Minha Alma tem o Peso

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A maioria das pessoas costuma fazer piada com a cara das outras. Prefiro tirar sarro da minha própria. Isso é ser um pouco menos desagradavel.

Então aqui eu escrevo minha
canção de ninar para todos os
solitários
Lembre-se de como você
aprendeu a tentar ser a pessoa
que você ama
Então eu posso pegar esta
caneta e ensiná-lo como viver
Mas o que não foi dito, é o maior
presente que eu dou

Eu não te culpo, meu bem, eu nunca te culpei. Você sabe que a culpa é algo que escorre da minha boca para a tua em sincronia, em sintonia, é via de mão dupla, eu sei também. E o erro que eu joguei nas tuas costas tem o traço do meu lápis, tem o som da minha voz, tem as minhas digitais. Mas, veja bem, era mais fácil assim, entende? Teu sorriso já é manchado de arrependimento e eu não quis sujar as minhas mãos.

Em ti SENHOR JESUS encontro abrigo e proteção, te amo sem limites e com toda minha força,em ti encontro toda a sinceridade e fidelidade que preciso, és o meu senhor infinitamente misericordioso e amável!!!!!!!!!
fazei de mim sempre um seguidor teu!!!!

QUANDO ESTAS PERTO DE MIM,OS TEUS OLHOS BRILHAM
ILUMINANDO A MINHA MENTE, LIBERTANDO FôLEGO
PARA LHE PODER DIZER "TE AMO MUITO"

Minha vida é como um labirinto, eu acho continuamente que saí, apenas para encontrar outro corredor bem na minha frente.

Não luto contra você nem sua religião ela que luta contra mim e a minha razão.

Eu acreditei tanto em você. E o maior motivo da minha crença não eram as nossas risadas, os nossos carinhos, as nossas tardes de conchinha, as nossas noites de gordinhos, os nossos programas de índio, as nossas viagens de improviso, os nossos segredos contados pelos olhos, as nossas descobertas, o nosso amor. Nada disso era o meu maior motivo. Nenhuma briga resolvida, nenhum ciúme infundado, nenhuma discussão com final feliz, nenhuma manha de menina mimada, nenhuma pessoa que tentou atravessar nosso caminho e não conseguiu. Não era isso que me dava certeza de você. Eu acreditava em você, porque você foi a primeira pessoa que me fez acreditar em mim.

Que não sejamos um casal de uma historia, mais eternos escritores...Tu és a minha alacridade, minha diva, é o sinônimo da palavra amor.

Na minha incoerência, tive a atitude mais coerente com aquilo que sempre pensei... A vida pertence àqueles que sabem viver!

EM MINHA VIDA JÁ VI DE TUDO, HOMENS QUE NÃO PROGRIDEM, POR MAIS HONESTOS QUE SEJAM, PESSOAS MÁS QUE SE DÃO BEM NA VIDA, COM TODA A SUA MALDADE. NÃO SEJA JUSTO ALÉM DA MEDIDA, NEM EXIBA SABEDORIA DEMAIS. TAMPOUCO EXAGERE NA MALDADE NEM NA IMPRUDÊNCIA. QUEM TEME A DEUS FOGE DOS DOIS EXTREMOS.

Quando vejo um autossuficiente,
Postado a minha frente,
Despejando sapiência,
Eu tenho um ataque de riso.
O sujeito pensa que sabe tudo,
Que é gênio, intelectual,
E, na verdade, é um ignorante letrado.

O espetáculo deve continuar! Por dentro, o meu coração está se partindo... Minha maquiagem está derretendo... mas o meu sorriso... permanece!

A sinfonia da minha vida é minha fé em Deus,com Deus amanheço cantando e os males espantando.

