Minha Alma tem o Peso
🌸 Carta para minha criança interior
Oi, minha pequena Raquel…
Eu sei que você está cansada.
Cansada de fingir que está tudo bem, de sorrir quando queria colo, de ser forte quando só queria ser criança.
Eu sei que você perdeu o seu pai tão cedo…
E que, desde aquele dia, o mundo ficou um pouco mais frio, mais assustador, mais solitário.
Você olhava pros lados procurando proteção, um abraço firme, alguém que dissesse:
“Calma, meu amor, eu tô aqui.”
Mas ninguém dizia.
Você teve que crescer.
Teve que entender coisas que nenhuma menina de 12 anos deveria entender.
Teve que se proteger quando tudo ao redor parecia desmoronar.
E mesmo assim… olha onde você chegou.
Você continuou.
Com medo, mas continuou.
Com falta, mas continuou.
Casou cedo, tentando construir aquilo que nunca teve: uma família.
E quando tudo parecia, por um instante, que ia dar certo… veio mais uma dor.
Mais uma vez, alguém saiu.
Mais uma vez, você ficou.
Eu tô aqui pra te dizer:
Nada disso foi culpa sua.
Você fez o que pôde com o que tinha.
Você amou. Você acreditou. Você tentou.
E hoje, com 40 anos, você ainda sente falta.
De um pai. De uma mãe.
De domingos com cheiro de comida e barulho de risada.
De ser cuidada. De ser filha.
Mas sabe, minha pequena?
Você ainda pode ser cuidada.
Você ainda merece ser abraçada.
Por você mesma.
Por essa mulher linda que você se tornou.
Hoje, eu prometo te proteger.
Prometo não te abandonar mais.
Prometo que não vamos mais correr atrás de quem não sabe nos amar.
Vamos caminhar devagar, em paz, construindo — com calma — uma nova história.
Você é forte, sim.
Mas não precisa ser sozinha.
Você merece ser acolhida.
Você merece ser feliz.
Com amor,
Da mulher que você se tornou. E que está aqui, por você, pra sempre.
3) Quando vejo o espetáculo da tarde que se agoniza no esplendor do horizonte, minha imaginação quase penetra nos mistérios de Deus!
Quando vejo os raios do novo sol, imagino no imaginável da Vida.
Não a vejo, contudo, envolver-me a alma,
Assim, permito-me controlar meus pensamentos para sentir um pouco de alegria orvalhada num modesto sorriso...
Como rechear minha árvore de natal:
Com pétalas de Amor Divino; com aromas de virtudes;
Com solidez da caridade; e finalmente acendê-la com a vida lotada de paciência, perdão e verdadeira amizade social !
Amo o meu país. Essa é a minha bandeira. E que os meus irmãos cidadãos tenham no peito a mesma coisa: um coração brasileiro.
Escrever sobre bullying é a minha forra, por todos os insultos e ofensas sofridos no decorrrer da minha infância e adolescência. É como se cada frase funcionasse como uma bomba. E poder detoná-lo me dá um prazer innndeeescritíííveeel!
Eu me ferrei todinha por seguir alguns conselhos de minha mãe, mas a maioria deles ainda tá valendo.
Indiretas pra mim não resolve, melhor pichar a fachada da minha casa com todas as letras; do contrário, vai perder tempo.
Se hoje eu tivesse que escolher uma palavra, apenas uma, para personalizar a minha mãe, eu diria “rosas”. A minha mãe plantava rosas. Ela tinha um jardim só de rosas. Uma vez ela ganhou um jardim inteiro de rosas, era um presente romântico. Houve um tempo em que ela nos levava todos os dias àquele jardim. Depois de um tempo as rosas murcharam, e o jardim morreu. E minha mãe nunca mais teve outro jardim. Mas, aonde quer que eu vá e encontre rosas, lá está ela.
Na minha infância teve circo de lona e palhaços, eu simplesmente amava os palhaços. Mas o palhaço que eu não me esqueço se chamava Pirola, acho que todos eles se chamavam "Pirola".
A minha singela visão de mundo e de política sempre esteve e sempre estará voltada para a questão do bem-estar coletivo e dos princípios básicos da cidadania, doa a quem doer.
Toda vez que se aproxima o dia das mães eu sempre dou graças a Deus por ter sido criada em minha casa, sob os cuidados da minhã mãe, e não numa creche. Mas, hoje, isso virou artigo de luxo, é pra quem pOde, e não pra quem quer, infelizmente.
Laura Maria, é mais uma florzinha que nasceu, surpreendentemente linda, na minha árvore genealógica; temos os mesmos bisavós maternos, o bisavô Malaquias e a bisavó Adeláide, que são os pais da minha avó Vicentina, e, os avôs da minha mãe, a Dona Ana Maria.
Eu vivo sempre extremamente cansada. Esse cansaço vem muito porque a minha mente não para de pensar, pensar me cansa muito.
A metade de mim são minhas experiências, a outra metade são meus pais, mas a maior parte da minha outra metade é a minha mãe, sem tirar nem pôr.
