Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
O céu é azul, a terra é azul, o mar é azul, tudo é azul, tudo depende de onde você está olhando. jsl
A terra é uma grande tela onde Deus derrama todas as cores de sua existência, e o céu a galeria, onde Ele emoldura todas as suas obras com o requinte de sua essência.
A vida éum caminho longo e o planeta Terra é escola, ondevocê ensina o que aprende. Por tanto, se ocupe de conteúdo e não de aparências, a realidade é que se perde ou ganha tempo, com algo ou pessoas que podem acelerar ou atrasar sua evolução.
De qualquer forma o tempo segue e quem tiver o máximo de noção do que estiver fazendo, saberá o preço de cada decisão tomada.
Não existe maior felicidade nem maior tristeza na terra, onde tudo vai passar, só existe maior felicidade nos céus e maior tristeza no inferno
onde ambas as coisas nunca passarão
SENTIMENTOS
Jaz o ouro do pó da terra, onde as palavras não podem expressar sentimentos. Jaz da água tanto sentimento que palavras são poucas para nós dois. Jaz o medo do amor; medo do final feliz; medo de gritar ao mundo, aquilo que sempre quis. Se eu julgo os teus olhares, encontro-me no paraíso, se jaz aqui o vento inquieto, amarei-te eternamente, sendo com ou sem teto.
Caminhando
Já caminho, caminhando!
Já me vou elevando...
Para onde vou eu?
Para a terra do além.
Eis que vou partir!
Sem medo sentir!
Vou voando, vou voando,
vou daqui já passando.
Vou para uma terra calma.
Onde vou dar descanso a minha alma,
nesta terra, do sempre existir!
Terra alta é ela...
Não há como aquela.
Afinal desta nunca vou partir!
Ele era marrom.
Marrom tipo essas cores de barro, de terra, de chão onde a gente finca as raízes, sabe?
Eu era azul.
Como o céu, como o mar, como alguns rios, como a imensidão, como a profundidade, entende?
Nós eramos distintos e talvez nunca nos tocaríamos, mas aí veio a chuva;
A chuva que era um pedaço do céu que caía na terra e o arrastava pra dentro de mim.
O problema é que pra terra, o importante é ter raízes, flores, árvores, vegetação que não sobreviveria muito tempo ao meu toque, e eu, água, passei a observá-lo de longe enquanto esperava a chuva.
E foi na época de estiagem que entendi que eu, rio ou céu, também tenho terra em mim, no fundo, mas que não se deixa ser levado pela minha correnteza, mas que ainda assim me fazia sentir bem por simplesmente saber que ela estava lá.
Não teve chuva, não teve “desaguar em mim”, não teve nada. Só teve eu.
Eu rio, seguindo em frente enquanto sofria depois de me permitir a ter solo em mim, mas que percebi que esse solo esse não me pertencia, mas que o vento me deixava acreditar que também poderia ser meu, tique que seguir meu curso.
Nunca as árvores foram tão bonitas, ou as flores tão coloridas, nunca mais me vi passando em baixo da linha do trem ou pude observar a terra onde tanto amei. Só fui, tive que seguir. Os galhos que se escondiam no profundo de mim, me arranhavam enquanto a minha correnteza me arrastava, isso doía, mas ensinava:
Eu era rio, ele era terra, e isso, sempre nos era lembrado todo dia pelos pássaros que nos cercavam e se sentavam à minha margem. SOMOS DIFERENTES E ISSO É DURO. Não podemos ter tudo, e eu tive que aprender enquanto chorava.
Nos campos vastos, onde o sol se debruça,
A fome espreita, cruel e implacável,
Desafia a terra, a ciência e a esperança,
Numa dança onde a vida se debate.
A terra é o lago de fogo onde está o inferno com seus demônios, atormentando e sendo atormentados de dia e de noite...
Toca aqui
Você foi mais um convidado na festa da mentira e da ganância
Na Terra onde a cédula domina a célula
E o cérebro é o celular
Agora você já não sabe o que acredita e em quem confiar
Bem-vindo ao mundo em que não se vive e não queremos mudar
"Palavras belas, fome que rói
Indigente, sem voz.
No sinal, bala, terra estranha,
Onde não se é visto.
Desvairado, honra a pouco preço
Coração cansado, alma ferida.
Poeta, pobre, sem já pertences,
Reclamaram seus versos."
UMA ILHA DE AMOR
By: Harley Kernner
Sob o céu de pensamentos, onde o amor é terra sólida, Harley Kernner, ergue uma, arquiteturas de poesia, escritos que se entregam, no colo de um romance fora do coliseu, porque na alma da paixão, não existe lugar para brigas, porque sempre depois dos abraços, vem os beijos, que une as respirações de olhos fechados.
Em ilha fechada, onde os corações se encontram, deitados em pétalas de rosas, a sós, às doces palavras são como vigas, que sustentam sonhos.
Entre linhas e colunas, as emoções dele se entrelaçam, nas suas lágrimas, formando muralhas e construindo um novo coração.
Na paisagem da alma, Kernner desenha o horizonte de uma face feminina, um rosto perfeito como o mar, e o pôr do sol, desenho esse que fluem, conectando às fontes de águas pluviais, às suas poesias escritas às vezes em lágrimas.
