Minha Amiga Debutante

Cerca de 88455 frases e pensamentos: Minha Amiga Debutante

Se eu ganhar um Oscar eu serei lembrado. E então minha vida terá um sentido

Tática e estratégia
Minha tática é
mirar-te
aprender como és
querer-te como és
Minha tática é
falar-te
e escutar-te
construir com palavra
uma ponte indestrutível.
Minha tática é
ficar em tua lembrança
não sei como nem sei
com que pretexto
para ficar em ti.
Minha tática é
ser franca
e saber que és franco
e que não nos vendamos
simulacros
para que entre os dois
não haja barreiras
nem abismos.
Minha estratégia é
em troca
mais profunda e mais
simples.
Minha estratégia é
que um dia qualquer
não sei como nem sei
com que pretexto
por fim me necessites.

Eu gosto dela,
Ela diz que gosta de mim...
Por que não estamos juntos?
Simples, minha conta bancária ainda não encheu o coração dela de amor...

[...] e nas noites solitárias do meu eu, saio pra dançar salsa com a minha confusão

Eu até que nem gostava
De sair da minha casa
Mas quando eu menos esperava
Parece que criei asa.

Vai passar, vai passar
Vou sobreviver a isso
Vou dar a volta por cima
Como sempre foi em minha vida
Vai voltar minha alegria
Isso não vai me derrubar
Sou forte, determinada, amada e confiante...
Vou encontrar alguém, eu sei que vou
Só vai ser lembranças, só lembranças.

Que a minha aparente fraqueza não seja escada para a sua maldade.

Deus é o que cinge minha força e aperfeiçoa o meu caminho.

Quando falo em felicidade
Não é casa, dinheiro, nem mobília.
Me refiro à minha família
Que a mim só dá tranquilidade
Com isto me sinto à vontade
Em ver todos olhando para mim
É por isto que hoje digo assim:
Viver bem cheio de projetos
Meus filhos, meus genros e meus netos
São as flores que enfeitam o meu jardim.

Obrigada por trazer as coisas mais simples para a minha vida, os momentos mais rápidos, as tardes mais engraçadas, a felicidade pra mim...

Eu disse que a minha vida acabou quando você nasceu. A verdade é que ela começou naquele dia.

Hoje sinto no coração
um vago tremor de estrelas,
mas minha senda se perde
na alma de névoa.

A luz me quebra as asas
e a dor de minha tristeza
vai molhando as recordações
na fonte da ideia.

Todas as rosas são brancas,
tão brancas como minha pena,
e não são as rosas brancas
porque nevou sobre elas.

Antes tiveram o íris.
Também sobre a alma neva.

A neve da alma tem
copos de beijos e cenas
que se fundiram na sombra
ou na luz de quem as pensa.

A neve cai das rosas,
mas a da alma fica,
e a garra dos anos
faz um sudário com elas.

Desfazer-se-á a neve
quando a morte nos levar?
Ou depois haverá outra neve
e outras rosas mais perfeitas?

Haverá paz entre nós

como Cristo nos ensina?
Ou nunca será possível
a solução do problema?
E se o amor nos engana?
Quem a vida nos alenta
se o crepúsculo nos funde
na verdadeira ciência
do Bem que quiçá não exista,
e do mal que palpita perto?

Se a esperança se apaga
e a Babel começa,
que tocha iluminará
os caminhos da Terra?

Se o azul é um sonho,
que será da inocência?
Que será do coração
se o Amor não tem flechas ?

Se a morte é a morte,
que será dos poetas
e das coisas adormecidas
que já ninguém delas se recorda?

Oh! sol das esperanças!
Água clara! Lua nova!
Coração dos meninos!
Almas rudes das pedras!

Hoje sinto no coração
um vago tremor de estrelas
e todas as coisas são
tão brancas como minha pena.

Federico García Lorca
Antologia Poética

Quando morrer me enterre de pé, pois passei toda minha vida de joelhos.

