Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Essa nova geração
Onde a falta de amor
É algo normal
Onde a ausência de carinho
É algo normal
Onde...
Onde...
Onde...
Onde já não há mais nada
Onde tudo se esgotou
Pouco amor se espalhou
E tudo acabou.
O Valor de Falar Menos
Em um mundo onde muitos falam sem parar, aqueles que falam menos se destacam pela sabedoria do silêncio. Quem fala menos, ouve mais. E ao ouvir mais, aprende, percebe e entende o que muitos não conseguem enxergar.
Falar menos não é sinal de fraqueza ou timidez, mas sim de equilíbrio e inteligência emocional. As palavras têm poder, mas o silêncio também tem. Às vezes, é no silêncio que as melhores respostas surgem, é na escuta atenta que se constrói o verdadeiro entendimento.
Quem fala demais, muitas vezes se perde em suas próprias palavras. Quem fala menos, pesa cada frase, escolhe cada palavra com cuidado, evitando ferir, julgar ou errar sem necessidade. O sábio sabe que nem tudo precisa ser dito e que o silêncio, quando bem usado, vale mais que mil discursos.
Por isso, aprenda a valorizar o silêncio. Fale menos, ouça mais, observe o mundo ao seu redor e escolha suas palavras com o coração e com a mente. Porque quem fala menos, acerta mais.
Lembre-se de suas raízes, delas se orgulhe. Caminhe rumo ao futuro, onde a esperança flutue. Desperte-se para realizar, em ti está o poder, pois os feitos dos que vieram antes são teu dever.
Livro: O Respiro da Inspiração
Assim, com gratidão, sigo adiante, onde meu coração repousa, amante. Na gratidão, laço que me prende e acende, fazendo-me ver que a vida transcende.
Livro: O Respiro da Inspiração
Eles chamam-lhe de cafeteria...
Mas para mim, é onde as histórias são íngremes.
corações se revelam entre goles, e o mundo desacelera apenas o suficiente para sentir tudo.
Vejo-te no meu canto favorito. ☕️
Um Amor Inquestionável
Amor inefável onde jamais conseguiram dizer
Nunca visto um sentimento tão forte
De uma grandeza imensa e tamanha
Raridade senti um sentimento de tamanho
Enorme, sendo impossível se descrever onde a
Saudade que bate de forma que chega na
Alma e queima no peito como uma brasa..
Jamais saberiam imaginar sequer um sentimento ímpar dessa magnitude....
- Onde Está -
Abracei o amor - coisa que nunca imaginei fazer - e te olhei nos olhos, o seu doce cheiro me deixou calma, ali, naquele lugar, envolta nos seus braços, era o paraíso. Mas calma, teus olhos se foram, onde estão aqueles belos olhos cor de café que antes eu via e admirava? O teu cheiro que me acalmava, que levava para longe os tormentos da minha cabeça, ele sumiu... não sinto mais o doce calor de teus braços que me protegiam, qual o motivo disso? Qual o motivo de ir para tão longe? Agora tudo o que me resta são as memórias desses doces momentos que eu nem sei se foram reais...
Precisamos aprender a ver a nós mesmos como nosso próprio lar, pois somos o único lugar onde vivemos por toda a nossa vida.
Reflexão: Cuidado ao se doar demais onde ninguém pediu.
Às vezes, a gente entra numa situação pra ajudar, tenso, e acaba saindo como o “metido”.
Você tenta ser prestativo… mas no final é visto como invasivo.
Porque nem todo mundo quer solução.
Tem gente que só quer plateia pro problema.
Outras vezes, você empresta o ombro, o tempo, o coração…
E depois ouve que “se meteu demais”.
Você dá uma ideia boa, sincera e dizem que você tá querendo aparecer.
Você chama pra realidade com carinho e chamam isso de crítica.
No fim, eu aprendi que tenho minhas ideias e elas não são para todos.
Nem toda ajuda é bem-vinda. Nem toda boa intenção será entendida.
Por isso, antes de entrar no barco de alguém, veja se te chamaram pra remar… ou pra ser culpado quando afundar
“Da Decepção à Glória”
Caí, sim — e foi alto o tombo.
Acreditei onde não havia chão.