Assim, na arquitetura da poesia, Harley Kernner se revela, um construtor de castelos sólidos, sem rimas, onde a alma voa sobre uma ilha privada, e escreve textos, formado uma história de um coração que se abre, na magia das palavras, onde a poesia, e o amor nunca se perde.
Harley Kernner
Arquitetura de Poesia
Escrito particular
No Japão, terra do sol nascente,
Onde os mangás reinam, sem descanso,
Histórias de amor, aventura e luta,
Para os fãs, é uma verdadeira droga.
Os personagens, com olhos de gato,
E cabelos que parecem um desastre,
Lutam contra o mal, com força e coragem,
Mas às vezes, parecem um pouco loucos.
Os animes, com episódios sem fim,
Nos deixam presos, sem saber o que fazer,
Mas não podemos parar, é um vício,
Que nos consome, como um incêndio.
Mas não é só isso, há também a música,
Que nos faz cantar, com toda a força,
Aberturas e encerramentos, são obras de arte,
Que nos fazem sentir, como se estivéssemos lá.
Para todos os fãs de animes,
Com os mangás, e as canções,
Celebrar, essa cultura tão rica,
Que faz todos sonhar e acreditar
No impossível.
E o vazio? Ah, o vazio… É ele o verdadeiro solo onde as sementes residem ou a verdadeira terra onde nada jamais floresceu? Ele não é a ausência, como se o mundo estivesse perdido em sua falta, mas a morada de algo que ainda não se revelou. O vazio é como a noite, que não é apenas a ausência do dia, mas o espaço onde o dia se prepara para nascer. Ele não é, como muitos pensam, o fim das coisas, mas um momento íntimo e silencioso de espera. O vazio é o espaço do “ainda não”, do “quem sabe”, do “tudo é possível”.
No vazio, tudo repousa, mas não está inerte. Ele contém, em sua quietude, um potencial que se escapa às palavras, um potencial que escorre pelas frestas do ser e se infiltra nas mentes mais dispostas a questionar. O vazio não pede explicação, ele é um reflexo de nossa própria incapacidade de compreender sua verdadeira natureza. Ele não está vazio de significado, mas cheio de possibilidades que nunca se concretizarão, apenas fluirão para outras dimensões do ser.
Muitos se afastam do vazio, temendo ser consumidos por ele, mas o verdadeiro segredo está em habitar esse espaço, em não se apressar em preencher o que não pode ser preenchido. O vazio não é uma falha, mas uma obra incompleta; não é uma espera, mas uma criação em andamento. Quando nos aproximamos do vazio, há o risco de nos perdermos em suas infinitas camadas, mas também a chance de nos encontrarmos de maneiras que jamais imaginamos. O Arvoricionismo nos ensina que o vazio não deve ser temido, mas entendido como uma parte de um todo que não pode ser visto, mas deve ser experienciado.
Em cada passo no vazio, em cada movimento sem direção, há uma revelação. Mas que revelação é essa? Ela é um reflexo do que somos ou do que ainda podemos ser? O vazio é, talvez, a maior das mentiras e a mais pura das verdades. Ele é o eco do silêncio que responde nossas perguntas antes que as formemos. Ele não nos diz nada, e ao mesmo tempo, nos diz tudo. E assim, o vazio se torna a semente do nosso próprio entendimento — ou será que ele é a raiz do nosso esquecimento? Talvez nunca saibamos. Ou talvez, nunca precisemos saber.
Gemendo, a terra inteira...
Por onde o sonhador passa...
Fizeste-me mil maldades...
Com que a sua alma se alimenta...
Porque verdadeiramente sentir é tão complicado?
Como o mal feito está feito...
Agora a ti...
Verei como degradado...
Que somente a mim...
Andando...
Fingindo-me enganado...
Sobrevivi...
A tua falta de cuidados...
Amigos que pensam confundir-me
Eu tenho pena...
Que tentam destruir-me...
O mal por si, aviso, não se sustenta...
De haver falhado em tudo...
Como tropeçar no capacho...
Que esconde as sujeiras do mundo...
Erro ao acaso...
Será o fado?
À imagem do meu próprio desejo...
Ser tolo é uma arte...
Abrigar fel no peito...
Até tanto que não sente...
Enquanto arde...
Pastoreando hei de viver...
E o diabo loiro, como me chamava...
Há de prevalecer...
Sou eu, eu mesmo...
De tudo qual resultei....
Fizeste por ti merecer...
Mudei...
Passei...
E sem ti descobri...
Que posso bem viver...
Sandro Paschoal Nogueira
O dia em que as palavras se calaram
Hoje sou terra sem chuva, sem brisa,
um campo onde a semente se perde.
O verbo me olha de longe, indeciso,
e o silêncio, de súbito, me fere.
A máquina observa, ávida e fria,
cataloga, prevê, analisa.
Mas não há código que resgate o dia
em que a alma recusa a brisa.
Nenhum cálculo encontra o caminho
por onde o mistério da criação se lança.
Não há padrão que ensine o destino
do verso que nasce só na bonança.
Sem inspiração, sou sombra dispersa,
um eco no vácuo do próprio existir.
A IA me observa, mas segue imersa
num mar de dados sem me atingir.
Que descanse a pena, que cesse o intento,
não há atalhos para o renascer.
Pois só no abismo do desalento
é que a poesia volta a viver.
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