Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
estrelas, me emprestem um pouco de seu brilho
para eu poder iluminar o meu caminho
existe alguém que eu quero encontrar
no fim de tudo, quando tudo acabar
Riz de Ferelas
Graças a Deus, há Deus pra eu dar graças, pois sem Deus, não haveria graça e nem porque dar Graças!
Cada um tem seu jeito de lidar com as relações, e eu respeito isso. Mas eu escolho tentar me aproximar com carinho, mesmo quando não entendo ou não concordo. Acredito que, com empatia e paciência, é possível construir pontes onde antes havia muros. Às vezes, é no diferente que a gente mais cresce. Prefiro laços sinceros, mesmo imperfeitos, a desistir de tentar entender o outro.
Eu só choro por maldade, não por fraqueza.
Carrego amor no peito, mesmo após tantas feridas.
Sei que muitos julgam sem saber o que enfrento,
Sofri traumas causados por gente ruim,
Mas meu coração continua bom,
E mesmo machucado, ainda escolhe amar.
Mesmo quando tudo parece escuro, eu escolho acreditar na luz.
O amor que carrego vem de Deus, e é Ele quem me sustenta.
Prefiro ter fé no bem do que temer o mal.
Porque quem planta amor com fé, colhe milagres todos os dias.
Talvez se tivéssemos dado certo,
eu teria dado errado.
Ou talvez,
se tivéssemos dado certo,
você teria errado.
Ou talvez ainda,
se tivéssemos dado realmente certo,
teríamos acertado.
Mas, é só talvez mesmo.
Talvez, por ironia do destino,
nossos olhares nem tivessem se cruzado.
Ou num segundo fora do caminho,
seu olhar não teria me tocado.
Talvez, se o tempo fosse mais amigo,
você não teria ido embora.
E talvez, num silêncio contigo,
eu não teria chorado agora.
Quem sabe, por uma fração de segundo,
o “eu te amo” não tivesse existido…
E o que foi quase tudo no mundo,
hoje fosse só sonho esquecido.
Não faz ideia do que é perder. Todo mundo de quem eu gostava morreu ou me largou. Todos, menos você! Não diga que ficarei melhor com outro. Na verdade, eu só teria mais medo.
Se a consciência é um espelho,
então o ‘eu’ é apenas o reflexo daquilo que escolho acreditar.
Talvez uma construção.
Talvez ilusão.
Talvez nenhuma das duas.
Mas uma coisa é certa:
andamos todos no mesmo barco —
cada qual guiado pela sua única verdade.
Sapekinha, tu és meu doce sonho,
Em cada passo teu, eu me componho.
Teus risos são notas numa linda canção,
E em cada melodia, sinto a emoção.
Teus olhos são faróis que iluminam meu ser,
No teu abraço apertado, quero sempre viver.
Teu jeito travesso é pura poesia,
Transforma os meus dias em eterna alegria.
Cada momento contigo é um instante divino,
Te amar é um verso que nunca tem fim.
Nosso amor é um laço que nunca se rompe,
Uma dança suave que o tempo não despontem.
Prometo cuidar de ti com todo meu fervor,
Ser teu abrigo e teu eterno amor.
Juntos, vamos tecer sonhos e esperanças,
Na sinfonia da vida, seremos as danças.
Então vem, minha sapekinha querida,
Vamos escrever juntos nossa linda vida.
Com você ao meu lado, tudo faz sentido,
Te amar é o meu maior e mais belo abrigo.
A verdade é que, por muito tempo, me senti uma alma perdida, mas Deus sempre insistiu para que eu salvasse vidas.
Senhor meu Deus,
nesta sexta-feira, eu Te agradeço por mais uma semana vencida. Obrigado pela vida, pelas lutas, pelas vitórias e até pelos desafios porque em tudo isso o Senhor esteve comigo.
Mesmo sem ter tudo o que quero, tenho o essencial: fé, força e um coração grato.
Obrigado por me sustentar até aqui, por me guardar, e por permitir que eu chegue ao fim da semana de pé, vivo, em paz, e com esperança renovada. Que o Teu amor continue me guiando, hoje e sempre. Amém.
25 de Abril 🌹
Dia da liberdade, um dia marcante para todos nós pela positiva, eu sou de signo Leão ♌ e nasci no Ano da Revolução.
Passei muitos anos difíceis ao longo da minha caminhada 🥾 hoje me sinto renovada, com um interior mais leve mas acima de tudo mais confiante para seguir a minha jornada com tranquilidade e Paz.
Sejamos sempre muito felizes e façamos alguém feliz 🤗 😘
As duas perguntas mais objetivas do mundo: "de onde vem o dinheiro?" e, "quanto eu vou ganhar com isso?"
Enquanto Eu Morro em Silêncio
Eu sorrio…
Mas só por fora.
Por dentro, sou tempestade contida,
grito abafado,
alma que chora.
Te amo com a intensidade de um naufrágio,
me afogo no zelo,
te espero no vácuo,
e você…
mal percebe que existo.
Cuido de ti como quem cuida do último sopro,
te coloco acima,
e me abaixo,
me apago devagar
só pra ver tua luz brilhar.
Mas não há retorno.
Não há gesto, não há olhar.
