Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora

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⁠O fracasso é a caderneta de poupança
do sucesso.

⁠A poesia e o amor
Serão plenamente explicados
quando o sonho e a alma
forem interrogados.

Sou ardida igual pimenta,
Sou doce igual mel,
sou fraca as vezes forte...
sou frágil...sou mulher!

Porque não amar?
Esse sentimento, que nos machuca, é ,fere por dentro, mais que sem ele, não podemos viver. Muitas vezes nos deixa cicatrizes, cicatrizes profudas, que nei otempo consegue apagar.

⁠Honrar seus pais parece ótimo, mas, se você levar isso muito a sério, bem, você pode esquecer de honrar a si mesmo.

"Viva o presente de forma plena, encare o passado como experiência e ponto final."

Quando amamos uma pessoa, a amamos por inteiro, não somente as partes boas.

⁠"Ser uma jovem Cristã não está na moda nos dias de hoje.
Você terá desafios e tera uma vida solitária muitas vezes.
Mas o Senhor lhe recompensara, será confrontada com a cultura deste mundo.
Permaneça firme no propósito, o Criador do Universo te dará refrigério na hora precisa."

Pare de viver sua vida como se estivesse num filme.
Pare de idealizar seu amor em vez de encontrá-lo.
O amor não é sempre como um raio, as vezes é só uma escolha.
Talvez o amor verdadeiro seja uma decisão.
Decisão de correr risco com alguém.
Dar-se, sem se preocupar se vão dar algo em troca ou magoar você ou se é a pessoa certa.
Talvez o amor não seja algo que aconteça, talvez seja apenas uma escolha.

Amor e outros Desastres
Filme: Amor e outros Desastres

Tudo o que é prazer é divino. Só é baixo, só é vil o que não nos faz vibrar de um gozo qualquer.

Pode até parecer óbvio, mas morar num cemitério me faz pensar na morte. Aqui há uma ordem que não existe na vida real, e acho isso estranhamente reconfortante. Talvez essa seja a beleza da morte. Nada mais é complicado. Tudo é fechado e definitivo.

Pare de idealizar seu amor em vez de encontra-lo.
O amor não é sempre como um raio, as vezes é só uma escolha.
Talvez o amor verdadeiro seja uma decisão, decisão de correr um risco com alguém.
Dar-se, sem se preocupar se irão dar algo em troca ou magoar você ou se é a pessoa certa.
Talvez o amor não seja algo que aconteça, talvez seja uma escolha.

Anda em mim, soturnamente,
uma tristeza ociosa,
sem objetivo, latente,
vaga, indecisa, medrosa.

Como ave torva e sem rumo,
ondula, vagueia, oscila
e sobe em nuvens de fumo
e na minh’alma se asila.

Uma tristeza que eu, mudo,
fico nela meditando
e meditando, por tudo
e em toda a parte sonhando.

Tristeza de não sei donde,
de não sei quando nem como…
flor mortal, que dentro esconde
sementes de um mago pomo.

Dessas tristezas incertas,
esparsas, indefinidas…
como almas vagas, desertas
no rumo eterno das vidas.

Tristeza sem causa forte,
diversa de outras tristezas,
nem da vida nem da morte
gerada nas correntezas…

Tristeza de outros espaços,
de outros céus, de outras esferas,
de outros límpidos abraços,
de outras castas primaveras.

Dessas tristezas que vagam
com volúpias tão sombrias
que as nossas almas alagam
de estranhas melancolias.

Dessas tristezas sem fundo,
sem origens prolongadas,
sem saudades deste mundo,
sem noites, sem alvoradas.

Que principiam no sonho
e acabam na Realidade,
através do mar tristonho
desta absurda Imensidade.

Certa tristeza indizível,
abstrata, como se fosse
a grande alma do Sensível
magoada, mística, doce.

Ah! tristeza imponderável,
abismo, mistério, aflito,
torturante, formidável…
ah! tristeza do Infinito!

Deixa, pelo menos falar de nós, por um minuto ouvir tua voz, nem precisa me perdoar.

Quem anda pelas lágrimas perdido,
Sonâmbulo dos trágicos flagelos,
é quem deixou para sempre esquecido
o mundo e os fúteis ouropéis mais belos!

É quem ficou do mundo redimido,
expurgado dos vícios mais singelos
e disse a tudo o adeus indefinido
e desprendeu-se daí carnais anelos!
É quem entrou por todas as batalhas
às mãos e os pés e o flanco ensanguentado,
amortalhado em todas as mortalhas,

Quem florestas e mares foi rasgando
e entre raios, pedradas e metralhas,
ficou gemendo, mas ficou sonhando!

A Morte

Oh! que doce tristeza e que ternura
No olhar ansioso, aflito dos que morrem…
De que âncoras profundas se socorrem
Os que penetram nessa noite escura!
Da vida aos frios véus da sepultura
Vagos momentos trêmulos decorrem…
E dos olhos as lágrimas escorrem
Como faróis da humana Desventura.

Descem então aos golfos congelados
Os que na terra vagam suspirando,
Com os velhos corações tantalizados.

Tudo negro e sinistro vai rolando
Báratro abaixo, aos ecos soluçados
Do vendaval da Morte ondeando, uivando…

O homem que bebe
Não guarda segredo
Dorme tarde, acorda cedo
Com a boca amargando
E cuspindo azedo...

Jacó e Jacozinho

Nota: Trecho da música "Cachaceiro".

SE EU TE DISSE COMO TÁ MINHA VIDA... MELHOR NÃO! POR QUE SE EU DISSER QUE ELA ESTÁ MUITO BEM... NÃO VOU PODER DAR ATENÇÃO PARA TODOS QUE ME CONHECEM. SE EU TIVER MAL NÃO VOU TER A CHANCE DE CONHECER VOCÊS!
Kore Araujo

Inserida por kore

“Me perguntaram porque eu estava tão pra baixo nesses últimos dias… E, eu juro, seu nome ficou entalado na minha garganta.”

⁠Às vezes eu acho que não quero mais amá-la. Isso me assusta.

Inserida por pensador