CUBO DE GELO
Dia após dia, durante anos, aquela foi minha rotina. E até hoje me pergunto: como é possível?
Levantar ir ao trabalho. Bem, eu acordo cedo, eu gosto. Seis em ponto estou pronto. Café tomado, estômago vazio. De fato prefiro mesmo tomar café no trabalho, mas pela manhã, em casa, vai bem. Pois bem, dia após dia os ônibus cheios, pessoas, carros, espelhos. Tudo tão calmo e ao mesmo tempo é desespero. Movimento com o passar dos postes diante do meu pensar distante e desinteressante, observado de canto a canto, de sereno a delirante. Uma senhora que olha e disfarça. Olho para o relógio, perto de chegar, mais um sinaleiro. Olho para trás, procuro me posicionar, posição de saída. As portas se abrem, desço. Saio por primeiro. Passo após passo pela calçada em preto e branco, os prédios, as praças, os pombos. Ah, um dia frio faz mesmo observar. Os passos parecem desacelerar, enquanto o relógio derrete o tempo. Ora, só preciso chegar! Pois tenho tempo! Estou a voltar, novamente vejo as cenas, o ônibus, os postes, a senhora que me olha com desejo, quero dizer: disfarça! Eu vejo. Como é possível? Novamente paro, penso! As pessoas em câmera lenta, e eu: desespero? Ah, esse eu neste cubo de gelo, que segredo deste olhar a delirar... Só um olhar a delirar. Será mesmo? Passam-me uma a uma – as pessoas, sim, as pessoas – e eu a perguntar: e o meu tempo? Devagar! Devo chegar, distancio-me. Dias frios fazem mesmo observar. Rio, porque em vez de ir adiante, estou indo para trás. Como é possível? Novamente, tenso, penso: dia frio faz mesmo observar. Suores na testa e como suo neste cubo de gelo. Ah, que segredo, apenas meu olhar a delirar. Nem pergunto. Mas será mesmo? Os ternos, as saias, o vento. Estala os dedos a velha senhora naquele bar. Como eu posso escutar? A brasa a queimar no cigarro do mendigo. As luvas sujas, os trajes, um pão mordido, pego sobre luvas sem dedos, e no braço uma coberta a arrastar. Novamente lembro! Preciso chegar! Eu tenho tempo, devo me lembrar! O sono vem me incomodar. Minha inquietude posta em cheque, posição: sentido! Resolvo parar! Como é possível? Sigo o caminho e isso pode ser muito... Ah, deixa pra lá. Observo idéias em linha reticente, tudo devagar de dentro de um cubo de gelo. Meu tempo! É mesmo, um dia frio faz mesmo observar.

⁠Prefiro morrer tendo falado a minha maneira do que falar da sua maneira e viver.

Sócrates
PLATÃO. Apologia de Sócrates.

Eu vou embora da sua vida...Vou pra longe da sua história!
Deixarei pra ti, somente a minha ausência...
Mas por favor, não exija de mim que te esqueça, pois eu posso controlar a minha razão, mas jamais meu coração!

E o final da minha história é fácil prever, no lugar do “feliz para sempre”, um “sozinha para sempre” vai ter.

Você, minha metade alegria, metade saudade, metade bobeira, metade aprendizagem.

Superficialidade nunca foi muito coisa da minha vida. Talvez fosse algo com um patamar muito avançado, como um vestido de quinhentos e treze dólares em uma loja de grife. Ou talvez fosse algo tão simples quanto comprar maquiagem em uma loja de R$1,99. Como se os sentimentos precisassem ser tachados com preços tão suficientes ou insuficientes. Como se esses sentimentos acabassem como um toque de mágica por conta da última liquidação da loja barata da esquina.
Não sou dessas pessoas que acabam perdendo a paciência à espera do grande amor, ou à espera do despertar de certos sentimentos. Confesso, e não com muita vergonha que sonho tanto, que vezenquando fecho os olhos enquando me escorro no parapeito da janela sonhando com certos momentos, imaginando se algum dia aquelas ceninhas meio-que-chicletes que ocorrem em certos filmes românticos, acontecerão comigo. Mas de repente, bato minha cabeça no canto da janela, e percebo que sonhar não é tão bom quanto parece.
Ao menos nos dias de hoje, muita coisa (a maioria, confesso) nunca é como parece ser. A realidade é que comprar amizade, e amores bem resolvidos está tão fácil quando comprar um tênis falsificado de uma marca famosa. E tudo isso, se desgasta. O tênis, e os sentimentos, claro.
Mas não quero algo qualquer entrando na minha vida. Eu quero a realidade, a boa e velha realidade. Não sorrisos forçados, como em uma conversa de parentes que não se viam à muito tempo. Eu quero sorrisos, não bocas abertas mostrando os dentes por qualquer besteira. Quero abraços, não duas pessoas se “encostando” de braços abertos enquanto desejam tudo de melhor para umas às outras. Quero amizades verdadeiras, não viver só coisas boas numa roda de conhecidos, e de repente, em meio ao temporal não encontrar nenhum guarda-chuva para me proteger. Quero amor, não palavras decorradas, não apenas sorrisos bobos. Quero amor, e não pessoas que vivem se entregando pra aqueles que não merecem nem um pouco esse tipo de sentimento.
Quero continuar à escrever tudo o que eu penso e tudo o que eu sinto. E não apenas fingir, para iludir as pessoas com sóis que nunca irão sair antes de muitos temporais.