Só o silêncio cortante
de quem não sabe — ou não quer — amar.
Sigo te dando tudo,
mesmo sem receber nada.
Meus “estou bem” são mentiras moldadas
pra esconder a dor
que me esmaga em cada madrugada.
Sangro…
em silêncio.
Enquanto finjo que não dói,
que não sinto,
que não estou sendo destruído
por dentro.
E o pior não é o abandono,
é ser ignorado mesmo estando ao lado,
é o amor que entrego
ser descartado
como algo sem valor, sem cuidado.
Eu existo.
Mas só eu sei.
Só eu sinto.
E talvez, um dia, você perceba…
quando já for tarde demais.
— Maycon Oliveira – O Escritor Invisível
Pulseira Escarlate
Eu tenho uma pulseira escarlate
A amo de paixão
Me ajuda com a sensação
Com ela, sou uma modelo de alfaiate
Sou um manequim
O artista me veste de vermelho
Procuro um conselho
Escarlate fica bem em mim?
Te cai muito bem
Coloco meu bracelete vermelho
Olho-me no espelho
Não consigo viver sem
Mas essa cor dói, digo
A encaro como um necessário perigo
Ando aos holofotes
Ganho, de ouro, alguns lingotes
Saio do palco, cansada
Olho minha pulseira, desesperada
O acessório brilha vermelho escuro
Consequência de meu sangue impuro
Que, em meus antibraços, escorre
Em todo meu corpo, uma sensação me percorre
É a calma
Esse é o trabalho da pulseira
Ela, sempre muito ligeira
Sangra, relaxando minha alma
A pulseira é a automutilação
O alfaiate, a pressão
O manequim
Se trata de mim
Parada de trem
Eu espero um trem
Não sei que hora ele passa
Desse trem, eu sou refém
Sinto que estou esperando uma farsa
Porém, eu quero prosseguir
Quero, no meu destino chegar, conseguir
Mesmo que todos me digam que não
Até mesmo o maquinista diz que não há salvação
Todavia, ainda o espero, sentada, ansiosamente
Ali fico, horas, dias, meses...
Ainda que me sinta desencorajada, ignoro minha mente
Penso, reflito muito, penso em mil hipóteses
Ainda sim, teimo em não ver a razão
Afinal, que coisa mais desnecessária
Preciso apenas seguir meu coração
É apenas uma incerteza temporária
Após muitos meses, vejo o trem no horizonte
O vejo a alta velocidade, pelo monte
Me emociono tanto, que escorrego e caio no trilho
Eu perco completamente meu brilho
O trem, corre em minha direção
A maquinista nem tenta frear
Embriagada, ela fala: "Acho que não"
Ela diz, antes de me atropelar
"Eu a amo como jamais um homem amou uma mulher, amo a tão certo como o nascer do sol e tão sincero como risada de criança.
A cada momento penso cada vez mais e mais no grande momento quando te ver de novo e uma lágrima de felicidade mais uma vez escorrer."
Eu errei…
Duas palavras pequenas, mas tão pesadas que parecem não caber na boca.
Difícil de dizer… quase impossível de engolir.
Mas talvez, meu maior erro…
Não tenha sido tropeçar,
E sim achar que nunca cairia.
Acreditar — tolo que fui —
Que a razão sempre dormia do meu lado da cama.
Fui ajuntando certezas
Como quem coleciona medalhas de um campeonato que ninguém mais quis jogar.
E nesse desfile de convicções,
Esqueci que o orgulho é sempre o ensaio da queda.
Porque quem pensa estar de pé
Deveria, ao menos, aprender a vigiar.
Há um preço em querer estar sempre certo.
E, às vezes, esse preço é alto demais.
Chama-se solidão.
Na sede de vencer discussões,
Perdi algo que pesava muito mais que qualquer argumento:
As pessoas.
Quantos lares, quantos abraços, quantas amizades…
Despedaçadas, não por grandes pecados,
Mas por pequenas vaidades,
Por muralhas erguidas onde poderiam florescer pontes.
Ah, o orgulho de quem nunca erra!
Ele não grita, mas constrói cárceres,
Isola, afasta, esfria.
E a certeza cega —
Essa danada — sufoca a humildade,
Fecha os olhos para tudo que ainda poderíamos aprender,
Se ao menos ouvíssemos…
Se ao menos calássemos.
No desespero de provar que sei,
Desaprendi a escutar.
Na ânsia de estar sempre certo,
Perdi pedaços de mim —
E já não era inteiro.
Nem toda vitória é vitória.
Às vezes, vencer é saber perder…
Perder o orgulho, para salvar o essencial.
Afinal, a verdade não precisa berrar.
Ela é forte o suficiente para permanecer em pé,
Mesmo quando se cala.
Vencer…
Às vezes é ceder.
Amar…
É aceitar que nem tudo precisa ser provado.
E, no final da história —
Quando os debates forem apenas eco nas paredes vazias —
A pergunta vai soar, simples, brutal e libertadora:
Você quer ter razão? Ou quer ter paz?
Porque no fim…
Não serão as vitórias que contarão.
Mas os vínculos…
Aqueles que resistiram ao fogo,
Aos ventos,
À tempestade,
E continuaram ali — firmes, de mãos dadas,
Escolhendo o amor, sempre.
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