Minha Alma tem o Peso
Fonte
Gostaria de falar sobre a chuva
Vou passar pelas bases e mares durante minha existência
Eu me pergunto se você consegue entender...
Se o seu coração estiver perturbado, o céu ficará nublado.
Uma nebulosa de fumaça.
Um cinza especial, fica difícil de sonhar.
Amar, viver, sentir a vida por viver.
Tenho medo de chover neste mundo solitário
As gotas que não caem são as que mais molham.
O sentimento de não derramar.
Me dê a mão, vamos partir nesse mar.
Há um lugar para ser feliz, além dessa ilha que estamos
A sutileza das transparências de uma gota.
O breu do interno, a cor extravagante da máscara
O possível e o desigual.
A terra e os acontecimentos que caminham nessa brabesca noite.
O farol de sinalização que me faz sacar
Não sei como vai terminar essa noite
A sinalização da terra.
Posso correr, mas ainda estou preso.
Mas nem sempre... é isso.
Sentimento.
Esporadicamente, um poder surge.
Me consome e posso adormecer acordado, pode me ver de longe,
Pude sentir a falta de som
O silêncio, mentira.
Havia um barulho, um sequenciado, a respiração. Ela estava ali. Ainda estou vivo.
Naquele momento pude sentir.
Dessa vez, a água que escorria era doce.
Dessa vez, não era chuva, era uma fonte.
Pude chegar em uma cachoeira de emoções.
Me perdi tanto em mim que vi um lado que não sabia da existência.
Agora estou aqui.
A vida vira brincadeira, onde isso pode dar?
Vou tentar ver, afinal, nunca descartamos os dias de chuva
De nossa rotina.
Não pude conter as lágrimas no meu rosto quando vi você partir da minha vida para nunca mais voltar.
Como um eco suave, que o tempo não apaga,
Revivo em meu peito a paixão que me alaga.
Minha Sapekinha, em cada verso que te dei,
Um pedaço da alma, em amor, eu entreguei.
Que as palavras passadas sejam o nosso guia,
Para um amor que cresce a cada novo dia.
Um sentimento puro, que transcende o olhar,
Um refúgio seguro, onde podemos amar.
E se a vida nos testa, com ventos a soprar,
Nosso laço é mais forte, não vai se quebrar.
Pois em ti encontro a força, a paz e o querer,
O meu lar, meu futuro, meu eterno prazer.
Eu lembro do dia em que percebi que a corrente estava na minha mão. Não foi bonito. Não foi heroico. Eu estava sentado num quarto pequeno, escuro, com as mãos suadas, sentindo a respiração curta. Tudo fora de mim parecia calmo, mas por dentro, um barulho ensurdecedor me dizia que eu não podia mais ficar ali. Olhei para o chão e vi: a corrente não estava presa em nada. Era só eu, segurando com tanta força que meus dedos já doíam.
Passei anos culpando o medo. Dizia que ele era mais forte do que eu. Passei anos culpando o destino, como se estivesse escrito em algum lugar que eu deveria permanecer assim. Passei anos chamando de azar, como se a vida tivesse escolhido outras pessoas para dar certo. É fácil se enganar quando a dor já faz parte da mobília. É fácil decorar as sombras, dar nomes para elas, chamar essa mentira de verdade e essa prisão de paz.
Mas chega uma hora — e ela sempre chega — em que o ranger da corrente fica alto demais para ignorar. O peso dela já não parece seguro, só sufocante. E você olha para a porta, entreaberta desde sempre, e entende: não era medo. Não era destino. Não era azar. Era você. Só você. Você pode chamar de medo, pode chamar de destino, pode chamar de azar. Mas a verdade é que, no fim, sempre foi você quem segurou a corrente.
E nesse dia, você percebe que romper dói, mas ficar dói mais. Que liberdade não é prêmio nem presente, é escolha. E que toda escolha cobra um preço. As mãos tremem, o coração pesa, mas ainda assim… soltar é a única coisa certa a se fazer. Porque não existe corrente sem mão que a sustente. Não existe prisão sem alguém que aceite morar nela. No fim, você entende: não são elas que te prendem. É você que insiste em não largar.
Sou a conjunção do científico e do espiritual. Minha mente, meu coração e minha voz criam o futuro.
Minha vida não é diversão.
Já estive no ponto de não voltar.
Já vi o que um homem pode fazer.
Já vi todo o ódio de uma mulher também.