Entreguei mundos em mãos vazias,
E recebi silêncio por gratidão.
Doeu…
Não nego o gosto amargo.
A alma sangrou calada,
e o coração ficou frágil, fraco.
Mas ali, no fundo do poço,
no ponto mais escuro da história,
nasceu algo que ninguém viu:
a semente da minha glória.
Pois quem sofre não fica o mesmo.
Ou afunda, ou se transforma.
E eu escolhi crescer do caco,
renascer fora da forma.
Fui traído? Sim. Subestimado? Também.
Mas nunca fui vencido,
porque aprendi com o desdém
a caminhar mais protegido.
Hoje, quem vê o brilho em meu passo
não imagina o que já suportei.
Mas cada lágrima guardada
é tijolo no que conquistei.
A glória não veio do acaso.
Veio da dor que não me matou.
Veio do “não” que me fechou portas,
mas me forçou a criar o meu valor.
Então, se um dia a vida te quebrar,
não te desesperes na queda.
Pois há vitórias que só nascem
quando a alma já se enreda.
A decepção é só o início,
não é ponto, é reticência.
A glória? Ah… ela é destino
de quem fez da dor: resistência.
Já me quebrei em silêncio,
onde ninguém pôde ver.
Carreguei sorrisos no rosto
enquanto a alma só queria chover.
Fui leve — quando o mundo pesava.
Fui calma — quando dentro tudo gritava.
Fui pluma no vento da vida,
mas cada sopro me ensinou a não me perder.
Me disseram pra ser forte,
mas descobri que força é sentir.
É cair e, mesmo em pedaços,
ainda assim, decidir prosseguir.
Não sou feito de aço,
mas de carne que já cicatrizou.
De lágrimas que ninguém viu,
e orações que só Deus escutou.
Carrego dores caladas,
mas também milagres que ninguém notou.
Porque onde o mundo via fraqueza,
Deus via o ouro que o fogo forjou.
Sou feito de fé que não grita,
mas resiste.
De esperança que não se explica,
mas insiste.
Sou suave como a pluma que dança no céu,
mas quando a vida exige…
eu sou trovão.
E faço tremer tudo aquilo que quis me calar
— sem perder o coração.
Pluma e Trovão
por Alex Zanute Dias
Eu vim do silêncio que ninguém ouve.
Do lugar onde a dor cala fundo,
mas a alma — mesmo ferida — insiste em ficar de pé.
Fui queda, fui sombra, fui medo.
Mas hoje, sou luz acesa na escuridão.
Sou fé que não negocia.
Sou alma que não se vende.
Sou cicatriz que virou armadura.
Você me vê suave, mas não se engane:
— meu coração é aço forjado na dor.
— minha esperança é lança.
— minha voz é martelo.
Sou pluma, sim — leve, livre.
Mas cada sopro me ensinou
a voar sem pedir permissão.
E quando o mundo ruge…
eu rugo mais alto.
Quando a vida me testa,
eu viro trovão.
Trovão que rasga o céu da dúvida.
Que acorda gigantes adormecidos.
Que diz:
“Eu ainda estou aqui.
Eu não desisti.
Eu não vou recuar!”
Porque quem já andou no vale
não teme a montanha.
Quem já chorou no deserto
traz a chuva na alma.
Suave como uma pluma — sim.
Mas quando preciso lutar…
sou trovão que quebra o silêncio.
Sou grito de guerra.
Sou chamado à vida.
Sou renascimento!
Independentemente do lugar onde você queira ir,
durante o caminho, não esqueça de olhar ao seu redor,
para evitar que ao chegar
você perceba que um destino melhor tenha ficado para trás.
Seu nome está sendo lembrado onde você ainda nem chegou.
Portas vão se abrir, boas notícias estão a caminho.
Siga com fé — o melhor ainda vem!
O corpo dele conhece o meu
Ele sabe exatamente onde tocar.
E não é só pele — é energia.
Tem um jeito no olhar, uma pausa antes do beijo, um silêncio que arrepia mais do que palavra.
O corpo dele conhece o meu como se tivesse morado aqui.
E mesmo longe, às vezes eu sinto.
Como se meu corpo lembrasse…
e chamasse por ele sem que eu percebesse.
