Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora

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Ela se faz de durona. Não posso negar sua força. Se mostra uma pessoa decidida e deliberada. Não direi ser o contrário. Se apresenta, na forma de agir, uma pessoa autossuficiente. Quem sou eu para desmentir o óbvio?

Ela é tudo isso. Ela, com sua cara fechada quando quer ou com um sorriso que estampa toda face no momento que acha oportuno, é o que bem entender. Ela pode!

Mas como o estereótipo pode ser moldado de acordo com o momento...

Ela é doce, tão doce que o amargo do outro não interfere. Ela é de uma meiguice ímpar. Não há igual. Ela é sensível e com esta sensibilidade cativa e angaria mais e mais admiradores. Confesso que causa ciúme. Ela é pura e ingênua, ao menos demonstra com seu rosto angelical. Ela é o que há de mais Belo neste mundo feio. Ela é o que posso chamar de espetáculo e exageiro da natureza.

Por fim, ela é o ser que Deus colocou no meu caminho. Ainda não entendi o recado divino, mas de certo há um propósito, pois não é possível ser acaso o tanto de saudade que sinto e a vontade de voltar alguns dias para tê-la perto a mim novamente.

Não sei explicar o porque estimo, admiro e gosto tanto de alguém que conheço tão pouco, o fato inegável é que fui contagiado e gostei muito, mesmo que isso me faça mais tonto do que já sou. Quase um garoto adolescente.

A lei da vida não se mede pelo que te faz bem ou mal
Mas sim o valor que ela influenciou em teu caminho
Em como você conquistou ou evoluiu
Para que você tenha compreensão
E na própria superação;

Ela arriscava todo o seu caminho não na sua sorte, mas na segurança de si própria, para dar termino as suas inseguranças;
E a sua esperança desata qualquer tipo de incertezas, a fé... É inabalável, dava caminho a coragem de ir além;
O seu céu, chorava chuva que lavava os seus pensamentos de algo inconveniente ao que se acredita ser certo!
Mas Deus sussurrava sempre ao seu silêncio:
"Nunca desista dos seus sonhos, você consegue filha"

A morte não existe, os mortos não sentem ela.⁠

A inveja raramente precisa de palavras. Ela costuma aparecer no olhar de quem não consegue sorrir pela felicidade do outro. Enquanto a admiração inspira, a inveja se revela no incômodo diante da conquista alheia. Os olhos denunciam aquilo que o coração tenta esconder.

Pare. Olhe a natureza até que ela deixe de ser apenas paisagem e se transforme em carinho.

Tão cega é a inveja, que há quem deseje até a sua cruz, sem jamais ter provado o que ela pesa.

Olha a vida lá..
Ela anda..
Ela corre..
Olhem a vida lá !
Andando..
Correndo..
Lembra daquela vida "lá" ..?
Ela passou..
Ela correu..
FIM

A GRANDE FRAUDE DA IDADE

Há uma mentira vendida em cada espelho.

Ela diz que o valor de um ser humano diminui na mesma velocidade em que a pele perde firmeza. Como se os anos fossem ladrões, quando, na verdade, são artesãos. Como se cada fio branco anunciasse um fim, quando anunciam uma conquista.

Vivemos numa época que idolatra o vigor dos músculos e desconfia da potência do pensamento. Fazem culto à velocidade porque desconhecem a profundidade. Confundem juventude com plenitude, quando quase toda juventude é um terremoto tentando parecer um jardim.

As grandes crises existenciais não deveriam existir na alta maturidade.

Elas pertencem aos primeiros capítulos da vida.

São as crises do homem que ainda não sabe quem é. Da mulher que tenta caber nos olhos dos outros. Da ansiedade de provar valor, de competir, de vencer corridas cujo prêmio nunca compensou o desgaste.

Chegar à alta maturidade não é um fracasso do corpo.

É uma vitória improvável.

Porque o caminho até aqui não foi pavimentado por flores.

Foi aberto a golpes.

Cada perda arrancou um pedaço de inocência.

Cada traição deixou um corte profundo.

Cada despedida ensinou uma língua que ninguém gostaria de aprender.

Enterramos amigos.

Enterramos amores.

Enterramos versões inteiras de nós mesmos.

E, apesar dos fantasmas que continuam caminhando alguns metros atrás, apesar das cicatrizes que ainda ardem nas madrugadas mais silenciosas, seguimos respirando.

Isso não é decadência.

Isso é triunfo.

Talvez porque a idade nunca tenha sido aquilo que aprendemos a contar. Talvez ela seja apenas uma medida obsoleta para algo que jamais coube em números. O agridoce da existência não cabe num calendário. Há quem transforme seus anos numa desordem feita de ontem, de dúvidas e de amanhãs cautelosos. Continua vivendo como quem espera autorização para começar a existir. Continua acumulando rugas sem jamais crescer no presente. E, quando isso acontece, a pele envelhece antes da consciência.

Mas existe outro caminho.

Há quem descubra que a idade é justamente o lugar onde os tesouros são guardados. Onde tristeza e prazer deixam de ser inimigos para ocuparem a mesma mesa. Onde perdas e alegrias passam a conversar em vez de disputar espaço. Então os anos deixam de se amontoar. Perde-se a conta. E, de certa forma, deixa-se de ter idade.

Talvez seja exatamente isso.

Chega um momento em que os anos deixam de ser uma pilha de calendários e passam a ser uma coleção de consciências.

