Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Onde esta a liberdade ? na ponta de um lapís, ou na ponta de baseado ? Pense bem ! [ Karin Gabriel ]
Virtual
De onde vim? Pra onde irei? Não sei
Nada está no mesmo lugar
Meus olhos no espelho, ainda estão vermelhos
Não agüentam me ver chorar
Eu daqui, você de lá
Encontros virtuais todo dia
Já nem sei no que vai dar
Nossa paisagem nova, pop filosofia
Outra realidade pra anestesiar
Nossa viagem sem sair do lugar
Eu sei que o nosso amor ainda navega
Mas tudo que eu grito não chega aos seus ouvidos
Nada mantém o meu coração refém
Preso no espaço sideral
No abismo da rede, ondas que vão e vêm
Alimentando o amor ideal
Tudo bem, tudo igual
Novamente sem seu sorriso
Até amanhã, e ponto final
Pra ir pro paraíso, tudo que eu preciso é
De outra realidade pra anestesiar
Nossa viagem sem sair do lugar
Eu sei que o nosso amor ainda navega
Mas tudo que eu grito não chega aos seus ouvidos
Eu, numa ilha, sem balanço do mar
Mal, minhas garrafas sempre voltam pra cá
Talvez tudo vá se encaixar
Mas sei: solidão a dois, nunca mais
Eu queria desenhar para ti um poema
Um poema q fosse um estuario oriental onde pudessemos estar sozinhos como a ideia vegetal de uma vela
Um POEMA q fosse como o tronco de uma arvore onde pousassem as avez azuis da tua voz
Um Poema q me dissese em quantos rios se escoa a hipotese do nosso encontro
VÓ
Onde estão as pitangas,
As bananeiras e as secas e verdes folhas?
Onde estão as taiobas e os efós?
Os livros cheios de encantos por onde me revelava sonhos...
Onde, os olhos azuis e verdes (acinzentados)?
Onde, as mãos nas minhas ao atravessar a rua?
Mamoeiros, araçazeiros e velas emergenciais...
Frente ao nicho dos santos, dos prantos do menino, eu
Dos sorrisos alucinadamente felizes, meus
O agasalho e a gemada frente à TV sem cor e colorida
Fazíamos tapeçaria, eu e meu irmão (o segundo)
O beijo, o afago, o abrigo, o agasalho...
Onde, onde, onde?
Onde a “casinha feliz” e os contos do Lobato?
Onde o som da flauta, do violino e o sabor do pão delícia?
A leitura, no início da manhã, e a voz doce que lia, onde?
A calça da mulher além das muralhas do tempo, onde?
O batom vermelho, o ruge, os óculos, os brincos, onde?
Os sapatos altos, os atos fortes, a telha velha, o pão torrado, onde?
As bolsas, as pulseiras, os anéis, o anel de professora, onde?
As estantes, o cristo na cabeceira da cama, o meu deleite...
Tanta felicidade, tanta segurança, tanta fantasia, tanto amor...
Esperei da vida uma máquina fotográfica e nada se apagou...
Nada se desbota nada se resume nada estanca, mas, onde?
Parece que o quintal acabou. Apenas parece...
Simplicidade e sofisticação da mestra
Os versos em francês da vó
Li o acróstico que um pássaro escreveu pra flor
Parece que o quintal acabou. Apenas parece...
Onde, a postura encantadora da candura que me acalentava?
Onde, a canção que fiz sendo cantada pela cansada voz?
Lá no quintal da minha casa, pois assim me fazia ver, tinha o céu
Parece que o céu morreu no quintal. Apenas parece...
Os lugares por onde passamos, se encontram no mesmo lugar; enquanto você se encontra em lugar distante.
Sabe, agente escolhe os caminhos por onde passa, mas não escolhe as pessoas que aparecem nele. Agente faz escolhas, toma decisões e inconscientemente tomamos da vida as reações destas escolhas. Não podemos levar estes presentes com agente na mala, mas levamos o gosto de todas as histórias no coração, e junto dele aquela saudade.
Queria voltar o tempo de criança,onde qualquer coisa pra mim era brinquedo,tudo era interessante,e não tinha maldade em meu coração...
De tanto pensar em você...
De tanto querer você.
Me perdi.
E agora onde me encontro?
Se tudo em mim reflete você.
Autoria: Leila dos Reis
A vida é como um quebra-cabeça, onde peças são as pessoas.
Devemos procurar as certas, para que seja moldado algum sentido.
Vou sempre lembrar do seu bjo, do seu abraço e do seu carinho. Vou lembrar, mas não vou chorar. Onde está aquele amor eterno que me jurava? Estarei toda noite em seus sonhos até o fim desse pesadelo que vivemos. O amor mais uma vez me enganou, e eu cegamente acreditei...
Eu sempre te falei do medo que eu tinha de me apaixonar de novo, mas você sempre me deu forças e me fez acreditar que eu era capaz, e que eu poderia te amar mais do que eu já amei uma vez. Acreditei em seu olhar e me entreguei ao seu amor. E você sempre me dizia que nada nem ninguém conseguiriam separar a gente. Mas agora vejo que isso não foi verdade, não sei exatamente o que aconteceu depois daquele dia em que foram te buscar, o que te falaram ou te fizeram, mas ontem ao passar por você pude perceber toda frieza que sentes, não sei por que ou mesmo se é por mim. Mas você nunca agiu daquela maneira. Não poço tirar conclusões sem ouvir o que tens a dizer, se é que tens algo a falar comigo ou se ainda queres falar comigo. Mas pelo que notei, de momento você quer manter distancia, eu sempre te falei que respeitava qualquer decisão que você viesse a tomar, mesmo que essa fosse a mais difícil a seguir. Mas eu faria tudo pelo teu bem...
E vou entender assim, vou ficar distante até quando você achar ou quiser que eu volte. Porque isso é amor de verdade, e ficarei feliz vendo você feliz, estarás longe dos meus olhos, mas sempre bem perto do meu coração...
(especial JC)
Quanto a mim, decidi que o púlpito onde devo pregar a palavra de Deus, será erguido em todo lugar onde houver um coração sem Cristo.
