Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora
A voz de minha mãe
ecoou baixinho revolta
no fundo das cozinhas alheias
debaixo das trouxas
roupagens sujas dos brancos
pelo caminho empoeirado
rumo à favela.
A minha voz ainda
ecoa versos perplexos
com rimas de sangue
e
fome.
A voz de minha filha
recolhe todas as nossas vozes
recolhe em si
as vozes mudas caladas
engasgadas nas gargantas.
A voz de minha filha
recolhe em si
a fala e o ato.
O ontem – o hoje – o agora.
Na voz de minha filha
se fará ouvir a ressonância
o eco da vida-liberdade.
Soneto
Tanta lágrima hei já, senhora minha,
Derramado dos olhos sofredores,
Que se foram com elas meus ardores
E ânsia de amar que de teus dons me vinha.
Todo o pranto chorei. Todo o que eu tinha,
caiu-me ao peito cheio de esplendores,
E em vez de aí formar terras melhores,
Tornou minha alma sáfara e maninha.
E foi tal o chorar por mim vertido,
E tais as dores, tantas as tristezas
Que me arrancou do peito vossa graça,
Que de muito perder, tudo hei perdido!
Não vejo mais surpresas nas surpresas
E nem chorar sei mais, por mor desgraça!
Olhos da razão
Natureza glorificada...
Me traz a paz desejada...
Conectando minha essência...
A toda essa existência...
A fauna e flora
Deste lugar
Me faz imaginar
A onde a vida pode estar
Paisagem magnifica
Que desmistifica
Que nós, seres humanos
Somos o centro destes planos...
O céu noturno
Revela a imensidão
Para aqueles que enxergam
Com os olhos da razão...
Enxergando profundamente
A insignificância
Da raça humana
Com toda a sua petulância
Não me julgue pela minha aparência e nem mesmo pelas minhas palavras... Mas sim pelas minhas atitudes. Observe meus passos, calce meus sapatos, percorra minha estrada e enfrente minhas lutas, aí sim você vai poder dizer algo sobre mim!
Machuquei seu coração? Me perdoe, nunca foi minha intenção, sou técnico em enfermagem. Minha função é de cuidar, jamais ferir.
A minha vida é como a noite, fria sombria, coberta por um nevoeiro. Onde as vezes posso ver a luz do luar no ceu por alguns instantes. É uma lua cheia, uma lua tão grande que as vezes acho que posso toca-la. Mais quando meus olhos brilham com o reflexo do seu brilho e minhas mão parece alcança-la, vem o nevoeiro e a esconde.
Voltando tornar a noite ainda mais fria e escura, e no meio dessa escuridão me bate um vazio, que me faz a notar que sou apenas um LOBO SOLITARIO, admirando a beleza de um luar, sem ao menos poder toca-la.
Esse vazio não me deixa triste ou alegre, pois meu destino talvez seja como a noite. Onde sempre haverá a luz de um luar e um nevoeiro para encobri-la.
Mais qual dos dois devo contemplar?
A luz de um luar que me faz sair da minha realidade?
ou o nevoeiro que me esconde a lua, para que possa manter meus olhares atento sobre a escuridão da noite?
A lua me paralisa, me fazendo sonhar e querer realizar coisa que talvez não seja capaz.
O nevoeiro me faz ficar atento, para que não me torne a caça de outras criaturas, e tambem para que eu possa atacar minhas presas com precisão sem que ela notem minha presença.
Assim sou eu, um lobo solitario,vagando pela escuridão de uma noite fria, procurando as vezes alcançar a lua, que me faz sonhar coisas talvez impossiveis para um simples LOBO, e tentando manter-se vivo em um lugar que apenas os mais fortes conseguem sobreviver.
Pois a vida é assim como uma noite fria e sombria, onde temos sonhos, mais temos que manter-se atento para tentar se manter vivo.
Sou mais um LOBO SOLITARIO, que as vezes precisa de sua alcateia, mais a maioria do tempo prefere vagar dela noite sozinho.
Prometi guardar as pessoas especiais como você em minha alma e não em meu coração, porque um dia meu coração deixará de bater, mas minha alma jamais deixará de existir!
Sinceramente,
a minha alma dói e por incrivel que pareça te direi não.
