Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Palavras afiadas como lâminas, que cortam fundo,
Ferem o coração, causam dor, não há mundo
Onde não sintamos esse impacto agudo,
Palavras que machucam, deixam-nos desnudos.
No palco da vida, somos todos atores,
Mas com palavras cruéis, viramos algores,
A dor que infligimos com frases tão duras,
É uma ferida que a alma, em silêncio, cura.
Mas lembremos, também, que as palavras curam,
Podem ser bálsamo, esperança que flui rumo.
Com empatia e carinho, podemos construir,
Uma rede de amor, onde todos podem sorrir.
Então, escolhamos bem as palavras que lançamos,
Pois cada uma delas em nossos corações ficamos,
Sejamos gentis, com respeito e compaixão,
Para que a linguagem seja a cura, não a razão da aflição.
"Se você pudesse voltar no tempo, que conselho você daria a si mesmo? (...) E onde é que você gostaria de estar agora?"
Sonhos reais
Acordei em profundo sonho real
Numa realidade imaginária nada normal
Onde a maldade domina este reino esquisito
E a caridade é rara, uma espécie de mito
Pessoas não sabem nem quem são
Não conhecem o próprio coração
Nem tentam entender a própria mente
Por isso se sabotam constantemente
Andam como ovelhas perdidas
Que por si mesmas foram esquecidas
Não ouvem o que diz o Bom Pastor
Pois, não compreendem a linguagem do amor
Perderam a boa pureza de criança
E se esquecem da fé e da esperança
Utilizam mal o dom da inteligência
Tens muito pouca diligência
Vivem sempre querendo conquistar
Mas, no fundo, nem sabem o que estão a buscar
Então se enganam em falsos prazeres e ilusões
Para preencher o vazio que existe em seus corações
O sonho parece ser uma infeliz realidade
Mas não posso aceitar que esta seja a única verdade
Acredito em um reino melhor, sem tanto fardo pesado
Prefiro ter sonhos de fé com um céu encantado
Alan Alves Borges
Livro No Olhar Mergulhei
Há lugares onde toda a sujeira é escondida embaixo do tapete, porém a sujeira é tamanha, tão comentada, tão íntima de todos, que esquecem que o tapete, na verdade, torna-se invisível. E ela...ahh, ela continua ali, contaminando o ambiente, todos passando por cima, vendo-a, convivendo, mas ninguém mais consegue limpá-la, afinal, já estão tão misturados, que não se sabe mais quem é quem.
Ó, VENTO!
Ó, vento, por onde correste e aonde passou?
E tudo aquilo que presenciaste e observou?
Em algum momento, segundo e minuto,
Sua passagem se eternizou...
01/11/2023
A enfermagem é a harmonia perfeita entre ciência e altruísmo, onde cada gesto de cuidado compõe a mais bela das sinfonias: a da vida.
A Segurança deve ser vista como Política estruturadora da sociedade. A começar do município, onde se iniciam as demandas sociais.
Estamos em um mundo onde a maioria das pessoas não se aprofundam em nada, infelizmente nos transformamos em um grande telefone sem fio onde quase todos saem apenas repetindo da forma que entenderam, independente de saber sua origem e muito menos buscando uma solução. Mayke Franz
O mundo se transformou em um grande telefone sem fio, onde as pessoas só repassam as coisas do jeito que entenderam. Mayke Franz
A verdadeira sabedoria reside na aceitação da diversidade, onde a tolerância transcende as tolices infantis e todos são incentivados a crescer e aprender juntos.
Em um mundo onde a falta de ética moral é prevalente, não guardo rancor, mas exijo crescimento. É fácil manter-se na versão desatualizada de si mesmo. No entanto, o verdadeiro progresso ocorre quando aprendemos e evoluímos, deixando para trás as imperfeições morais. Não sou fã da falta de ética, mas sou um defensor do aprimoramento contínuo, pois é o caminho para nos tornarmos a melhor versão de nós mesmos. Portanto, cresça e apareça!
o cheiro da febre em meu corpo é vago,
nao sei de onde
acabei de acordar
e por leve instante nao sei onde estou
nos meus sonhos é tudo muitoconfuso
na minha mente conturbada nao se me dirigir a paz
há dentro de mim
mas quando as ideias se misturam
viro alguem que sempre fui
mas dessa vez
meu corpo manisfesta
soa
o amor me deixou
a solidao me abraça diariamente
peço entao para que essa solitude que habita em meu peito
demore a passar
peço e grito com todas as forcas
para que nao se va
ah solitude
ousada como pedras de esmeralda s
me mostrou um mundo ao qual jamais vira
me leve para nuvens
que habitam dentro de mim
me leve para minha mente
e que eu nao saia mais dea
me envolva como te envolvo
e cuide de mim
mesmo que as vezes nao cuide tanto de ti
me perdoe solitude,
por te deixar só tantas vezes
Nas entranhas do tempo, onde passado e futuro se entrelaçam, encontramos o refúgio da esperança. Enquanto a vida tece seus dias, sussurra-nos a promessa de amanheceres mais ternos. Vozes sábias, nos lembram que a esperança é a chave que desbloqueia os sonhos adormecidos. No coração do presente, depositamos nossas ânsias por dias melhores, como quem planta sementes no solo fértil da existência, aguardando a colheita dos frutos da perseverança. Pois a esperança é o fio de prata que tece os dias vindouros, onde a realidade se torna um poema de possibilidades.
O mundo que ninguém vê é um reino invisível de microorganismos, onde os vírus desempenham um papel tanto invisível quanto imensurável. O cotidiano das pessoas é entrelaçado com esse mundo microscópico, e o COVID-19 trouxe isso à tona de maneira dramática.
Nossas vidas são governadas por interações que não podemos ver a olho nu. Vírus, como o SARS-CoV-2, têm o poder de paralisar nações inteiras, revelando nossa vulnerabilidade a ameaças invisíveis. Eles também mostram como estamos conectados globalmente, com um evento ocorrendo em um canto do mundo afetando instantaneamente pessoas em outro.
O COVID-19 nos faz refletir sobre como nossa sociedade lida com a ciência, a saúde e a cooperação global. Mostra como o conhecimento e a ação podem ser nossas melhores defesas contra o invisível. A pandemia revelou desigualdades profundas, com alguns sendo impactados de maneira desproporcional, evidenciando a necessidade de uma visão mais inclusiva do mundo que ninguém vê.
À medida que navegamos por esse mundo invisível de vírus e microorganismos, somos desafiados a repensar nossas prioridades, nossos sistemas de saúde e nossa capacidade de responder a ameaças invisíveis. O que não podemos ver muitas vezes molda nossas vidas mais do que imaginamos, e é uma lembrança de que devemos olhar além do óbvio para entender o mundo de maneira mais completa.
É muito estranho viver em um mundo onde a sua morte deixaria as pessoas alarmadas, mas não surpresas.