Paulo Coelho

Nota: Retirada do livro a Bruxa de Portobello

Com minha ansiedade, meu papel vital de botar a boca nesse mundo, e todo o meu sentimentalismo, queimei a corda que nos unia, por sentir demais aflorada, na pele, o mal que se instalou em minha persona. Fui para cima, quando tudo que eu devia ter feito, era recuar; sutil e superior.

⁠Carrego em Mim a Minha Gente

Quem disse que eu ando só?

Sou uma, mas trago em mim muitas. Carrego vozes que vieram antes de mim, risos que ecoam pelas ruas, olhares que enxergam além do que se vê. Minha caminhada não é solitária — ela é feita de memórias, de histórias contadas à beira do Rio Real, de passos que seguem o ritmo das tradições.

Minha arte não é apenas minha. Ela é reflexo do meu povo, das mãos que moldam, dos sabores que alimentam, dos gestos que traduzem um pertencimento. Em cada clique, há um pedaço da nossa identidade. Em cada imagem, um registro da essência que nos torna únicos.

Indiaroba não é só um lugar, é um sentimento. Está no cheiro da comida caseira, no colorido das feiras, na fé que nos une, no talento que se manifesta em cada detalhe. Sou feita dessas raízes e, através do meu olhar, levo comigo tudo o que somos.

Eu represento.
A arte, a cultura, a força do meu povo.

O surreal conforta a minha alma fadada ao desespero de ter saudades do que não vivi, do que não senti, ou do que não provei, e tomo a escrever minha história sobre um céu anil de nuvens claras, temendo a chegada da noite, pois, o sol me afaga.

Várias pessoas passaram pela minha vida, mas me vejo sempre caminhando sozinha. Meus amigos aparecem e desaparecem.

No decorrer da caminhada, encontro algumas pessoas e conheço outras. Trocamos algumas palavras, momentos, alegrias, decepções...

De repente...

Os nossos caminhos se separam, cada um para um lado. De novo me vejo sozinha na certeza de que vou encontrar mais amigos enquanto estiver viva.

E assim eu vou vivendo.

Eu só quero que você segure a minha mão
E por alguns segundos esqueça do mundo a nossa volta
Que seja apenas eu e você
Por um momento te ter completamente
Sem porque, sem talvez...
Você sorriu e fez meu mundo girar, por instantes fiquei sem ar
E naquele momento eu percebi que aos poucos eu vou entregando o meu coração a você...
O futuro é incerto, mas sei que você não cruzou meu caminho à toa...
Há surpresas tanto na minha vida quanto na sua, não sei o que esperar do amanha, mas gostaria que o amanhã trouxesse você...
Fique perto o suficiente
Pra ouvir entre os meus sussurros o quanto eu gosto de você...

ÚLTIMO SUSPIRO

A escuridão abraçou minha alma vazia
Vejo meu mundo se diluindo, sufocado pela
Mortalha do destino.
Gotas rubras pingam de meus pulsos dilacerados
Frias, sem dor, sem vidas...
Nada mais importa, apenas meu último suspiro.
Vejo a luz esvanecer e a escuridão eterna me engolfar.
Sinto o mórbido sussurro da morte me chamando,
Enquanto a chuva entoa sua lamúria no vale da névoa fúnebre.

Minha essência melancólica mergulha
Na solidão da natureza morta.
Agora eu posso vagar ao lado dos emissários do silêncio,
Nas sombras gélidas, eu caminho em meio aos túmulos ermos
Sentindo as brisas deprimentes soprarem minha lápide!
Meu mundo agoniza, tudo que resta, são memórias esquecidas.

No orvalho da floresta, minhas cinzas caem e
São sopradas pelos ventos frios do inverno.
Agora posso voar como os corvos,
Enquanto meu espírito mórbido descansa
No vale do silêncio eterno.

Eu preciso seguir a minha vida. Estou cansado de me decepcionar com as pessoas que eu mais amei. E amo. Por isso estou indo embora. Não dá mais.