Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
A dor física do amor.
Nenhuma palavra que eu diga poderá expressar o quanto me dói. Nada que eu faça poderá fazer com que o tempo volte. As conversas com Deus, por mais frequentes que tenham sido, não acalmam meu coração. A presença dos amigos ou de quem diz ser, não preenchem nem um pouco do vazio que a sua ausência me trouxe. As promessas feitas, de um dia para o outro, não significam mais nada além de lembranças que me fazem chorar. Eis que descubro que a dor de amor é física. A solidão se faz presente mesmo quando não estou sozinha. A melhor companhia é a minha cama, que me escuta chorar baixinho e não insiste em dizer que vai ficar tudo bem. E ao mesmo tempo que não te quero, me auto saboto para não me deixar te esquecer. A rotina é outra, a vida me força a mudar de hábitos, mas insisto em passar pelos mesmos lugares. Espero ansiosa pelo tempo, porque dizem que é ele que cura tudo.
Eu estarei lá até as estrelas deixarem de brilhar
Até os céus explodirem e as palavras não rimarem
E sei que quando morrer, você estará em meu pensamento
E eu te amarei, sempre.
Aprendizado
Nos meus relacionamentos eu aprendi a não deixar passar nada despercebido, tudo o que se acontece podemos aprender algo, uma nova forma de agir, uma nova forma de se portar. Às vezes evitaríamos novos erros se aprendêssemos com os erros já cometidos.
Percebemos que não podemos entrar em convívio com alguém que não temos pelo menos noção de onde isso vai dar. Se dizemos sim, então estamos abrindo um mundo para que tal pessoa entre e precisamos escolher bem quem entra em nossa “casa”.
O complicado é que não podemos escolher de fato... precisamos conviver, conversar, conhecer. Mas não podemos escolher quem gostamos, com quem temos afinidade, não podemos escolher nem quem queremos amar, mas podemos escolher como amar.
Nos meus relacionamentos eu aprendi que errei durante muito tempo em minha vida achando que os sentimentos são a causa de fazer com que uma relação dure, mas a verdade é que não são os sentimentos que sustentam uma relação e sim a relação que sustenta os sentimentos. Se nos relacionamos bem com outro alguém, os sentimentos são apenas consequência...
Aprendi que não importa o quanto sabemos sobre um determinado assunto, sobre uma pessoa, sobre como resolver um determinado problema, sempre haverá formas diferentes de pensamentos e temos que reconhecer que só porque pensam diferente, não significa que estão errados.
Aprendi da pior forma... errando.
Não se pode exigir respeito se você não se respeita.
Não se pode se entregar numa relação e esperar
sentimento recíproco se você não se ama.
Não se pode esperar que dê certo, se você não sabe como resolver seus próprios problemas.
Precisamos sempre entender que o começo e o final do nosso amor é sempre por nós mesmo.
A vida é simples demais, mas sempre a complicamos criando expectativas em coisas que não sabemos esperar, ter paciência.
Passei a aprender mais, quando parei de pensar que sabia tudo.
Acha que me conhece realmente? Eu não me conheço! Como é que sabe que eu não sou diferente com outra pessoa?
“Olhando assim, ninguém diz. Mas há toda uma explicação do porquê eu ser desse jeito. Só eu mesmo, que sempre estive comigo, aguentando as barras, as rupturas, os socos na cara. ”
Preso no passado, eu não conseguia viver o presente. Sem o presente, era impossível idealizar futuro algum.
Se eu não empunhar a espada, não posso lhe proteger...
Mas, se continuar empunhando a espada, não posso lhe abraçar...
Eu mudei um pouco sim:
Antes, quando a garota falava
- Eu te amo!
Eu perguntava o quanto.
Hoje, pergunto rindo
- Até quando?
Em outra vida, eu seria sua garota. Em outra vida, eu faria você ficar. Então eu não precisaria dizer que você foi aquele que foi embora... aquele que foi embora.
Enquanto você paga de gatinha, eu me garanto como felina, porque não basta só miar, tem que saber arranhar.
Viajar!
A estrada que me apetece é aquele por aonde eu vou.
Viajar é não ser adaptável às formas do cotidiano. É quebrar a carapaça e se expor a aquilo que não se conhece.
De que me serve estórias de outros se não trilho as minhas próprias. De que me serve mapas escritos por mim se não os sigo.
Bom e sentir o peso da mochila em meus ombros, carregada com uma barraca, algumas roupas, o colchão inflável, e todos os meus sonhos.
Bom é se adaptar ao clima, as pessoas, ao modo de vida, então partir e fazer tudo de novo. É bom se perder às vezes. Melhor ainda é se achar, pra não se perder mais.
E as comidas? Ah! São muitas e de todos os tipos.
Bom são as poesias escritas na estrada, as danças do povo, flores, o luar, o sol e ela.
Ela que viras elas se você não tem ela. Ou ela que é bem melhor do que elas se você a tem e ela o tem.
E como é bom voltar para casa com bagagem repleta de estórias novas, distribuir os presentes e dormir em seu ninho. Mas o melhor de tudo é o enriquecimento da alma do pensamento, da mente, do corpo.
Viajar. Se na de avião vou de ônibus, se não de ônibus vou de bicicleta, se não de bicicleta vou a pé, se não a pé compro muletas que me agüente que eu agüente com elas. Mas estarei na estrada que me apetece.
Viajar!
(E.C.)
Eu diria: menina, amar a dúvida, o silêncio, a ingratidão, o fim, o atraso, a invenção, a lacuna, o pode ser, as hipóteses, a não resposta, a raiva, o absurdo, o não, a impossibilidade, o depois que foi, o antes de chegar, o difícil, o pode não, amar essas coisas, menina, é amar o mistério e não um homem.
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