Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Eu não sabia que numa distração
Esse meu coração ia me dar um golpe
Se eu soubesse ia me preparar
Sei lá, grudar os olhos com uma fita crepe
Te ver chegar e desviar das suas flechas
Mas o seu cheiro me tomando pelas veias
Lento, leva-me a êxtase
E eu já não posso segurar as rédeas
E corre pela estrada, Corre a procura
De alguma distração, qualquer tipo de fuga
E ao final do dia só há esperança
Que descongela e desperta essa criança
Que insiste em ter você só você como cura
Pra todo esse medo que cobrem as dunas
A cidade anda vazia e sem cor
Traga seu sol, desfaça o que o frio deixou
Ou vá pra longe e deixe que eu morra em paz
Se é que mesmo a morte vai me procurar
Se não restar mais nada pra ela matar
Ou vida que lhe valha reduzir ao pó
Ela sabia bem lá no fundo, que aquele encontro poderia ser o ultimo. Ou, o recomeço de uma nova historia. A vida não tinha sido relevante com eles. Pra ser sincero, ela foi bem injusta e justa com o tempo. Mas existia uma especie de imã, que os atraia. Não existia orgulho ou traição maior que aquela atração física que se nomeava como amor. Era um momento só deles, feito pra eles e nada mais. Clarisse levantou cedo e suas ações eram passar horas em frente ao espelho ensaiando um discurso imenso pra dizer pro seu querido, Zé. Ela sabia que no fundo, palavras poderiam machucar.. e naquele momento, a unica coisa que tinha que ficar intacto era o amor, e assim deixar seu coração falar..
Clarisse encheu o pulmão de coragem, e falou:
— Não preciso de ninguém, Zé. [suspirou] Só de você!
(…) Eu não sabia o que lhe dizer, pra falar a verdade não sabia nem o que estava sentindo. Era muito fácil o ver saindo e voltando na minha vida sem pedir licença. O difícil era aceitar e saber conviver com aquelas idas e vindas. Ele já sabia a hora certa de chegar, só não sabia a hora certa de ir embora. E era isso que mais me dava raiva, quando eu achava que ele então iria ficar pra sempre, eu acordava e não o via lá do outro lado da cama. Quando ele ia, até os assuntos narcisistas, me faziam falta. Até a forte habilidade dele, de assistir novela e achar graça dos diálogos sem muita importância, deixava-me um vazio extremo. Eu ficava peripécia de como as idas dele mexia tanto comigo. Porque eu ainda não tinha me acostumado com essas idas e vindas dele? Já era pra eu ter preenchido esse vazio - há muito tempo. Desde aquele verão em Londres, quando ele deixou uma xícara de café com um bilhete encima da cabeceira da cama, escrito: “Pode me esperar? Eu sei que sim.” E o que mas dá raiva, era que o motivo dele sumir tanto assim das minhas vistas, era por eu ter deixado a porta aberta na primeira vez que ele foi embora. E era esse o motivo que me fazia não debater em nada: a culpa foi minha e continua sendo. Até chegar o dia em que o café quente irar perder o gosto, ou não aja, mas as folhinhas-cor-de-rosa pra ele deixar um bilhete de despedida. Ou então chegue o verão e eu feche a porta e não o deixarei mas entrar.
Por que tudo tinha que acabar assim, hein destino? Eu gostava tanto dele e você sabia disso, destino. Você sabia que eu sonhava com ele, almoçava pensando nele, e ia dormir pensando nele. E a música ao fundo dizia "Baby, por que foi para tão longe? Bastava não telefonar". E eu só consigo suspirar. Suspiro de tristeza, desconsolo e de saudade.
prendi a beber, e me comportei de forma que nem sabia o que estava fazendo. A única coisa que realmente queria era me livrar de toda loucura que criei. Eu não o amei, e tenho certeza disso. Passava dias sem saber dele, e não sentia saudade. Quando resolvi colocar ponto final, senti saudade por toda minha família. Senti saudade de ouvi-lo. Senti saudade dos apelidos e até mesmo daquela grosseria toda.
