Minha Alma tem o Peso
SURREIÇÃO
Em suas costas carregou o peso de tudo.
A enorme cruz e os pecados do mundo.
De uma humanidade perversa e perdida.
E por nós deu em sacrifício a própria vida.
Do suplício resignado no horto das oliveiras.
Angustia que fez em suor escorrer o sangue.
Foi julgado, açoitado de forma vil e exangue.
Crucificado e martirizado das piores maneiras.
Pela impiedosa maldade e crueldade dos homens.
Sucumbiu em suspiro oferecendo a nós remissão.
Na fé imutável aceitou o destino pra nosso perdão.
Após semear sua Palavra, ascendeu além das nuvens.
És vida eterna em merecido descanso a direita de Deus.
Mais puro exemplo de amor Ele nos deu, seu nome Jesus.
Claudio Broliani
O homem não perece pela força do destino, mas pelo peso de suas escolhas. Casar-se é aceitar, de bom grado, a corda do enforcamento.
A vida, muitas vezes, é vista como uma balança injusta onde o peso do "ter" supera o do "ser". Algumas pessoas enxergam o valor do outro apenas pelo que possuem ou pelo que podem oferecer materialmente, transformando relações em transações. Contudo, o verdadeiro valor de alguém está em sua essência, caráter, e humanidade, não em seus bens. Relacionamentos genuínos florescem quando enxergamos o outro pelo que ele realmente é, pelo que sente e representa, e não pelo que possui. Afinal, riqueza material é passageira, mas o brilho de uma alma autêntica permanece eterno. Que possamos priorizar o ser ao invés do ter, construindo conexões que verdadeiramente importam.
Esqueça o Ontem
Esqueça o ontem, deixe-o ir,
Como a maré que volta ao mar.
Não carregue o peso a ferir
O coração que quer recomeçar.
O hoje é vida, é flor aberta,
Presente que o tempo ofertou.
É a chance, a porta entreaberta,
Para o sonho que ainda restou.
Planeje o amanhã com esperança,
Com passos firmes e olhar sereno.
Pois é no agora que a vida dança,
E o futuro nasce de um sonho pequeno.
Deixe o ontem ser apenas memória,
O hoje, a tela que vai colorir.
E o amanhã, a promessa de vitória,
Que com fé e amor, você há de construir.
SimoneCruvinel
O peso das diferenças
Estar no mundo já é, por si só, um ato de resistência. Acordamos todos os dias confrontados por expectativas – nossas e dos outros – que raramente encontram lugar na realidade. Às vezes, algo nos parece certo, perfeito, encaixado. Um sonho que vira verdade, uma escolha que parece destino. Mas o tempo – cruel ou talvez só sincero demais – nos mostra que nem tudo que reluz é ouro. Ou talvez seja, mas o brilho chegou tarde, quando já estamos em outra estrada, com outra visão, outra pele.
E nessa busca incessante por algo que faça sentido, encontramos pessoas. Pessoas que, à primeira vista, parecem a peça que faltava. Mas o que acontece quando o encaixe começa a ranger? Quando os valores que carregamos, quase como herança, se chocam contra os valores que o outro carrega? Quando os universos que nos formaram parecem não ter uma língua em comum?
A verdade é que não crescemos sozinhos. Carregamos nas costas as mãos que nos moldaram – mães, pais, famílias, histórias. E por mais que neguemos, essas mãos nos definem. Então, como seguir ao lado de alguém cuja bagagem é feita de marcas diferentes? Quando o que a pessoa defende é o oposto do que você acredita?
As diferenças, no começo, parecem nuances. Pequenos detalhes que dão sabor à convivência. Mas com o tempo, elas crescem. Tornam-se muros, tornados. O que deveria ser simples vira um debate exaustivo, e, na confusão, quem está certo ou errado já não importa. Você se vê questionando: até que ponto devo abrir mão de mim para caber nesse espaço?
E isso pesa. Pesa porque o amor, ao invés de leveza, começa a trazer cansaço. O que deveria ser abrigo vira campo de batalha. Você tenta lutar, tenta construir algo que resista às tempestades, mas há dias em que parece que a luta é em vão. O amor, assim, se torna uma busca desesperada por paz.
Mas será que o amor é isso? Será que ele deve ser essa constante tentativa de provar que vale a pena, que merece espaço? Ou será que a paz, o equilíbrio, não deveria ser o ponto de partida, e não a meta inalcançável?
Talvez o amor seja mesmo um aprendizado contínuo. Mas e quando o aprendizado dói mais do que ensina?
