Minha Alma tem o Peso

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Esse silêncio estacionado em minha vida está custando a passar. Que cheguem as palavras...

Inserida por Manaia

E assim vou vivendo...
Se um sonho não me cabe no momento,
guardo ele de volta na minha Caixinha de Sonhos
e pego outro para vestir.
Lá dentro é cheio deles,
e sempre tem algum que sirva.
Nem sempre realizo todos,
mas nunca ando despida de sonhos.
Sonhos são tão essenciais como roupas,
sem eles é impossível sair de casa!
Sonhe!

Inserida por AnaRottini

Minha determinação de vencer na vida é impulsionada pelo lugar de onde eu saí.⁠

Inserida por SergioPersi

Eu tenho muito medo da minha mente, mas não é do presente. O que me tortura é sobre o incerto do futuro.

Inserida por SergioPersi

Na minha queda, gravei na memória quem estendeu a mão e quem, com frieza, me empurrou ainda mais para o abismo.

Inserida por SergioPersi

Há um mar alto, em minha volta!
E ventos tempestuosos, elevam suas águas,
As quais, formam ondas de mágoas,
Qu´eis qu´alma esta, querem ver morta...


E o meu barco, esta-se partindo,
Com estas altas e rugentes ondas.
O meu espírito, se vai com dores consumindo.
Por estas correntes velozes, nestas do mar alto, zonas...


Mas, mas ainda que eu desça ao fundo dos abismos!
Oh tu mar revoltoso e impiedoso!...
E também vós outros arrogantes cataclismos!...


Sabei, sabei, vós, vós: Todos...
Que virá tempo, em que a águas mansas, e porto piedoso,
Morto por vós, mas vencedor, meu barco, ancorará neste porto, mais alto que vós, sois altos.

Inserida por Helder-DUARTE

Minha aldeia e dique!
Em ti fui criança!...
Sem ter, infância.
Quando, aos seis anos, vim de Monchique.
Meus amigos, oh Montes de Alvor!
Não foram, teus meninos, que me batiam,
Sem a Deus, terem temor!
Nessa escola, onde os gritos de Maria Emília, entoavam.
Mas meus amigos, foram:
As hortas, com as batatas…
E o milho, que meus pais, semeavam.
Montes de Alvor! Montes de Alvor!
Foram ainda, as tourinas vacas.
Sim tu aldeia! Dos meninos sem amor!

Inserida por Helder-DUARTE

Minha Senhora! Canto-vos,
Trovas de amor! Amor!
Em minha voz de tenor!
Sabeis porquê?! Por amar-vos.


Eu cavaleiro andante!
Em cavalo branco!
Vou adiante! Adiante!
Até, que os lirios do campo,


Tenham flor e cor.
Para eu, vo-los dar!
Sim a vós, meu amor!


Porque eu, vos amo!
Com verdadeiro amar.
Minha Senhora! Ai pois! Só eu sei como!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Ouvi! Vós que sois nações, filhas de Sem Cão e Jafé!
Como Camões, continuarei com toda a minha fé,
a este cântico clamar, com força da minha alma,
que recebi, daquele, que meu espírito ama!

Clamo em pulmão forte, o que deixar de fazer, não posso!
Que por mares fortes e de ondas gigantes, com perigos tantos.
E por meio de demónios, gigantes que aos homens causam prantos,
foi a gente filha de luso, em viagens esforçadas, com ajuda de Deus nosso.

Estas gentes tinham uma alma grande, desde tempos antigos,
que esta empresa faziam, de ao mal desafiar, até o bem conseguir!
Foi gente de guerras muitas, por nobres causas as fizeram.
A do mundo terra amaram, por ela a vida deram! Até as terras adquirir.


Do Islão antiga terra libertaram com fé guerrearam,
até que daqui os expulsaram, para as outras terras de Ismael.
Do rei poderoso tinham todo o apoio, como David apoiou Israel.
Foi ele Dom Afonso o primeiro, a quem os nobres, apoiavam.

E neste acto de lutar, os seus filhos continuaram, sem medo ter,
de aos povos dar o bem, ainda que pela espada fosse isso assim.
Como Miguel, príncipe de Deus, do céu a Lúcifer expulsou, enfim!
E aos seus anjos tirou o principado e muito do seu poder.

Assim esta gente esforçada mais que a mente humana,
possa tal imaginar, foram ao mar desbravar os altos caminhos,
que hoje os homens modernos têm, na sua mente racional de tanta fama.
Foi esta fillha da Lusitânia que deu força aos povos pequeninos.


Para que os povos fossem da ciência, muito conhecedores,
E ao homem dessem seus muitos, e muitos valores!
Por tal foi Portugal aos mares, com muita ação.
E com toda a de Deus ajuda, disso eu sei, com razao!

Mas tudo isto de deveu aos poderosos reis Portugueses,
que ao bem queriam conquistar, como o de Avis herdeiro,
Que foi grande lutador, e da expansão o pioneiro!
Em Ceuta, começou este acto de Portugal por muitas ao mar ir vezes.

