Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
“E percebi, depois de um certo tempo, que a sua risada não é mais a mesma, agora você soluça menos. Os seus olhos que outrora brilhavam refletindo a luz da lua, hoje pesam um mel sobre as olheiras. O seu sorriso sempre branco, está amarelo em consequência dos vícios malévolos. O seu jeito de me fazer sorrir se tornou menos eficaz e o máximo que consegues me roubar tem sido um sorriso abatido puxado pro lado esquerdo, levantando as sobrancelhas. Seus cabelos loiros e anelados que cheiravam baunilha, agora estão sem vida, sem cheiro, sem cor. As suas vitórias foram reduzidas e os seus pecados multiplicados. As tardes de sol tem sido frias. As suas manias se perderam no tempo. O seu abraço quente em um dia frio se tornou um abraço frio em um dia quente, mesmo quando não faz sol. Mesmo quando não faz sol. E quando eu passar a não notar os seus trejeitos indelicados, virei a guardar as boas memórias. As lembranças carregadas nas rugas, nos nomes, nos anos… E ainda assim, desejarei o seu abraço indiferente e a sua risada sem graça.”
Comigo agora é assim: Acompanha meu amadurecimento ou te abandono. Pra mim amadurecer não foi fácil e ainda não é. Por isso não quero perde nenhum momento que estive aprendendo só porque você ainda quer bancar o adolescente problemático.
Já que diz me amar tanto, porque as suas atutides me provam o contrario?
Falar é fácil, agora as atitudes é que provam se realmente é verdadeiro.
Agora, vivo num planeta dolorido, transparente como o gelo. É como se houvesse aprendido tudo de uma vez, numa questão de segundos. Minhas amigas e colegas tornaram-se mulheres lentamente. Eu envelheci em instantes e agora tudo está embotado e plano. Sei que não há nada escondido; se houvesse, eu veria.
E agora, menina?
A amarelinha borrou
a brincadeira acabou
o faz-de-conta sumiu
o tempo passou,
e agora, menina?
e agora, você?
você que é sem fronteira,
que se busca nos outros,
você que faz amigos,
que se apaixona, odeia?
e agora, menina?
Está sem correntes,
está sem exemplo,
está sem trilha,
já não pode chorar,
já não pode conter,
eximir-se já não pode,
a noite estrelou,
o príncipe não veio,
a liberdade não veio,
o sonho não veio
não veio a perfeição
e tudo virou
e tudo explodiu
e tudo desapontou,
e agora, menina?
E agora, menina?
Seu pronto sorriso,
seu tempo de fantasia,
sua vontade e desespero,
sua festa,
sua roupa de mulher,
seu jeito de criança,
sua inconstância,
seu encantamento – e agora?
Com o desejo no corpo
quer sair pela janela,
não existe volta,
quer correr o mundo,
mas o mundo a engoliu,
quer colo,
Colo não há mais.
Menina, e agora?
Se você ouvisse,
se você recuasse,
se você deixasse
a mão guiá-la,
se você serenasse,
se você pedisse,
se você consentisse...
Mas você não retorna,
você é grande, menina!
Solta na vida
qual gata de muro,
sem medo de altura,
sem beira segura
para se equilibrar,
sem anjo alado
que proteja sua sorte,
você continua, menina!
Menina, para onde?
Esqueça as criticas. Eles não sabem pelo que você passou para chegar onde está agora. Eles não sabem quanta coisa você esconde por trás dos seus sorrisos. Eles não sabem quantas lágrimas você já derramou antes de pegar no sono. A única coisa que eles sabem sobre você, é o seu nome. Vai mesmo abrir mão de quem você é, só pra agradar alguns estranhos?
Conhecer você foi incrível, debruçar meus olhos em cima dos teus foi mágico.
Agora tocar teu corpo sem as mãos e sentir tua alma foi encantador.
Mas em algum momento você começa a perceber, sua vida está acontecendo agora, não depois da faculdade (de medicina), não depois da residência, agora. Isso é tudo, está bem aqui. Pisque e você vai perdê-la.
[…]
Você disse? Eu te amo. Eu não quero viver nunca sem você. Você mudou minha vida. Você disse? Faça um plano, defina um objetivo, batalhe por isso, mas sempre, agora e novamente, olhe em volta, beba-o, porque isso é ele. Tudo pode ir embora amanhã.
Tive tento medo de te perder
investi tanto amor por você
e agora, como faço pra te esquecer?
Pois te perdi por tanto te querer!
Foi demasiado amor
te sufoquei com meu querer
e agora perdi você,
E eu não sei como te esquecer!
Andei bebendo vinho de mãos dadas com Dionísio. Agora páro e corro para as direções retas e corretas de Apolo. Racionalidade é tudo!
Tenho pressa. Só consigo prometer o agora. Talvez, amanhã a casa esteja bagunçada. Talvez a cama não esteja arrumada. Talvez chova. Talvez molhe e a gente não suporte a friagem. Talvez amanhã as palavras estejam velhas. Talvez não dê tempo. Talvez não tenhamos sorte amanhã. Hoje não. Hoje, estou preparada. Hoje, tive tempo para organizar os sentimentos aqui dentro. Hoje, conservo as lembranças. Hoje, ainda existe a poesia. Hoje, conservo o frescor dos desejos.
Tem que ser hoje, pois ainda somos.
Anjos caídos, que voam sem asas nos labirintos, perdidos. Onde antes paraíso agora ruínas, construídas pela constância do indigno, se autocondenando por alicerçar o desequilíbrio.
Anjos caídos, nas esquinas, nos prostíbulos, nas cadeias, no ódio assumido e íntimo.
Anjos caídos feridos, simplesmente caminham, na procura da cura que em outrora esteve suave em vossas mãos, agora sentimos, longe distante, e que algo vem nos aprisionando a alma e selando o coração.
Anjos caídos, na contínua busca de esperança pra reverter um veredito.
Anjos caídos...
Mas ainda vivos.
Você desenhou estrelas ao redor de minhas cicatrizes, mas agora estou sangrando.
Ontem foi você que não me quis...Hoje, agradeço e fico feliz com sua decisão! Pois, sei agora que tudo que sou e consegui, com um homem como você ao meu lado, eu "jamais" teria conseguido!
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