Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
🌿 A Voz que Canta no Meio do Mundo
O vento que passa, ninguém vê,
mas ele toca todos — do morro ao asfalto.
"Eu sei que vou te amar" — diz Elis,
e a dor de amar e de viver
é a mesma em cada rua, cada esquina,
onde a lágrima é a mesma para o pobre e o rico.
E é nas noites frias, nos becos escondidos,
que o samba floresce como um grito,
feito de mãos calejadas e corações partidos,
como se a música fosse a única coisa que nos unisse.
"Apesar de você, amanhã há de ser outro dia" —
é o grito de quem se levanta depois da queda,
daqueles que não têm mais nada, mas têm fé.
Caetano olha o céu, o Brasil que dança e chora,
e suas palavras são um espelho do povo:
"Alguma coisa acontece no meu coração…"
É o ritmo do povo que nunca morre,
que nunca se cansa de esperar, de sonhar, de cantar.
E enquanto as ruas gritam, Gil se perde na luz da lua,
seu violão ecoa para todos os cantos,
como um convite para quem tem fome de vida:
"Andar com fé eu vou…"
e ele sabe, com a certeza dos grandes,
que a fé não tem classe, nem cor,
a fé é a revolução que brota nos corações.
Cazuza, com seu fogo e sua dor,
não se rende à dor de ser esquecido:
"Eu vejo o futuro repetir o passado…"
mas ele grita contra a repetição,
contra o que limita e cala a voz de quem tem algo a dizer.
A dor é universal, mas a revolução também é.
Milton, com seu olhar sereno,
leva a canção como quem leva a esperança:
"Quem sabe isso quer dizer amor…"
E o amor não tem preço, nem medida.
Ele é o alimento para o corpo, para a alma,
para aqueles que lutam para sobreviver e para aqueles que têm tudo,
mas ainda assim, sentem falta de algo.
A música é o que une, o que não separa.
Ela não escolhe classe, não escolhe cor,
não escolhe quem ama, nem quem chora.
"O nosso amor a gente inventa" —
e com isso, criamos um novo caminho.
E a cada passo, a cada nota, a cada verso,
somos todos iguais:
seres humanos, plenos em nossa dor,
mas também em nossa capacidade infinita de amar.
Coração Partido
Não me deixe um coração partido
Ele canta ouvindo sua voz
Dorme na lembrança de meu sonho
Deixa louco tudo que me ponho
Me acorda na insônia noite a dentro
Tira-me a paciência e me ausento
Leva unhas em dedos de tensão
Conta as horas em minutos solidão
No peito a angústia da dor
Esquece todo aquele seu valor
Solta o corpo em qualquer disposição
É difícil, mas existe solução
Tempo, apenas tempo para o coração
Não se enganem: o joio é bem parecido com o trigo. Ele também canta, ele também toca, ele também prega, ele também visita, ele também ora, ele até tem cargo, mas no fim, o joio é estéril, e só o trigo gera frutos.
Luís Fernando Veríssimo diz que : “Os tristes acham que o vento geme, os alegres acham que ele canta”.Tem dias que estamos assim, ouvindo o choro dos ventos. Nesses dias precisamos de um ombro amigo, de um afago, de um aperto de mão...Quando isto acontece, o melhor caminho é superar sozinho.
PRAZER
Canta o teu olhar intensa cantata
E há, no querer desejos seduzido
Como que uma harmoniosa sonata
Em sensações e prazeres contido
Ditoso olhar que minh’alma desata
Sentido e paixão no coração partido
Vibrando o afeto bom de ser vivido
Na satisfação, duma grata serenata
Alvor carinhoso de momentos impar
De encarar tão meigo e apaixonado
Suspirado no profundo do teu olhar
Ah! num deliquar duma sede louca
Vai-se o arrebatamento no teu beijo
Mergulhar o meu amor na tua boca
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14 de agosto de 2021 - Araguari, MG
Poema: O macaco
Autor: Rafahel Ramos
O macaco pula de galho em galho
Quando quer cantar, só canta rimado
O macaco adora fazer canção
Pula de árvore em árvore com a banana na mão
O macaco é um verdadeiro artista
Canta, dança e é trapezista
O macaco se diverte de montão
Solta uma música só no gogó de microfone na mão
Tudo é assim....
O sol nasce
A planta cresce
O rio corre
A lesma escore
O pássaro canta
O amor aparece
E tudo floresce
Passarinho da megalópole,
Acorda já no fio,
Galho elétrico no poste,
Canta bem cedo,
E depois foge,
Prega bem, Canta bem, se considera alguém que conhece a bíblia indo e voltando, não falta um culto e vive procurando oração…
Mas se ainda não permitiu que o Evangelho através de tudo isso mude a sua vida, sua conduta e suas práticas, pode ser que você esteja convivendo com tudo isso sem se quer ter experimentado de verdade a A CONVERSÃO que tem como primeiro resultado O NOVO NASCIMENTO.
Pernambucanidade é uma palavra frase que fala, canta, dança, interpreta, inspira e traduz o melhor das pessoas.
A arte
Ela brota a qualquer segundo
Brota em nossa mente
Semente de sentimento
Pode ser cantada
Sentida como dança
Pintada em uma folha ou quadro
De esperança
Te faz sentir como criança
Cuidar da sanidade
Sendo insana
Escore do corpo
Penetra na terra
Criando raízes profundas
Da ilusão cria razão para existir
Nem eu, nem você podemos fugir
De ir lá, chamar, buscar
Alguma forma de expressar
Se religar é obra divina
Ela vai menina
Dança na rima
Cria sua mina
Vive à poesia
Dos incompreendidos
Dos loucos assumidos
SOBRE PÁSSAROS E POETAS
O pássaro canta suas tristezas
Celebra sua liberdade
Só sabe voar e cantar
Canta porque é pássaro
O poeta chora em poemas
Faz da pena sua liberdade
Só sabe escrever e voar
Voa porque é poeta
Ou é poeta por que voa?
Já nem sei.
Começando a viver
Se você não compõe, cante.
Se você não canta, dance.
Se você não dança, pinte.
Se você não pinta, arteie.
Se você não arteia, ame.
Se você não ama, bem... se você não ama,... resta libertar-se para ser feliz e começar a viver.
“O desespero grita, Jesus fala, os Céus canta, a fé baila, o homem vence e Deus é glorificado.”
Giovane Silva Santos
Gosto de gente
Gente de luz
Luz nos olhos
Gosto de gente
Gente de luz
Gente que canta com o riso
Gente de luz
Gente de alma
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