Com a dor mais profunda
de todo amor/paixão e desejo que tive por vc.
Hoje digo do mais intimo da minha alma um doloroso não.
Vc é o cara errado pra mim.
De erros e vacilos meus eu ja estou farta. acabou.
Minha decisão final demorou mais chegou. e agora é pra valer.Uma vez decidida não voltarei atrás.
Falar da minha vida e me julgar sem me conhecer é muito fácil o difícil é aguentar com um sorriso no rosto e calada todas as dores e sofrimentos que já passei.
Entre Luzes e Sombras: Minha Jornada Fotográfica
Desde o primeiro clique, aprendi que fotografar vai além de registrar imagens – é eternizar sentimentos e momentos que me definem. Cada fotografia guarda uma memória, uma emoção, um capítulo da minha história. Em meio a desafios e pausas forçadas, encontrei na arte de capturar o mundo um refúgio e um caminho para me reencontrar.
Minha trajetória se desenrola em contrastes intensos: as luzes que iluminam os instantes de beleza e as sombras que, mesmo dolorosas, me ensinaram a valorizar cada recomeço. Em cada rua, cada rosto, e sobretudo em cada canto de Indiaroba, vejo a riqueza de uma cultura que me inspira e me molda. Essa conexão com minhas raízes transforma o ato de fotografar em uma celebração da vida – uma homenagem às tradições, à memória e à identidade que carrego.
Mesmo quando a exaustão e a insegurança ameaçaram silenciar minha voz, eu me recusei a deixar o sonho morrer. Em meio ao silêncio e à luta interna, minhas palavras e imagens se tornaram a prova viva de que, mesmo na solidão, há uma força que me impulsiona a continuar. Cada página deste portfólio é um testemunho do meu esforço, da minha resiliência e da vontade de deixar minha marca no tempo.
Aqui, reúno não apenas fotografias, mas a essência de cada momento vivido – um registro que, espero, fale por mim mesmo quando eu não estiver mais aqui. Este é o meu legado, a narrativa de uma jornada feita de luzes, sombras e, sobretudo, de autenticidade.
A Fragilidade da Confiança: Quando Ser Ouvida Se Torna Uma Nova Dor
Quebrar minha confiança depois que me abri, depois que confiei a você minhas dores mais profundas, é mais do que uma decepção — é me fazer reviver tudo o que lutei para superar. Quando falei dos meus medos, das minhas cicatrizes, quando me permiti ser vulnerável, eu estava entregando uma parte frágil de mim, acreditando que seria acolhida, não exposta.
Trair essa confiança não é só uma falha, é uma ferida reaberta. É me fazer sentir, mais uma vez, que segurança é apenas uma ilusão, que o cuidado que esperei encontrar era apenas um reflexo distorcido. Quando alguém rompe essa confiança, não é só no outro que deixo de acreditar — começo a duvidar de mim mesma, da minha capacidade de confiar, de me entregar sem medo.
Reconstruir essa confiança parece impossível. Não porque não queira, mas porque o medo grita mais alto. Porque uma vez que sou ferida por quem prometeu me proteger, tudo o que resta é a sensação de estar, mais uma vez, desprotegida no mundo.
A Solidão da Minha Solitude
Há um vazio que me visita sem pedir,
mesmo quando tudo parece estar em paz.
É a ausência que mora no peito
quando escolho estar só,
mas não deixo de desejar companhia.
Minha solitude tem nome,
tem gosto de café frio e cama arrumada demais.
É minha, mas às vezes pesa.
Não grita, mas se impõe com um silêncio
que fala de mim mais do que mil palavras.
É escolha… mas também falta.
É liberdade… mas também espera.
Porque há dias em que o silêncio me acolhe,
e outros em que ele me abandona.
Queria às vezes dividir o pôr do sol,
contar as estrelas com alguém que ficasse.
Alguém que entendesse
que até quem gosta do próprio espaço
anseia, vez ou outra, por um colo.
E nessa dança entre o querer e o suportar,
vou existindo: inteira, mas com vazios.
Solta, mas sonhando com um laço.
Sozinha, mas querendo ser achada.
Consciência é Papel
Escrevo porque, às vezes, falar não basta.
