin de queijo assando
Galinhada no terreiro
Um queijo com doce de leite e goiabada
E o melhor, um café coando


Uai sô, esse é meu cantin
É bem ali, no pé da serra
É no meu cerrado, é perto do mato
Que consigo explorar um cadin


Procê que vem de longe, me deixe apresentar
Daqui não saiu ninguém muito importante
Apenas o Rei do Futebol, tem um carinha, não sei se cê vai conhecê, é um tal de Santos Dumont
Tem também a Chica da Silva, já ouviu falar?


Quando por aqui passar
Não se esqueça de avisar
Aqui tem muito o que visitar
E muitos sabores para experimentar


Tem cachoeira, tem vales e montanhas só não tem mar
Tem milhões de frutas típicas
Tem lugares históricos pra conhecer
Tem muita história pra contar


Êh minha paixão
Se há lugar melhor desconheço
Lugarzinho abençoado
Que sempre estará em meu coração

⁠O Grito da Resistência

Nasci acorrentado,
na terra do sangue derramado.
Minha pele é o preço, minha alma, o fardo,
e o mercado exige o que não soube negar.

Cada golpe corta minha carne,
mas o que mais fere é o grito engasgado,
a raiva que cresce em minha alma,
a dor que não se vê, mas me consome.

Me chamam de “animal”, me tratam como terra,
mas meu espírito não se dobra.
Sou o grito que tentam calar,
sou a força que resiste, mesmo acorrentada.

Minha cor não é mercadoria,
é resistência, raiz, história.
A luta é minha, a memória é minha,
e um dia, a liberdade será nossa.

E quando os muros da opressão caírem,
quando o silêncio for quebrado de vez,
a liberdade será nossa não como promessa,
mas como o grito de quem sempre se levantou,
como a força imortal de quem nunca se curvou.

⁠Sinto saudades...
Saudades de minha terra;
Saudades de você!
Da comida;
De você;
Do acolhimento do meu povo;
Das nossas conversas;
Do prazer em ajudar;
Das nossas risadas!
Do dialético do meu povo;
Das nossas discussões;
Saudades de casa;
Saudades de você;
Da hospitalidade;
Do seu abraço...
Agora eu não estou aí; mas você pode valorizar quem está do seu lado e fazer com que cada minuto valha a pena.

Minhas noites são sagradas. Como dizem na minha terra: “Não se deve deixar para amanhã”.

Albert Camus
A peste (1947).

DE VOLTA.


Preciso voltar.
Em minha terra
Sou estrangeiro.
Em minha casa
Um forasteiro.
Pai, preciso voltar.
Preciso de fé,
Para um milagre.
E que o seu amor transborde,
E que eu não seja como Tomé.
Pai, preciso de ti.
Pois a minha fé,
O meu viver,
Precisa do teu Espírito,
Do teu Espírito em mim.
E voltar a tua presença, e te ver.
Pai! Me cegaram, amordaçaram,
Me prenderam
Em um calabouço
E lá me deixaram.
Pai, eu só preciso
De um milagre,
Só necessito
Unicamente de um milagre.
E ser cheio do teu amor,
Ter a proteção de tuas mãos.
Pai! Oh! Pai, só quero a tua palavra
Enchendo o meu coração.
E ser protegido pelas tuas asas.
Pai! Preciso voltar,
Para casa.


Autor: Cássio Charles Borges

Ó minha terra fértil no deserto, decerto que o meu ventre é teu. Sou teu oásis, tua seiva, no céu do teu deserto me perco, e as horas se dissolvem em silêncio.


Essência rara, singular, espírito nômade como o meu, vagamos entre terras, ares e estrelas, dois homens e um só coração, duas mulheres e um pensamento.


Todavia, o pecado é corruptível, mas o amor não se corrompe. Se tudo é passageiro, por que não pode acontecer?


Que Allah perdoe meus olhos e meus pensamentos.

Meu lugar, minha terra, minha vida. Um lugar de paz, um lugar com guinomos, fadas, elfos, ogros e outras criaturas místicas. Eu e você criou esse lugar com harmonia onde todos são felizes com suas músicas, trajes, folclore e cultura. Sou feliz aqui, sou assim, sou São Thomé das Letras.

Viagens na minha Terra

O marquês do F¹.
(F¹ - D. Domingos Antônio de Sousa Coutinho.)

Foi um dos homens mais extraordinários e português mais notável que tenho conhecido, aquele fidalgo. Era feio como o pecado, elegante como um bugio, e as mulheres adoravam-no.

Viagens na minha Terra

Eu amo a charneca.
E não sou Romanesco. Romântico, Deus me livre de o ser - ao menos o que na algaravia de hoje se entende por essa palavra.

Viagens na minha Terra

Sentia-me disposto a fazer versos, a quê? Não sei.
Felizmente que não estava só, e escapei de mais essa caturrice.
Mas foi como se os fizesse, os versos; como se os estivesse fazendo, porque me deixei cair num verdadeiro estado poético de distração, de mudez; cessou-me a vida toda de relação e não me sentia existir senão por dentro.

Viagens na minha Terra.

Há livros, e conheço muitos, que não deviam ter títulos, nem o título e nada neles.
E há títulos também que não deviam ter livro, porque nenhum livro é possível escrever que os desempenhe como eles merecem.

Ei moça você não
é só o amor da minha vida...
É meu pedaço de Deus aqui na terra.

Deus em tudo

(Eliza Yaman)

Está no vento, na raiz da terra,
no canto que não cessa em minha alma.
É Ele quem me guia e quem me encerra,
no tempo que me fere e que me acalma.

Não é preciso vê-Lo com os olhos,
basta sentir que tudo é Seu sinal.
Até o pranto traz os Seus escolhos,
e a fé me ergue em graça celestial.

⁠Minha impotência me redime à terra e a minha potência me eleva ao CÉU.

"Terra de pó suave,
sem nó,
contente e ardente
de uma paixão tão minha,
e só."

Assim como a chuva rega a terra seca, sua presença amiga é um bálsamo para a minha alma