Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
No Rito de Kor, onde adolescentes duelam até a morte, pelo direito de empunhar as armas-relíquias mais fortes, ela se recusa a lutar. Foi ordenada sua execução, no momento crucial, carrascos com armas em mãos não conseguiram o golpe fatal, o sol trouxe explosão. Quando a luz baixou, ela estava intacta e seus atacantes ao chão.
Sua sentença foi suspensa. Solaris clamavam seu nome, recebeu a espada e o escuro dos lendários guerreiros do sol e a armadura Solari Dourada como seu uniforme revela o poder enorme para que se torne a melhor suporte do LoL.
Tenho a impressão de que este prédio foi construído sobre um cemitério indígena, onde um pajé foi enterrado de bruços. A cada vez que um vento forte balança o prédio, a estaca da fundação cutuca o traseiro do pajé e uma desgraça recai sobre todos daqui.
A pior burrice da humanidade é gerar a discussão, atritos, desavenças onde nenhuma das partes chega a ponto nenhum.
As Folhas Mortas
Oh! Gostaria tanto que você se lembrasse
Dos dias felizes onde nos éramos amigos
Naquele tempo a vida era mais bela
E o sol mais brilhante do que é hoje
As folhas mortas juntamos com a pá
Você vê, eu não me esqueci
As folhas mortas juntamos com a pá
As lembranças e os arrependimentos também.
E o vento do norte leva-as.
Na noite fria do esquecimento
Você vê, eu não me esqueci
A canção que você me cantava.
É uma canção que é semelhante a nós.
Você, que me amava e eu te amava.
E nós vivíamos sempre juntos
Você que me amava, eu que te amava.
Mas a vida separa aos que se amam.
Tão docemente, sem fazer barulho.
E o mar apaga sobre a areia
Os passos dos amantes separados
As folhas mortas juntamos com a pá
As lembranças e os arrependimentos também
Mas o meu amor, silencioso e fiel
Sempre sorri e é grato pela vida.
Eu te amei tanto, você estava tão bonita.
Como você espera que eu esqueça?
Naqueles dias, a vida era mais bonita
E o sol mais brilhante do que é hoje.
Você era meu doce amigo
Mas eu não tenho nenhum arrependimento
E a música que você cantou,
Sempre, sempre vou ouvi-la!
É uma canção que é semelhante a nós.
Você, que me amava e eu te amava.
E nós vivíamos sempre juntos
Você que me amava, eu que te amava.
Mas a vida separa aos que se amam.
Tão docemente, sem fazer barulho.
E o mar apaga sobre a areia
Os passos dos amantes separados
Meu vazio sem você
Eu sinto falta de tantas coisas!
De cheiros que senti... Não sei onde ...
Mas que trazem paz a minha alma,
lembranças de ti...
Lembranças serenas de tardes felizes e de noites calmas...
Agora sou assim!
Ilha a espera de um barco,
amor a espera de ser amado.
Sou forte e fraco...
Tudo assim,
por um cheiro bom que veio não sei de onde
talvez da minha imaginação...
Nasceu então voce, parte do que sou, minha paixão...
Agora sinto falta quando não estais por perto
sou ilha abandonada,
sou deserto
barco que se perdeu por mares incertos...
E sigo com esta falta que sinto de ti...
E os dias ficam mais compridos,
sem aquele prazer de completar meu silencio com teu sorriso...
E eu nem sei mais o que fazer....
Este menino te adora!
Os homens grandes chamam a atenção e projetam sombra, mas os grandes homens, onde quer que se encontrem, tornam-se claridade inapagável, apontando rumos libertadores.
Pela desilusão amorosa, dá vontade de estar onde o perfume das flores são todos iguais, o silêncio é perspicaz, a sombra das árvores dá acalanto aos mortais, e a vida, essa já não existe mais, tudo isso se faz por causa de um amor que já não existe mais.
Sem Você
Sonhar contigo? Sonho.
Não sei onde estás, como estás.