Mas oh povo do mundo, sabei com muita atenção que Portugal,
era povo muito inteligente e de muito estudo, afinal!...
Se a religião, aos outros países, tirava toda a razão,
Os cientistas em Portugal, estudaram a expansão.

Antes de irem para o mar, ao povos falar e d'eles também muito aprender.
Foi o nobre infante Dom Herique, para Sagres, o mar estudar,
E dos ventos e as estrelas, muito conhecimento de lá tirar.
Era homem, que acreditava, que ciência e fé são razão, em todo o ser.

Assim foram os portugueses ao mundo, em perigos muitos,
às indias do ocidente e do orinte, aos povos mostrar,
que a vida tem perigos, mas que vale a pena, lutar!
Por aquilo que é racional e de muitos conhecimentos.

Vasco da gama foi homem de bem e de muito valor,
Também, Cristóvão Colombo, com ele aprendeu,
As coisas do navegar, em todo o seu resplendor.
De modo que à América outros mundos, deu.

De igual modo oh povo do Mundo, sabei,
que Fernão Magalhães dos pioneiros,
o conhecimento, isso entendei!
O recebeu dos navegadores, os primeiros.
x
Enquanto Deus me der folgo cantarei Portugal,
Com o cântico de alma minha, de vida cheia.
Que ao mal tanto e sempre faz guerreia.
Pois Portugal, foi pais pequeno, com muita força afinal!

Hoje a cultura e o saber, que vós tendes, veio desta expansão,
que uniu o mundo, em saberes tantos e na muita ciência razão,
Até que aos planetas chegastes, com todo e muito conhecimento.
Disso com os Portugueses aprendeste e tiveste muito entendimento.

Portugal deu novos mundos ao mundo, dos homens.
Deu esperança aos povos em várias do saber ordens.
Isso eu sei com muita e gloriosa certeza!
Que foi alta e sublime, a grande gente Portuguesa!!!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Escreves leve como uma pena,
toda a nossa história.
Sim tu minha amiga Lena!
Este trabalho fazes a toda a hora.
O teu serviço é escrever.
Trabalhas sem medo ter.
Nas coisas desta Unidade.
Mas fazes tal, com tanta caridade.
Que também escreves com a alma,
a todos dás muita calma,
trabalhas até que em nossa alma,
escreves um poema de amor.
Com uma força tanta,
que por ti nosso ser Clama...
Vem nos tira toda a dor!
Então vens com ligeireza.
Atendendo, quem te chama.
Para dar o teu grande amor.
Disso todos temos a certeza,
que és rainha do bem.
Com o qual cantas e danças tão bem.
Por vezes até aos aflitos dás pão.
E sempre com um sorriso.
Aos doentes estendes a mão.
És assim, porque em Deus tens inspiração.
Por isso, eis que no céu tens teu galardão !

Dedicado a Lena, Administrativa da Unidade de Longa Duração e Manutenção de Albufeira
Com muito
Carinho

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Verei

Irei ver minha mãe!
Sim. Irei, aquele jardim!
Naquele dia, naquela hora.
E verei, os pombos brancos!
Que são tantos! Tantos!


Verei Camões e Amália...
Verei flores de Dália.
Verei as estrelas enfim.
Verei o que nunca, vi no Minho.
E então, verei o Senhor, sim.


Verei uma árvore verde,
Com as suas flores de verde pinho.
Verei, a Rosa de Saron. Eis, que será isso, cedo!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Mais alta


Ai minha mãe! As estrelas!...
Como são lindas!...
Lindos são teus filhos!...
Lindos são teus olhos!...


Lindos são teus cisnes brancos!
E os teus laranjais nesse pomar!
Lindo é esse teu Alvor!...
Sim, mulher de Portimão. Terra de dor.


Cidade, a quem dei o meu amor!
O meu Ser, mesmo sem nada ter...
Te o dei! Oh terra mãe da caridade!


Até que vá à alta terra...
Terra, sem mar , sem guerra!...
Pois mãe! Esta é a mais linda e alta, do Ser!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Fui Pastor

Minha aliança contigo foi de vida e de paz,
e eu te dei ambas para que tu me temesses.
E tu na verdade de me temer foste capaz,
sem que de mim, tu mesmo te esquecesses.

Tu me deste ouvidos, naquele tempo.
A lei da verdade na tua boca esteve, sim.
E a injustiça, nos teus lábios não esteve, assim!
O meu desejo, era que estivesses, comigo sempre.

Porque tu comigo andaste em paz e grande retidão.
E a muitos apartaste de toda a iniquidade! ...
Pois o pastor, deve guardar toda a de Deus razão .

E da sua boca devem os homens receber o ensino,
pois o pastor é o da de Deus sempre verdade,
Do Senhor, foste tu no teu longo caminho! ...
HelderDuarte

Inserida por Helder-DUARTE



Desconforto

Ainda tenho Deus no meu coração,

Sim, tenho-o com toda a minha ação.

Como não o ter pois digo eu?

