Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Eu sou como meu Pai
Devo amar e ter amor
Caminho para onde Ele vai
Com muita fé e fervor
Dar a prova do amor
Com paciência e obediência
Na mente ter temor
Examinar sua consciência
Basta acreditar na Missão
Que o Mestre nos deixou
Com fidelidade e dedicação
Cuidar daquilo que Ele confiou
Preste muita atenção
É chegada a hora
Vamos ser filhos de coração
Baixando a poeira, vamos embora!
Sigo sempre meu caminho
Foi me dado pelo meu pai
Nunca estou sozinho
Caminho por onde ele vai
Ele vai pelo caminho aberto
Com sabedoria e fervor
Nos destinando ao lugar certo
Com muita fé, capacidade e amor
Mostrou aos nossos olhos a Luz
Revelou a Verdade Sagrada
Para recebermos o Cristo Jesus
Quando chegasse a Alvorada
Vou seguindo sem esmorecer
Manter viva a certeza para encontar
Fazer de tudo para merecer
E lá ter o que apresentar!
Na floresta silenciosa e escura
Onde as árvores se erguem majestosas
Há um mistério que me fascina e cura
E me faz sentir coisas maravilhosas
Eu gosto de ouvir o canto dos pássaros
E de ver as flores de mil cores
Eu sinto uma paz que não tem embaraços
E um amor que não conhece dores
Mas às vezes eu também tenho medo
De encontrar algum perigo ou segredo
Que possa ameaçar a minha vida
Por isso eu rezo a Deus que me proteja
E que me dê a graça de ser seu
Na floresta que Ele mesmo fez e elegeu
Quando a tempestade chegar,que teus pés me firmem no chão. Que a árvore onde seguras as tuas fortes mãos,possam agarrá-la com vontade e firmeza e vosso coração se anime cada vez que eu te encontrar!
Onde toda a esperança se desaba e nada do que queremos tanto ansiosamente,não pode ser do jeito que a gente quer!
Para onde olho nos céus nas alturas
Vejo em mim uma imagem a contemplar
Doce,serena nuvem de ilusão mágica em olhar
Me livrando das sofridas agruras.
Tudo para o bem veio concorrer
A divindade suprema da questão
Para o caminho do bem te trazer
Mais uma bondade no seu coração
Eu peço nas alturas para vós me guiar
Colocai-me no bom caminho
Daime a capacidade de amar
E não estar nunca sozinho
Andei nesse mundo não encostado
Joguei minhas dores aos pés do cruzeiro
Vi as luminárias que o mestre havia colocado
As luminárias do Nosso Pai Verdadeiro!
Onde o silêncio consome
Nas palavras guardadas para sempre
De uma batalha sem trégua, sem desfecho
A angústia de quem espera pelo momento final
Uma decisão...
Toda guerra começa assim
Uma troca de olhares ódio enfim
Começo de uma antipatia
Que explode em agruras sinfonia
Desespero no coração...
Avante, diz o soldado
Que endoidecido das loucuras fardado caminha
Por entre bombas, explosões e expectativa advinha
Qual o próximo passo dado
Corpo no chão...
A humanidade está descendo
A ladeira lúgubre da insanidade
A mente escurecendo
Esquecendo-se da bondade!
Da compaixão...
Caráter e honestidade são como armas especiais forjadas a ferro e fogo, nas provações da vida onde continuamente eliminamos a escória!
As vezes dá vontade de chorar,mas falta um lugar onde possamos derramar nossas lágrimas.Tanta injustiça e sofrimento,um vale de lágrimas a transbordar!
Inspiração é o retrato
Da sua alma.
O respirar nato,
Que produz paz e calma.
Onde o vermelho do teu sangue em cor,
percorrer tua veia estagnada.
Do ser que jurou o amor,
Fez vil promessa em beira de estrada!
Que a tua respiração
Traga o único verso tratado.
Do teu recomeço com a luz,
Embora, tu vivas em trevas e não tenhas notado!
Assim ,vás ao encontro de tua doce amada.
Reproduzas esse fiel sentimento do teu vigor.
Leva-as em tua longa jornada,
Mostre-a teu mais profundo amor!
Na busca incessante por você me perdi em mim, e agora não sei onde me encontrar no meio desse amor sem fim...
Quando recebermos alguma flechada, não procure saber de onde veio, mas sim, busque apenas curar o local atingido (CLARIANO DA SILVA, 2019).
Onde você se esconde...
À noite a solidão bate
Fico no meu quarto em silêncio
Com o pensamento longe
Procurando você, onde você esconde?
Menina onde você se escondeu?
Que mal eu te fiz, perdoa eu!
Não faz assim, esqueça o que passou volta pra mim...
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