Não sei, se em mim pensas mais.
Eu em ti penso sempre,acho que
é o que mais faço.
Dentro de mim, ocupas todos os espaços.
Dias que parecem anos, sem um
recado teu.
Sem ler algo que a mim diga respeito.
Os dias passam, e nos acostumamos
a tudo que a nós é dado.
A mim difícil é, ficar sem te ver.
Fico mais triste, mais quieto, mais apaixonado.
O amor é um lugar onde o coração descansa e vive em paz.
Um ponto onde a tempestade não alcança.
Um lugar onde existe o conforto em épocas de dificuldade.
Um espaço onde aquele sonho solitário vira uma realidade a dois.
Um sentimento que tem delicadeza, e dá saudade.
Um cantinho onde o coração se abriga por um tempo e mesmo que este abrigo deixe de existir, só a lembrança desse amor que aconteceu viverá para sempre no coração dos que dele provaram.
Nunca desalojarei um espírito do conceito onde ele encontra segurança, disciplina e motivo de energia. (A cidade e as serras)
Carpe Diem!
Estive notando que, somos seres mecânicos, vivemos numa eterna mecanicidade, acordamos, fazemos sempre as mesmas coisas, vamos ao banheiro, lavamos o rosto do mesmo jeito, ligamos o botão no automático e nem observamos o que fazemos ou como fazemos.
Nem nos damos conta de que A VIDA PASSA RÁPIDO, e já passou da hora de acordar e aproveitar ao máximo cada momento que ela nos oferece.
Observe-se!
É muito mais cômodo continuar a ser sempre uma vítima, vítima de si mesmo, da vida, das circunstâncias.
Abra seus olhos e comece seu dia observando-se, concentrando-se em tudo o que fizer, procure respirar fundo muitas vezes e aproveitar cada momento que a vida te oferece, sinta sua vida!
"(...)Não fuja de si mesmo, enfrente-se. Conheça-se,preste atenção em si mesmo,não nos outros. Fui dominado pelo que os outros poderiam dizer ou pensar de mim;a opinião alheia era um fantasma a rondar em torno de mim. Paguei muito caro, sofri e gerei sofrimentos, não faça o mesmo. Procure a liberdade que as suas verdades oferecem e lembre-se de não aprisionar ninguém em seus julgamentos. Cada um de nós é um ser humano singular da criação. É um livro inédito,um romance inesquecível e deve ser amado e respeitado tal qual se apresenta. Se faltam condições para erguer alguém que não sejamos os que o derrubam."
"O veneno das cobras é usado como remédio há muitos séculos, mas é preciso saber escolhê-las, usar e descartar. Crie uma cobra e não reclame de morrer envenenado por sua picada."
Apresento a vocês os melhores votos para o ano novo, como se costuma dizer. Por que "novo"? Ele é como a lua, entretanto, quando termina recomeça. E esse ponto de término e de recomeço, talvez pudéssemos colocá-lo em qualquer ponto, a diferança da lua, que foi feita, como todos sabem e como uma locução familiar o recorda, à intenção de não importa quem. E há um momento no qual a lua desaparece, razão para declará-la "nova" depois. Mas quanto ao ano, e para muitas outras coisas e, em geral, o que chamamos de "real", ele não tem um começo estabelecido. Entretanto, é necessário que ele tenha um, a partir do momento em que foi denominado "ano", em razão da demarcação significante do que, para uma parte desse real, definimos como ciclo. É um ciclo não completamente exato, como todos os ciclos no real. Mas, a partir do momento em que o apreendemos como ciclo, há um significante que não cola interiramente com o real. Nós o corrigimos falando, por exemplo, de ano grande a propósito de uma coisinha que varia de ano em ano até fazer vinte e oito mil anos. Em suma, se recicla. E então, o começo do ano, por exemplo, onde colocá-lo? E aí que está o ato. [...] Um ato é ligado a determinação do começo, e muito especialmente, ali onde há a necessidade de fazer um, precisamente porque não existe.