Aprendi a beber, e me comportei de forma que nem sabia o que estava fazendo. A única coisa que realmente queria era me livrar de toda loucura que criei. Eu não o amei, e tenho certeza disso. Passava dias sem saber dele, e não sentia saudade. Quando resolvi colocar ponto final, senti saudade por toda minha família. Senti saudade de ouvi-lo. Senti saudade dos apelidos e até mesmo daquela grosseria toda.
era em você ...
Que a pouco tempo falava, só não sabia o que dizia, acho que seu nome rimava com os versos da poesia por isso as palavras fluía.
Era em você...
Que todo momento pensava.
Que a todo instante queria.
Descobri o quanto amava, e esse amor em mim não cabia...
Era por você....
Que minha alma chamava e chorava..
Era por você ...
Que o pensamento buscava, somente por você, quem diria?
Mas minha busca terminara quando você sorria..
Era por você ...
Que meu corpo implorava, que meu coração tanto pedia, quando perto de você
chegara então a felicidade que eu tanto precisava, você me beija e tudo se acalma ...
Um dia pensei que era feliz, não sabia tamanha ilusão na qual vivia.
Algo crescia, e eu... ? só sorria.
Achando que aquilo tudo no futuro faria parte da minha nostalgia.
Mal acreditava que não seria pelos caminhos nos quais andava que a vida me surpreenderia.
Andar torto no caminho certo, me julgava cheio de si, Um ser humano repleto.
De vento só se fosse...
Até que chegou a hora da tristeza me dar um close
Deixando a desejar, pois as memórias dos poucos momentos que tive me faziam sonhar.
Ao ponto de querer chorar, para que o passado volta-se, e eu andasse novamente seguindo em frente.
Doente.
Meus conceitos, me enchi de defeitos, suspeitos da minha agonia.
A ferida nunca se curou, só colocaram um curativo.
Iludido ontem, Apressado hoje, Feliz amanhã.
Não conhecia a palavra que me alegraria. "Desejo"
De mim, de ti, do bem, da faca e do queijo
Por 1, 2, 3. Desejo de mais, quero de menos
Nisso fiz, fiquei e andei. Só que era vazio
Como se aperta-se um botão e "BOOM"
Meu coração se destruiu.
Brinquei de Desejar, e logo passaram a me querer.
Bem mais a frente fui compreender
Não se brinca com quem trinca pescoço e ajoelha em sal grosso
Sofri, fiz sofrer... vivi e logo queria morrer
Perdi o sentido, por muito tempo vivi sem abrigo
Conturbados os meus dias de falsas alegrias
Desejos monótonos e cheios de covardia
Eu sorria, só sorria... e esperava, aguardava até o dia em que teria coragem a me desprender de toda essa "IMAGEM" criada Por gente que desejava...
Mas não arcava com minha Dor... cansado disso tudo Maduro me julguei, nessa terra que vivo fiz curso de pseudo-rei.
Queria tudo que via... mas não podia... Nem tudo é do jeito que um rei quer
Ainda tem Desejos por trás de quem controla, más... não me controlo.
Exploro mais ainda meus sentimentos exploro tanto que encontro o que não estava procurando.
Um motivo para sorrir e a cura completa.
Eita vida que ficou repleta de alegria, paixão, desejo além de beijo
Jeito meu que passou a ser teu, e eu passei a ser você
Hoje eu sou um ser que não falava de romantismo hoje a cada 3 palavras, 6 são leves retoques a toques seus em meu coração.
Curou minha amargura, com seu jogo de cintura.
Obrigado do jeito errado, dizer essa palavra a você é pecado. Gratidão pelo desejo que você me arca e aquele beijo que ganhei quando fiquei nostálgico de tristeza
E aquele jeito no qual nos servem a mesa. Realmente Hoje ! EU SOU CONTENTE
O que desacreditava que alguém poderia dizer que " ME AMAVA"
Eu sonhava... Hoje creio. Tudo o que escrevo e escrevi, tudo que vivi e aprendi, sofri e compartilhei.
Estou pronto para ver o que você pode fazer a mim. O Bem ou o Mal
O Amor ao sol, ou na noite de carnaval.
Sua dança me cansa, sua idéia e compativel... Enfim, você é incrivel.
Muitas vezes com medo de amar,me recusava a te olhar,
Mas meu coração so sabia procurar,aquele caminho,o caminho pra te amar...aquele teu olhar.
