Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
"Por causa de um relacionamento ínfimo (que nem íntimo foi) ela exigiu casamento! Ele respondeu: 'Oh, raios! Aproveitadeira é o que tu és! Uma letrinha muda tudo, minha Senhôra!' "
Texto Meu No.1120, Criado em 2022
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Ela não conseguia sair de casa, tanta era a neve que cobria a entrada. Todos os dias era o mesmo. Ou diariamente. Ou dia após dia!"
TextoMeu 1365
"Era duro ver quando ele e ela, mesmo sem se conhecerem, apareciam no banco da praça, ambos lendo livros com o mesmo título, do mesmo Autor e de edições exatamente iguais. Coincidência típica e tola de filmes da década de 1960. Ou 'dava vontade de vomitar', conforme disse Holden Caulfield, em 'O Apanhador'!"
TextoMeu 1371
" 'A Falta Que Ela me Faz' é título de uma das Crônicas daquele Meu Escritor Favorito. O Escritor que sempre disse que queria ser Escritor. 'A Falta Que Ela me Faz' é, também, como me sinto com a ausencia de Helen, Minha Conselheira Chefe. Viajou, de ferias, para casar, com Lua de Mel incluída, imagino! Oxalá volte logo, pois sem Minha Conselheira Chefe fica tudo mais difícil!"
TextoMeu 1416
Do valor que se dá
E lá estava ela, no alto, no topo da frondosa e imponente árvore. Seu ninho parecia o mais belo visto daquela distância na ponta do penhasco que se erguia acima da floresta.
Naquele ninho teria encontrado o que procurava. Não era um ninho qualquer, mas sim um amontoado de gravetos torcidos e entrelaçados com pitadas de paixão, amor, prazer, esforço e dedicação.
No começo aquele lindo ninho supria as necessidades plenamente. Mesmo que estas fossem aumentando, e se tornando descabidas, até que em um momento, um segundo, um instante, tornou-se pouco relevante.
Desde então o ninho foi deixando de suprir as necessidades, em um primeiro momento puramente por se sentir pouco valorizado e solitário. Ela mal percebeu o que acontecia, pois passava o tempo a voar. Parecia ter se cansado ou se desinteressado daquilo que conquistou arduamente.
Lá fora tudo parecia mais lindo, mais intenso, mais gostoso, melhor. E a cada voo, mais parecia perceber que a felicidade estava lá, lá do outro lado, em outro lugar naquela floresta, linda, quente, úmida e cheia de possibilidades de novas descobertas.
O ninho ali permaneceu e se entregou. Já não tinha mais o valor que outrora tivera. Desistiu de qualquer esforço uma vez que logo percebeu do que se tratava. Uma ilusão comum, gerada por aves comuns que se faziam parecer diferentes, especiais, mas apenas estavam travestidas de penas compradas que lhes encobriam as verdadeiras. Compradas nas pedras, nos galhos altos, nos galhos baixos, nos cantos e recantos da floresta.
Ela voando avistou outros ninhos, cada um mais belo e interessante que o outro. Uma libélula amiga do ninho, pousada em prosa com ele, passou um tempo a observar o que ele observava e se manifestou. “Olha meu amigo, o que vejo é o simples vazio. Um mimo ao ser ganhado e conquistado deixa de ter valor para dar lugar a outro mimo mesmo que este seja o mesmo mimo.” O ninho suspirou e sorriu. Estava pronto para receber nova visita, novas penas que não se soltassem com facilidade.
Ela pousou em um destes ninhos e foi feliz, logo depois noutro e feliz foi novamente e noutro e noutro e noutro. O problema é que entre um e outro momento de felicidade dava-se o seu contrário. A infelicidade. Ora, dizia ela, sempre culpa destes ninhos.
Num destes momentos de insatisfação avistou o ninho no alto, no topo da imponente árvore e sentiu-se como sempre. Que ninho belo e interessante. Pensou logo que poderia dar umas rodopiadas por lá para ver como estava. Mas ele estava diferente. Mas era o mesmo, igual. Ficou intrigada.
Ela, num dia alisando as penas nas pedras para embeleza-las encontrou outra. Outra que contava garbosa como era seu ninho. Ela então se deu conta de que aquela conversa trazia saudades. Saudades do mesmo ninho, mas que agora aninhava outra.
Restou-lhe voar e encontrar outros ninhos, um aqui outro acola. Ou talvez o contrário pudesse se dar e esta história seria outra.
Sem Bíblia, o crente vira vento.
Com Bíblia, o crente vira rocha.
Ela é espada, pão, fogo e martelo.
Ela tira o osso fraco e põe tutano no lugar.
Ela te treina para a batalha,
Te firma pra não negociar com o pecado,
Te fortalece pra não cair com qualquer vento.
Aqueles que estão vivendo no pecado, sem arrependimento, muitas vezes fogem da Palavra, porque ela é luz, e a luz expõe as trevas.
"E a condenação é esta: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más."
(João 3:19)
O pecado não suporta a verdade,
Pois ela rasga a falsa liberdade.
Quem não quer mudar desvia o olhar,
Pois sabe que a Bíblia vai confrontar.
Mas quem se rende, quem quer ser sarado,
Mesmo ferido se achega quebrantado.
Pois a Palavra não veio condenar,
Mas curar, lavar, restaurar.
A morte pode tentar encerrar histórias,
Mas o Autor da vida sempre escreve um novo capítulo.
Ela pode parecer um ponto final,
Mas para os que estão em Cristo, é apenas uma vírgula de passagem para a eternidade.
"Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá."
João 11:25
Não temas. Se tua esperança está no Cordeiro,
A morte não é derrota,
É porta de glória.
Quer sombra? Plante árvore.
Sombra não nasce em estação de pressa.
Ela vem do tempo, do cuidado, da constância.
Quem planta hoje, descansa amanhã, e ainda abriga outros. miriamleal
A Palavra não te aprisiona, ela te apresenta o Rei.
E onde o Rei governa, não há correntes que resistam.
A desconfiança não é apenas dúvida sobre pessoas,
ela revela falta de confiança no Deus que transforma. miriamleal
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