Minha Namorada Disse que eu Sufoco ela e agora

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Eu sinto que carrego uma fúria antiga dentro de mim, algo que nasceu há muito tempo e que ninguém percebeu. Começou pequeno, como uma farpa, mas cresceu comigo, torto, pesado, como se tivesse se encaixado no meu peito sem pedir licença. E toda vez que eu falho, essa raiva acorda. É quente, inquieta, lateja na pele e me pergunta, com uma brutalidade que só eu conheço: por que você não foi o bastante? Por que você nunca é?
Eu não tenho resposta. Só sinto o impacto um golpe seco bem no meio do peito, desmontando tudo que eu ainda tentava manter firme.
Às vezes eu queria arrancar essa parte de mim, expulsar essa voz que me mastiga viva cada vez que eu não atinjo o que espero. Eu queria jogar fora essa exigência que me cobra até quando eu tô de joelhos. Mas logo depois da raiva vem a tristeza. Ela chega devagar, quase com carinho, e me abraça um pouco apertado demais. Ela sussurra que sabe, que entende, que tudo que eu queria era ser suficiente. Só isso.
E é nessa hora que eu encolho. Que eu me sinto pequena de novo. Não pequena como uma criança inocente, mas como alguém que aprendeu a diminuir sua própria existência pra não incomodar ninguém com suas falhas. Como se meu erro ocupasse mais espaço do que eu mesma.
Tem uma parte de mim que queria gritar, quebrar tudo, arrancar meu nome das expectativas que eu mesma escrevi. Queria fugir de mim. Mas existe outra parte tão frágil, tão quietinha que só queria um colo em que eu pudesse me largar sem precisar justificar nada. Só queria poder dizer: “eu tô cansada, eu tô machucada, eu não aguento ser forte hoje.”
Eu vivo num território estranho entre a minha raiva e a minha tristeza. A raiva me acusa, a tristeza me acolhe, e eu fico ali no meio, sem saber de qual das duas fugir primeiro. É como se eu estivesse sempre lidando com a dor de não chegar onde eu achei que deveria chegar, e com o luto por não ser a versão de mim que eu imaginava.
E mesmo assim… eu sigo. Eu continuo. Não porque eu me sinto forte, mas porque tem uma parte de mim, pequena, quase imperceptível, mas viva que acredita que existir já deveria ser suficiente. Que talvez um dia eu consiga me olhar com um pouco mais de gentileza. E que, quando esse dia chegar, talvez eu finalmente consiga me perdoar por ser humana.

“Quando eu era criança, ouvia sempre um ditado popular: ‘Aquilo que não mata fortalece ou engorda.’ 😅
Com o tempo, percebi que a vida fala por golpes suaves ou tempestades.
Às vezes, acreditamos estar no fim… mas, silenciosamente, cada dor nos molda, cada queda nos refaz, e cada dificuldade nos transforma em alguém mais forte do que imaginávamos.”

Certa vez, uma conhecida da faculdade afirmou para mim:
"Sabe, eu não posso casar-me com um pretinho e ter filhos escuros. Não posso fazer isso, eu estaria a pecar contra a minha cor."


Atravessado por aquelas palavras, fiquei por alguns minutos pensativo.
O facto curioso é que ela não é branca, mas sim uma preta minimamente clara, que no seu falar se denominam "mulatas".
A que nível a pretude desceu, para até se vangloriar de pensamentos medíocres. A ignorância é, de facto, algo que me assusta — reflecti.

Eu realmente não tenho paciência para as palhaçadas da religião. Eu vejo a religião como um vírus que torna os menos providos de intelecto autênticos burros.

"Eu consigo, você consegue, pois cada um constrói uma coisa e todas as coisas estão nas mãos"

"O que eu não entendo, não me pertence"

...."Ulisses tinha as guerras, Napoleônicas; Penélope, inteligência, tinha os pretendentes; eu tenho que calcular; e você, apenas, ler"....

⁠Se o que me resta é pilotar esse carro, essa é a vida que eu quero.

Eu não sou do tipo ausente, porém se eu tiver ausente na vida de alguém provavelmente essa pessoa foi ausente na minha quando eu mais precisei dela... sou ausente sim pra pessoas que não acreditam em mim e na minha capacidade, nas pessoas que nao valorizam meu trabalho aponto de procurarem outro sabendo que eu faço o mesmo. Hoje eu simplesmente entendi quem realmente merece minha presença.

Eu mereço Demais.... por isso não aceito o mínimo.

Se eu tivesse o poder de parar o tempo, eu o faria nesse exato momento, só pra eternizar em mim, um pouco de você.

⁠Nos momentos em que as palavras já não dão certo, eu aprecio muito o silencio merecido.

⁠Sou muito mais do que você pensava eu ser, e você é muito menos do que eu mereço.

Errar comigo uma vez tudo bem, duas vezes olhe lá, na terceira eu já nem lembro que você existe.

Eu um dia te amei,
hoje, só te amo nas entrelinhas do meu coração.

⁠Se eu te conto algo, tenha em mente duas coisas:
É porque confio em você ou é porque quero saber até onde posso confiar.

"Eu prefiro estar no anonimato da vontade de Deus, de que estar diante dos holofotes da vontade do homem."




Edrielder Matias

Todo DEUS Pessoal, é um CORDÃO UMBILICAL, que Nos Une ao Nosso Destino de Vida e de Morte... Eu Não Preciso Dele, para SAIR dessa VIDA... e VIVER Uma Energia Quântica, que está dentro de Mim!

Eu pareço tão diferente no espelho
Devo ter sido ferida pelo mundo
Meu nome parece desconhecido
Mas espero que ele chegue até você depois do amanhecer

Fifty Fifty

Nota: Trecho da música Lovin' Me.

E com toda essa conjuntura psicótica que o Brasil está vivendo, eu tenho medo. Não é medo por mim; é medo pelas minhas filhas, pela minha mãe, pelas pessoas que estão próximas de mim. Porque, Deus o livre, se um grupo extremista conseguir romper a linha tênue da democracia, todos nós estaremos vulneráveis. Tenho receio de ser alvo de perseguição política, como tantos já foram ao longo da nossa história. E, se isso não acontecer comigo de imediato, sempre paira o temor de que possam atingir minhas filhas, minha mãe ou as pessoas que amo. Para grupos que desejam o poder a qualquer custo, a violência nunca foi uma barreira — e, para mantê-lo, a história mostra que alguns são capazes de práticas desumanas.

Basta lembrar o que ocorreu em 1964: políticos, estudantes, trabalhadores e cidadãos comuns foram perseguidos simplesmente por defenderem suas convicções ou por protestarem nas ruas. Eu seria um desses: alguém que sairia às ruas para defender a democracia. Por isso, meu medo não é apenas da ruptura institucional em si, mas do sofrimento que ela pode provocar nas pessoas ao meu redor e naqueles que lutam por um país livre.

A democracia é um mal necessário. Mesmo que eu não concorde com tudo o que ela produz, ela ainda é o único sistema capaz de proteger vidas, garantir direitos e impedir que a barbárie se instale. Ela é o mal necessário que deve existir para toda a população do mundo — principalmente no Brasil.