Porque minha voz se perde no ar, mas as palavras escritas… elas permanecem.
Cada linha é um pedaço meu, uma confissão silenciosa que não precisa de plateia.
Aqui, não existe medo de julgamento.
Aqui, eu não preciso sorrir para suavizar minha dor nem me explicar para ninguém.
O que deixo escrito é a minha consciência escancarada, crua, nua.
É o reflexo do que penso quando tudo silencia, quando ninguém está olhando.
E não, não é drama.
Não é exagero.
É apenas o retrato de existir com o peso que carrego, tentando não incomodar, tentando caber no mundo sem fazer barulho demais.
Escrevo porque é o que me resta quando falar não funciona.
Porque aqui, neste papel, posso ser inteira.
Posso admitir o cansaço, a confusão, o vazio.
Posso dizer que às vezes a vida dói mais do que deveria, e que seguir em frente parece uma vitória silenciosa que ninguém vê.
Se você lê, talvez se reconheça.
Talvez sinta que essas palavras também são suas.
E, nesse instante, é como se eu não estivesse tão sozinha dentro delas.
No fim, é isso:
O que deixo escrito não é só texto.
Sou eu, inteira, existindo em palavras.
Mesmo quando o mundo prefere que eu me cale.
Às vezes fico pensando
o que farei para agradecer a Deus
por ter colocado você em minha vida.
Algo melhor que tudo que jamais poderia sonhar.
Não sei se há alguma coisa que eu possa fazer para compensar,
pois não tenho nada a te oferecer, apenas meu coração.
Minha alma a Deus pertence.
Meu coração foi levado por alguém que eu nunca imaginava que pudesse levar.
Já não tenho controle sobre meus pensamentos.
Meu corpo deseja outro corpo a todo instante.
Sinto falta de coisas que nunca possuí e que um dia pretendo ter.
Um beijo que nunca dei.
A pele que nunca senti.
Eu sonhei com você a minha vida toda.
Só agora vejo que minha realidade superou e muito todos os meus sonhos.
Só me resta minha vida, que a ti entrego, para que possamos nos tornar uma única vida.
Te amo!
Minha vida nem sempre foi um mar de rosas, tanto que, para chegar em seu interior e sentir sua verdadeira fragrância ultrapasso constantemente espinhos no decorrer do caminho!
Já me preocupei muito com os que outros falam. Já esqueci minha personalidade para agradar o amor. Já concordei com comentários para ser aceita entre roda de "amigos". Já julguei. Já me importei com alfinetadas. Já me incomodei com as piadas. Já sorri querendo chorar. Já tentei ficar próxima de quem na distância deve ficar. Já, já e já de muitos defeitos, momentos e sofrimento. Foi a forma brutal que alcancei a maturidade. É evidente que não sou perfeita. Controlando alguns defeitos, surgiram outros. Sempre vai ter alguém querendo me ver cair. Sempre vai ter alguém que não tem problemas e sua vida é tão repleta de felicidade, que com sua língua maliciosa quer infectar os outros contra você. Sempre vai ter alguém que vai te dizer palavras de amor com atitudes ao contrário. Sempre, sempre e sempre. Hoje, não me importo. Não quero saber o que você tem a dizer ao meu respeito. Não quero saber se você cospe sua raiva em palavras querendo me destruir. Não me importo. Diz que não gosta de mim, mas minha vida gira em torno da sua mente. Se livre dessa raiva, se liberte e me esquece. Não sou santa. Não sou pura. Não faço papel de uma boa menina e sinceramente? Nem pretendo ser.
Não sou de correr atrás de ninguém, tenho o orgulho entalado na garganta. Minha paciência se esgota com facilidade. Pra mim é “oito ou oitenta”, não existe meio termo. Cheguei no limite em que não necessito de tantas coisas. Joguei fora todo acumulo, seja lá de sentimentos ou de cartas velhas espalhadas pela casa. Cansei de ver gente colecionando corações e levando junto o meu. Não, isso não é uma indireta, até por que não tenho medo de falar nada. Sabe o que me aconteceu? Peguei uma caneta e giz de cera, comprei uma cartolina, coloquei na parede de frente pra minha cama e escrevi: Toma vergonha na cara menina, levanta essa cabeça e vai viver!
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