Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora

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⁠Deus.
Ele é a minha Força e a minha Fé!

⁠Pertuba-me
Da minha cama se faz dono
Lambuza o meu prato
Me faz refém dos desejos
Submissa
Me jogo no chão
Me usa
Come da minha comida
Bebe do meu vinho
Me faz pecado
Em taças me entrego
Sem pudor
Sem vergonha...
Em bilhetes e canções !

16/06/2020

Sr. Tempo:

Onde ficou a minha felicidade?
Ficou lá para trás,
brincando de esconde-esconde na sombra de uma árvore.

Onde ficou os sonhos?
Ficou lá para trás,
fazendo às pazes com
a realidade.

Onde ficou o amor?
Ficou lá para trás e
a essa hora já dobrou a esquina.

E agora, o que posso fazer?
Faça as pazes com você,
e siga a rua estreita da vida,
pare naquela que for mais florida.
Onde há flor;
Há sonhos;
Há amor e também há recomeços.
Poema de autoria #Andrea_Domingues ©

Todos os direitos autorais reservados 13/10/2019 às 13:40 horas
Manter créditos ao autor original #Andrea_Domingues

Confesso!
Sou Bruxa de natureza, e minha magia é mental.
Não tenho medo do fogo, ele é meu aliado.
Queimem-me se puder,
Ou não temas por sair queimado

... é como se seu toque
fosse a minha motivação diária
Me perco na beleza singela
dos teus olhos castanhos
E é o branco da tua pele que me transmite paz
Tenho a plena certeza que as estrelas sentem inveja do brilho do teu sorriso
Teu corpo me trás calmaria e confiança
Você me ganhou aos poucos e hoje me tem por inteira
Me conforta em saber que sou dona do seu amor, carinho, respeito e confiança
Mesmo com os meus medos, anseios e problemas
te garanto e afirmo que:
Com você não tem tempo ruim!
E como diz o ditado
''cada uma com a sua sorte''
e você é a minha

“Sempre fui o protagonista, dessa minha história como figurante da vida”

ODISSEIA (soneto)

Minha saudade de querer-te, ideia
Meus dias poetam versos em te ter
Pois vives no meu viver sem tu crer
Numa saudade de vida em odisseia

Não é só uma razão no meu querer
És o enamorar em noite de lua cheia
Mistérios pra que minh'alma te reteia
E contos de amor escritos pra eu ler

Já tantas vezes lidos, no céu, na areia
Relidos nos sonhos do meu entardecer
É tão presente numa clássica epopeia

És o meu amor, a aurora no amanhecer
Quem no meu palco encenou a estreia
Enlouquecendo por inteiro o meu ser

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
16/06/2016, 17'26"
Cerrado goiano

Dois Tempos

O tempo pode voltar sim! Basta apenas fecharmos os olhos e a mágica começa.
Minha mente é sedenta por recordações e faminta pelas boas lembranças, vivo intensamente o momento de tempos atrás, sinto as gotas da chuva, sinto o gosto daquele beijo, me realizo ao presenciar você envolvida em cenários tão reais.
Voltar no tempo e reviver é mais uma forma que encontrei para regar o meu amor por ti.
Quando estou no presente ao teu lado, percebo como é dinâmico, vibrante e diferente caminhar por dois mundos só para te ver e te conquistar cada vez mais com outros olhares e com o dobro de emoções.

RETORNO (soneto)

De volta à minha vida de outrora
Há inquietude com o meu futuro
Tal, embora, o atual seja escuro
A intuição me diz pra ir embora

É assim, no raiar, uma nova aurora
Vai e vem, prevalece o afeto puro
Só na fé com compaixão é seguro
E na esperança que se faz a hora

Porém, se perde, também se ganha
Nas dores, se bate, também apanha
O próprio tempo que doutrina a gente

Pois no dever cumprido, vem o sentido
Da correlação, e ser mais agradecido
Hoje vou melhor, com amor mais ingente

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano

copyright © Todos os direitos reservados
Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol

Pois que te amarei, flor de luz de minha vida, em cada uma de minhas respirações, tanto em teus momentos de glória, quanto em tuas horas de sombra. É por onde fores, que teus olhos possam enxergar mais longe, como a continuidade dos meus. E com quem estiveres, como estiveres, onde estiveres, saibas que contigo eu sempre estarei, torcendo para que tomes o que é teu por direito divino, e com isso faça de sua passagem pelo mundo um marco semelhante ao do jardineiro que não conseguiu tirar das mãos o perfume das flores que colheu.

O meu corpo é a minha casa;
a minha cabeça, o meu teto;
os meus pés, o meu alicerce.
E Deus sustenta a minha moradia.

Minha razão e alegria de viver, cabe dentro do seu abraço;
Meu universo inteiro, cabe dentro do seu amor.

Tem meu nome e minha família, meu clã e, se necessário, a proteção do meu corpo também.



A viajante do tempo, Outlander

Então segui,
com um frescor de vida que exalava nos ventos da minha saudade.
Segui com a felicidade que resgatei das lembranças.
Segui com a alma florida de esperanças.
Ensaiei um sorriso, e ele veio lindo!
Abraço o vento que me sopra o aconchego de Deus.
Sigo porque meu coração é fruto dos meus desejos, baú dos meus sonhos.
Sigo pois a fé me cura, meus pés se cansam mais a vontade de chegar é mais forte.
A minha alma é cheia de marcas, cicatrizes...
Porém o amor insiste em bordar sorrisos em mim! Agradeço a Deus então sigo ...❤
-----Lanna Borges.

É com minha caneta, que traço, linhas douradas... sobre o papel.

Caneta azul, azul caneta
Caneta azul tá marcada com minha letra

Minha depressão é tão louca que cria até mundos

Se tem algo que me orgulho é ter me tornado o homem que minha mãe me ensinou a ser.

A alegria e a tristeza estampada em minha face muitos já presenciaram, meu amor sincero e verdadeiro poucos tiveram, não ache que me conhece pelo meu jeito ser, mas nem todos compreendem, meus pensamentos ah meus pensamentos esses só eu e Deus que sabemos, muitos falam da minha vida, mas poucos sabe da realidade, e menos ainda participam dela.
Um grande beijo em seu coração.
Perazza.’.

Desfolhos

Do outono no cerrado e seus desfolhos
Minha saudade caia ao chão fragoso
Do meus ásperos e mirrado tristes olhos
Em tal lira de verso aflito e rancoroso

Nos ventos secos e enrugados chiavam
Os gritos da noite numa solitária canção
Onde lembranças aos astros clamavam
Esmolando do silêncio alguma atenção

Só um olhar neste brado de compaixão
Um olhar, um eco, uma mão...

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
30/04/2016, 18'00" – cerrado goiano