Era assim... ele não a conhecia, mas a olhava de longe. Ela já sabia quem ele era, mas desviava o olhar. Ele sabia que ela era intocável, inatingível e talvez por isso a desejava tanto. Ela sabia que ele era popular e havia tido provas suficientes para apenas um dia. Ele ansiava saber seu nome. Ela teimava em manter-se “invisível”. Ele era persistente. Ela era reticente. E por mais que ambos ao seu peculiar modo evitassem, de alguma forma qualquer tipo de contato mais pessoal, nenhum dos dois conseguia esconder o que realmente esperavam um do outro. Ela esperava que ele parasse de ser tão chamativo. Ele esperava que ela visse nele o que todos viam. Ela via nele o que todos viam, mas talvez ele não entendesse realmente o que ela via nele. Ele esperava que ela se mostrasse um pouco mais, assim ele não teria receio de lhe tocar o rosto. Ela tinha um rosto de boneca, daquelas produzida sob o mais fino trato. Ele tinha aquela barba por fazer e carregava sempre um sorriso sacana em seu rosto. Ela, mesmo contrária a suas pretensões, amava a forma como ele não se preocupava com o mundo a sua volta e isso a fazia sorrir de forma boba. Ele amava o fato de como ela se mantinha firme, sempre sendo detalhista em cada passo, cada suspiro. Ela tinha medo de tudo que poderia acontecer. Ele tinha medo do que poderia acontecer, se outro chegasse antes dele. Eles eram diferentes em tudo. Ela retraída. Ele extrovertido. Ela simpática com quem achava que devia ser. Ele simpático com todos os a sua volta. Mesmo com essas diferenças todas, os dois se tornavam cada vez mais próximos, apesar de nenhum deles ter conhecimento do sentimento do outro, era um amor quieto, calado, ingênuo e por que não avassalador de sua única e singela forma? Não tinha explicação! Ela pedia para suas amigas, o que deveria fazer. Ele evitava comentar seus sentimentos aos seus amigos. Ela sempre obtinha a mesma resposta: - Fica do jeito que tá e deixa-o vir que um dia ele virá. Ele não sentia vergonha do que sentia e sim medo de que chegassem ao ouvido dela e tudo se perdesse. Ela sabia que ele não era perfeito, mas isso não importava muito pra ela. Ele sabia que ela era perfeita demais pra ele, ao seu modo, e isso o deixava inquieto. Ela o amava. Ele a amava. Isso bastava, em silêncio começou só que agora o silêncio não mais bastava. Ele tomou coragem e se aproximou, pediu seu nome. Ela corou, com as mãos trêmulas, pronunciou. Ele então a convidou para um passeio no final da tarde, que ela de prontidão aceitou, então não se teve mais pontos, não teve mais “Ela” e não teve mais “Ele”. Havia agora duas pessoas, dois tipos de pessoas que não se completavam e sim agora se somavam, juntos até que nada mais precisasse ser explicado, nada mais precisasse ser dito e que se um dia acabasse que terminasse da mesma forma, em silêncio e de forma pura e ingênua.
Eu pensei que sabia e conhecia o amor...
Isso só aconteceu no momento em que te
abracei pela primeira vez, meu filho!
Não esperava te conhecer,
Eo não sabia que isso ia acontecer,
Agora o tempo passa eu fico mal,
Sei que é ilusão achar que tudo é real,
Você, numa tarde apareceu,
Me diz como evitar, me sentir assim
Antes de te encontrar, eu sabia o que era paixão,
agora que te conheço, sei exatamente o que é o amor.
O céu fazia de tudo para não chorar. Sabia que suas gotas não desceriam sós. Elas carregariam toda sua raiva e tristeza acumuladas e causariam destruição. E eu sabia que já havia prometido nunca mais chorar por qualquer coisa relacionada a ti e mesmo assim a estúpida vontade de soltar as estúpidas lágrimas não ia embora. Hoje eu estou como o céu. Triste e nublado. E embora eu saiba que a probabilidade de chuva é 99,9%, eu estou tentando não chorar.
