Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Só escrevo pois, não tenho escolhas e, essa não é minha razão de viver, nem reclamação, sou simplesmente pra ser.
Po quantas repetições de vezes não podemos nos amar, desde a mistura de minha boa vontade, em querer tratar, somente nosso planetário lar.
Poxa passarinho você é lindo; voe aqui...pouse na minha mão... poxa passarinho, essa tela é uma mentira; vou te tirar desse laço de ilusão.
Se sou galinha à sorte, também é minha, porquê, não sou tão perfeitinha e, doida pra não te meter, hum na cozinha.
Escreveram-nos pra encontrarmos o ponto de nossa contínuidade e, a responsabilidade minha se trounou, qual é a sua, saudade?
Em minha inocência não fui cego, é, do ciclo que me desperto, ja pela força do hoje e, no agora sempre intero.
Não necessitas de minha aprovação, seus exemplos, são, como carrilhos pra corrigir os retelhamentos, ao norte de renovados inventos.
Quero tua pele junto a minha e, assim, alegraremos nossos dias, pelos afetos produzidos, com nossa união.
O dia mais feliz da minha vida, se multiplicou, quando dá sua chegada, às porteiras atravancadas não cairam de velha, sendo renovadas, pelo tempo que chega, sem propositura de más falas.
Quando era de idade avançada minha via de criança, agora, sou adulta é me considero jovem em eterna dança.
Não tinhamos medo, minha coragem cuidava de suas fragilidades, faltavam opor t unidades de two templos, pra darmos risadas, nossas loucuras nunca foram falhas e agora conjugamos fonemas espelhísticos.
É nosso amor sempre anda em bons sonhos e, você, sempre consegue, ser melhor, que minha humilde imaginação.