O Peso das Escolhas
Já parou pra pensar em como a vida é feita de escolhas? Parece óbvio, mas às vezes é assustador perceber o quanto cada decisão que tomamos molda o que somos e para onde vamos. Desde as coisas pequenas, como o que comer no café da manhã, até as grandes, como quem escolher amar, que caminho seguir, ou até quando desistir.
O problema é que a gente nunca tem certeza. Sempre existe aquela dúvida, aquele "e se". E se eu tivesse dito algo diferente? Escolhido outra direção? Apostado mais em mim mesmo? É quase inevitável ficar pensando no que poderia ter sido. O passado tem um jeito cruel de se pendurar na gente, como um peso que a gente carrega sem perceber.
Mas a vida é isso: errar, aprender e seguir. Porque, no fundo, não existe escolha perfeita. Existe o que a gente faz com o que escolheu. E, mesmo nas decisões erradas, há lições que transformam quem somos. Cada erro é uma curva no caminho, e é nessa estrada torta que a gente vai descobrindo o que realmente importa.
A verdade é que o futuro não vem com garantia. Ninguém tem as respostas certas. Tudo que a gente pode fazer é seguir com coragem, fazer o melhor com o que tem e lembrar que tá tudo bem se não der certo sempre. No final, o que pesa mais não são as escolhas que a gente fez, mas as que a gente nunca teve coragem de tentar.
Não ter tido a família presente e estruturada que sempre esperei, por muito tempo foi um peso que serviu de alicerce para a crença por mim sempre repetida: “não tenho família, sou sozinha”. Hoje eu sento com a Michelle de pouco tempo atrás e a olho ao mesmo tempo que lhe mostro estas fotos, e explico: veja… família é tudo o que te acolhe.
Família é quando seu amigo te faz cafuné depois de um término, é quando ele dorme mal por causa do seu próprio luto, família é quando a mãe dele te chama de filha e ressalta “pode contar comigo”, família é quando você vibra com os planos como se fossem seus, é quando se emociona com algo que o outro escreveu de si. Família é a paciência de ensinar sobre assuntos que pela milésima vez o outro desconhece, é quando você entende a dor, é quando se tem história símile, quando relembra o outro do valor que ele tem. É aquele exato momento em que você não abre mão de se encontrar com a pessoa porque vai se mudar no dia seguinte. Família é quando o tempo não é capaz de dissipar o elo.
Neste dia que marca o início de um novo ciclo pra você, eu quero agradecer por todas as vezes em que vivemos e manifestamos família um ao outro.
Voe alto, xuxu!
Com o passado, aprendemos; com o futuro, planejamos. Mas o único peso que você realmente precisa carregar nos ombros é o do presente. Focar no agora é o primeiro passo para alcançar o que desejamos lá na frente. Antes de sonhar com milhões, concentre-se nos primeiros mil — cada etapa constrói o caminho.
Quando colocamos a cabeça no travesseiro toda noite, é ali que sentimos o peso das nossas escolhas.
Bom dia!
Já parou para pensar no peso das palavras que escolhemos? Falar pelas costas de quem só nos estende a mão, de quem não mede esforços para nos ajudar, diz muito mais sobre nós do que sobre a pessoa que criticamos.
É fácil apontar erros, difícil é reconhecer quem está ao nosso lado mesmo quando falhamos. Pior ainda é esquecer que aquilo que falamos no silêncio das conversas sempre encontra um caminho para ser ouvido.
A vida cobra. E cobra com a confiança que se perde, com os laços que se desgastam e com as oportunidades que se fecham.
Que hoje seja um dia de reflexão. Antes de julgar ou reclamar, olhe ao redor e perceba quem está ali, lutando junto, mesmo em silêncio. Lealdade e gratidão são escolhas. E toda escolha tem consequência.
Quem planta respeito, colhe confiança.
Tenha um dia abençoado!
Cada lembrança é um espinho cravado no jardim do meu coração, onde as flores murcham sob o peso das memórias que se transformaram em facas afiadas
O ciúme seguido de desprezo
Compara-se a crime hediondo
No amor não cabe tanto peso
Outros desse jeito se impondo
"O preço de ser um privilégio para a sociedade é ser um peso para o seu ego e um privilégio para si mesmo"
"O peso da culpa"
No fundo do poço
Me encontro num relento
Onde almas vivem sozinhas
Em um longo periodo de tempo
Se o mundo transbordase
No desespero da ilusão
Sangrariamos os olhos
Em busca de compaixão
Vivendo uma vida angustiante
Lotada de opressão
Tornamos o horizonte
Um ponto sem informação
Onde o luto cobra a vida
Dando lições e sermão
Na busca por perfeição
Enaltecemos o ego
De almas feridas
Cobertas por furos de prego
Estes que pregam o vazio
Como uma martelada de dor
Numa moldura de um quadro
Velho e sem cor