Estou tentando ser menos o céu de hoje e ser mais o céu de ontem, que diferente desse estava feliz e azul… Estou tentando não me destruir por dentro e matar milhões de sentimentos que não merecem morrer só porque uma pessoa me fez sofrer. Mas talvez seja impossível. Lembrar de ti não é tão fácil quanto parece ser. Não são apenas lembranças. São as suas lembranças que fazem questão de ainda viverem em mim. São lembranças da época que o amor parecia ser para sempre, como ele sempre parece ser, mas não foi.
Ele acabou. Fez as malas e foi embora junto contigo. E como tu, nunca mais voltou.
O céu fazia de tudo para não chorar. Sabia que suas gotas não desceriam sós. Elas carregariam toda sua raiva e tristeza acumuladas e causariam destruição. E eu sabia que já havia prometido nunca mais chorar por qualquer coisa relacionada a ti e mesmo assim a estúpida vontade de soltar as estúpidas lágrimas não ia embora. Hoje eu estou como o céu. Triste e nublado. E embora eu saiba que a probabilidade de chuva é 99,9%, eu estou tentando não chorar.
Estou tentando ser menos o céu de hoje e ser mais o céu de ontem, que diferente desse estava feliz e azul… Estou tentando não me destruir por dentro e matar milhões de sentimentos que não merecem morrer só porque uma pessoa me fez sofrer. Mas talvez seja impossível. Lembrar de ti não é tão fácil quanto parece ser. Não são apenas lembranças. São as suas lembranças que fazem questão de ainda viverem em mim. São lembranças da época que o amor parecia ser para sempre, como ele sempre parece ser, mas não foi.
Ele acabou. Fez as malas e foi embora junto contigo. E como tu, nunca mais voltou.
Ela sabia que só precisaria de quatro passos para mudar sua vida e mesmo assim hesitou em realiza-los. Ela queria deixar tudo para trás e esquecer o que havia acontecido, mas era impossível controlar sua mente e seu coração à noite. Eles insistiam em relembrar a sua vida inteira em apenas 8 horas de sono.
Mas agora ela estava ali. Cem centímetros separavam seu corpo do ônibus que a levaria para bem longe. Para onde as lembranças não a atingiriam tão intensamente… Sua mala já estava lá dentro. Só faltava o corpo. Aquele corpo cansado e ferido… Ele precisava se descongelar. Precisava esticar as pernas e dar alguns passos, mas seu coração o impedia. Pobre coração, queria mais dor. Mas ela não. Ela sabia o que queria. E eram apenas quatro passos.
Levantou uma das pernas delicadamente. Ela tremia. Tudo tremia e ela lembrou-se da primeira vez que decidiu partir. Lembrou-se de quantas malas e roupas foram com o ônibus e ela continuou ali parada. Não é que em outros lugares as lembranças não a atingiriam, mas é que estar ali, naquele lugar, naquela cidade, a machucava tanto. Ver o rosto do seu amado todos os dias e não poder toca-lo a machucava mais ainda.
Ela queria outra vida. Outras ruas, outros bares, outras pessoas. Queria entrar em outras cafeterias e não encontra-lo lá. Ir ao cinema e não vê-lo nos braços de outra garota…
Ela entrou no ônibus. Não tinha mais medo; não lhe faltava coragem, mas lhe faltava forças para vencer aquela batalha entre a mente e o coração. Suas pernas não sabiam mais que caminhos traçavam, não sabiam quem obedecer ou o que fazer. Então elas retrocederam. Desceram o degrau que as mesmas subiram há poucos segundos atrás. Ela iria sair do ônibus. Mais uma vez iria desistir.
— Senhora? Estás bem? – perguntou um sujeito de aparência humilde.
Ela não respondeu. Nunca gostou de mentir para as pessoas. Ela só mentia para si mesma.
Mentia todas as vezes que sorria e todas as vezes que acordava. Ela não queria sorrir e nem acordar. A única coisa que queria era partir e agora ela estava ali, mentindo mais uma vez para si mesma. Estava retrocedendo. Estava desistindo.
— Senhora? – insistiu o sujeito.
— Não… – ela disse baixo.
— Quer ajuda?
Ela só esticou os braços e ele a puxou. Entregou sua passagem e sentou. Pela primeira vez ela observara a cena de outro ângulo. Observou o ônibus partindo de dentro dele, não de fora, e não mentiu ao sorrir.