Neste meu ser, que é sempre seu.



Se não ter Deus, o que ter então?

Que porei eu no meu coração?

Onde vou buscar a minha vida?

Eis que Deus é o mais importante ainda.



De noite a minha alma, na minha cama,

sente-se desconfortada, solitária...

E o meu espírito a Deus Clama.



E a luz então vem a mim,

preencher as trevas área,

do meu humano ser, assim!

Inserida por Helder-DUARTE

Minha Terra

⁠Coimbra, minha terra natal.
Ainda és a capital,
Do amor e da paixão.
Por isso te canto, esta canção.



Mãe das Beiras és, por bem.
Por isso minha também.
Pois minha mãe, já me deixou
De todo, me abandonou.



Por isso, oh tu cidade, de Cid Sobral!
Toma conta de mim, aqui...
Neste hospital...


Sim tu minha terra!
Pois eis que estou em ti.
Cidade, que não tens guerra!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Minha Mulher
Minha mulher...
Quem és tu?
Certamente o ser mais precioso que Deus fez,
E que me deu.

Mulher serás tu?!
Ou algum ser, possivelmente,
Vindo do céu,
Para ao meu lado estar eternamente...

Teria Garret razão,
Quando nos seus poemas, de inspiração...
Diz à mulher,
Anjo ser?

Ou anjo ou mulher,
És o melhor, desta existência, a que chamamos Ser,
Que Deus pôs ao meu lado,
Para aliviar, meu fardo.

Oh! Coração meu...
Como foste capaz, de tão pouco amares, com esse modo teu,
A quem tanto te amou,
Ao teu lado lutou.

Por causas,
Que eram perdidas.
Mas que por sua acção,
As venceste, então?!

Ai como eu me arrependo,
De não ter amado,
A quem sempre me amou,
E não me rejeitou...

Assim és...
Pois Deus te fez...
E o amor dele, como chama,
Em teu peito inflama...

Deus meu Senhor:
Eu te rogo, por teu amor,
Que abras de todo este meu coração, para amar,
Com tanto amor, a quem me ama, sem cessar!




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Inserida por Helder-DUARTE

⁠Lenha


Minha mãe! Tenho medo!
Volta, da outra banda!
Pois, já não é cedo! Volta e anda!
Eis que não é cedo!...
Volta!... Deixa de apanhar lenha!...
Lá no outro lado, lá na outra banda.
Minha mãe ! vem!... Vem!... Vem!...
Para mim.... teu menino, que medo tem!
Faz o trovão! E eu tenho medo!
Muito mesmo! Ai, minha mãe!
Volta, pois, para que eu seja sempre ledo!
Volta e canta comigo...
Ao lume da lenha, dá-me a mão...
Canta uma canção, para teu filho, amigo!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Parkinson III
Eis ó poetas ouvi-me esta minha confissão,
que diante de vós, me inclino em posição.
Eu tenho sintomas de: loucura, depressão,
agressividade e muita mesmo ansiedade.

Isto existe em mim com muita regularidade.
Mas esta doença nasceu comigo, de congénito.
Eu sou uma pessoa doente, isso eu bem o sei.
Sou eu mesmo deste modo assim tão único.

Peço desculpas, por todo o mal que vos causei,
mas eu tenho a doença de Parkinson desde cedo,
e ela me causa algum grande e forte medo...

Não sei o que me vai acontecer, não não sei.
Só isto sei, que Deus me ama, tal como sou,
ainda que mal eu muito, mesmo estou!..

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Indignação

Diz o Senhor: Porque a minha intenção ,
é esta, ajuntar todas as nações, congregar,
os reinos, numa grande e forte reunião,
para sobre eles, a minha indignação eu derramar.

E derramarei a minha acumulada e grande ira,
naquele dia, no Armagedom, sobre os reis da terra,
que se ajuntaram, para me fazerem uma grande guerra.
O reino dos homens arrogantes, a minha pessoa lhe o tira.

Os povos que eu eleger me servirão de comum acordo,
e eu serei rei de toda a terra, onde os povos serão puros.
Da Etiópia serão meu povo, e de Tarsis e do mundo todo.

E então na terra haverá a verdadeira aguardada paz,
porque os corações do homens jamais serão duros.
Minha presença de todo, para sempre os satisfaz!


Inserida por Helder-DUARTE

⁠Fruto



Meu amor de algum dia que já passou,
Foste o único amor que meu ser amou.
Estás na minha mente e nos momentos,
de alguma inquietação, e de tormentos.

Lembro o passado, que eu já não tenho,
mas que fica a recordação, eu isso mantenho.
As vezes lembro o passado, para consolar,
Está alma que agora não tem nenhum amar.

Foste linda e corajosa até ao meu lado,
conseguires estar, apesar do meu ser tolo.
E de muita asneira minha, na minha doença.

Mas entre nós ficou o fruto do nosso a amor,
o nosso filho, que eu amo muito, com vigor.
Tu és a sempre amiga, que meu ser não dispensa!

Inserida por Helder-DUARTE