As rugas deixam de ser dobras da pele para se tornarem marcas de batalhas vencidas.

A juventude possui cartilagens resistentes.

Nós possuímos discernimento.

Ela sobe montanhas correndo.

Nós sabemos quais montanhas jamais valeram a escalada.

Perdemos velocidade.

Ganhamos direção.

Perdemos elasticidade.

Ganhamos profundidade.

Perdemos a ilusão da eternidade.

Ganhamos a rara capacidade de distinguir o essencial do ruído.

E há uma ironia magnífica nisso tudo.

Os ossos já não suportam o mesmo peso.

Os joelhos protestam.

A pele já não estica como antes.

Mas o cérebro...

Ah, o cérebro.

Depois de décadas colecionando fracassos, amores, lutos, livros, silêncios, erros imperdoáveis e recomeços improváveis, ele se transforma numa força impossível de medir.

Uma mente amadurecida pode possuir um poder comparável ao de uma bomba nuclear.

Não porque destrói cidades.

Mas porque destrói mentiras.

Explode vaidades.

Reduz egos a poeira.

Demole medos que passaram décadas fingindo serem gigantes.

A verdadeira potência nunca esteve nos braços.

Sempre esteve na consciência.

Envelhecer não é caminhar para menos.

É caminhar para dentro.

É abandonar personagens e, finalmente, encontrar o ser humano que passou décadas escondido atrás deles.

Por isso, não tenha vergonha dos cabelos brancos.

Nem das mãos marcadas.

Nem das rugas que insistem em permanecer.

Elas não denunciam o tempo.

Elas testemunham que você atravessou o tempo.

São medalhas que a vida entrega apenas aos que sobreviveram.

Porque chegar à alta maturidade nunca foi uma concessão dos anos.

Foi uma conquista arrancada da existência com sangue, lágrimas, cicatrizes e uma coragem silenciosa que os jovens ainda não conhecem.

E talvez essa seja a maior liberdade concedida a um ser humano.

Olhar para trás sem desejar voltar.

Olhar para frente sem temer chegar.

Compreender que a idade jamais foi o peso dos anos.

Sempre foi o lugar onde reunimos nossos tesouros.

O ponto onde tristeza e prazer finalmente se encontram.

E quando isso acontece, o calendário perde sua autoridade.

Os números deixam de importar.

Perdemos a conta.

E, enfim, deixamos de ter idade.

⁠"o Real - o fato - é universal! A realidade é individual! Ela é a interpretação dos fatos pelo indivíduo, mediante seus desejos, sentimentos e expectativas. Para compreender se sua vida é real ou fantasia, cada um tem que entender se os fatos coincide com a realidade!"

Passamos a vida tentando vencer a sombra, sem perceber que ela só quer ser ouvida.




Quando a reconhecemos e a integramos, o que era dor se torna força, e o que era medo se transforma em consciência.

Riama, tinha um namorado de coração endurecido que não queria aceitar o fato de ela ter se convertido e mudado o seu comportamento e suas atitudes em tudo o que ela fazia.

A medida que ela evoluiu espiritualmente ela foi deixando por vontade própria de frenquentar alguns lugares, de sair com algumas amizades que agora não estavam mais em conexão com os planos que Deus tinha para ela.

Quando ela não conhecia Cristo, ela pensava que o livre arbítrio existia para servir a vida e as coisas que ela acreditava que davam prazer. Com o tempo dedicado a fé Cristã ela percebeu que tudo o que fazemos no mundo está relacionado com a necessidade que nós temos de agradar alguém, da necessidade de aprovação, por mais que desconheçamos ou negamos essa realidade.
Ela conseguiu entender que lá no fundo da alma os nossos maiores sofrimentos vem dessa necessidade de agradar e de ser aceita. Dai ela percebeu que seu namorado estava sendo egoísta e agressivo quando se revoltou com o fato dela ter escolhido seguir a Cristo. E...diante disso ela percebeu que ele precisava de ajuda e ofereceu a ele a oportunidade de ir com ela na igreja e por diversas vezes ela o convidou e ele se recusou dizendo que não queria mudar o seu comportamento só para ficar com ela. Então ela o deixou sem arrependimentos, pois descobriu que é muito mais fácil agradar a Jesus Cristo do que agradar um namorado, uma amiga ou amigo, ou qualquer outro ser humano, e se sentiu feliz por estar vivendo a melhor fase da sua vida e usando o seu livre arbítrio para servir a Deus.

Quando o amor não é de mentira
Se a tristeza está na festa
Ele chega ela se retira

Você pode ignorar a chuva e ainda assim ela continua caindo.

Você pode ignorar o amor e ainda assim ele continua fluindo.

"A gentileza não transforma apenas o mundo ao redor, ela reorganiza o próprio íntimo de quem a cultiva."

" As lágrimas, ela sorri, porque enfim percebe que viver é participar de uma obra divina, onde cada sofrimento é semente, cada gesto é eternidade em construção, e cada ser é chamado a tornar-se luz. "

"A gratidão não elimina a dor, mas impede que ela governe o espírito."

" A ausência não educa o coração de ninguém. Ela apenas revela o que já está nele. Quem valoriza, percebe. Quem não valoriza, acomoda-se. "

"A dor é a única visitante que não bate à porta. Ela simplesmente senta-se ao nosso lado e aguarda que percebamos sua presença."

"A dor é uma sombra fiel. Quanto mais intensa a luz da esperança, mais nítida ela se torna."