O que sempre ensinarei à minha filha sobre os homens
Por Aline Caira Gomes
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Jamais permita que o amor se transforme em súplica. Se for preciso pedir para que ele fique, então é hora de deixá-lo partir com dignidade.
Palavras vazias não sustentam vínculos verdadeiros. Se as desculpas não forem acompanhadas de atitudes reais e coerentes, permita-se ir, com coragem e amor-próprio.
O respeito deve existir mesmo quando você não estiver presente. Se ele não proteger o seu nome na sua ausência, isso revela quem ele realmente é — siga em frente sem medo.
Se a presença dele perturba a sua paz interior, priorize a sua alma. Paz não é luxo, é necessidade. Afastar-se é um ato de sabedoria.
Se ele for mais ausência do que presença, convide-o a sair com clareza — e que ele só permaneça se for inteiro.
Não implore por atenção, por afeto ou por consideração. O que nasce da verdade não exige humilhação. Se for preciso implorar, silencie e continue com dignidade e profissionalismo.
E se algum dia ele tentar calar sua voz, enfraquecer sua autonomia ou alimentar sua dependência emocional, feche a porta com firmeza, sem hesitar — e nunca olhe para trás.
Você nasceu para ser livre, íntegra e amada com respeito. É filha da verdade, da fé e do amor. Nunca aceite menos do que isso.
Desde o nascer, minha jornada é pela paz. Evitar conflitos é meu compasso audaz. Não busco rival, apenas a mim mesmo desafiar. Vencer paixões, superstições, é o caminhar. Na vitória interior, a verdadeira glória a encontrar.
Livro: O Respiro da Inspiração
O silêncio é uma palavra não dita. O silêncio é um olhar desencontrado. O silêncio corta minha pele. O silêncio é a explicação que nunca veio. O silêncio é uma resposta sem palavras. O silêncio diz. O silêncio cala. Cala fundo em minha alma. Excesso de silêncio se chama vazio. E o vazio é uma vida sem sentido. Por isso corta minha pele, minhas veias e meu entendimento. Quando a linguagem se cala, pode ser um fim, ou uma pausa. O silêncio também é musica. Sem o silêncio tudo seria ruído. Um ruído estridente como uma multidão alvoroçados. O silêncio é solidão. O silêncio é a falta que você me faz. É me lembrar é nada mais. O silêncio que não alcançará o seu som. Como o ponto de uma reta. Incompleta. O silêncio fala alto em minha vida. Como uma sina. Espero palavras sonoras, como uma confidência dita a meio tom. Entre mim e o que espero há uma distância. Silenciosa. Como os minutos que nos ignoram.
A maior viagem da minha vida foi quando eu fui de beijinho da ponta dos teus pés até os teus cabelos.
~*Em Frente ao seu portão*
Estou em frente ao seu portão, minha mente está uma confusão.
Mas meu coração, insiste em me deixar na mão.
Estou em frente ao seu portão, e mais uma vez com uma carta em minha mão.
Na esperança de você ter tomado uma decisão
Estou em frente ao seu portão, é que em meio a toda essa confusão, ainda acredito que isso tenha uma solução .
Estou em frente ao seu portão, mas não toquei a campainha .
É...acho que mais uma vez, serei minha própria companhia.
Estou a caminho de casa, pensando todas as vezes que fizemos amor pela sala.
Minha mente queria ficar, mas meu coração sabia que lá não seria mais o meu lugar.
A vida em um ano!!
Deixem-me ser eu, ver o tempo passando como o céu, minha mota minha vida em seus peneus;
Valorizar o que eu sou,ser feliz como o Sol, viajar e descobrir lugares que nunca ninguém encontrou;
Fazer o futuro valer a pena, deixar a vida mais serena e lembrar-me de como na sua imperfeição foi perfeita.
Carrego as marcas do racismo e a dor de não ser visto, a saudade da minha mãe e a solidão de quem busca respostas na própria mente. Mas também sinto pulsar a força da reinvenção, o alcance infinito da polimatia, e como aprendi com a Dra. Shaira Zion, o alento da minha - quarkiana, leptônica e bosonica - fé. Faço do meu trauma um testemunho; da minha dor, símbolos; da minha perda, poesia.
Talvez um dia minha tristeza dê dinheiro, o triste disso... é que talvez não esteja mais vivo, mais triste que é isso, é pensar (as-sim) nisso.
Você não está apenas tatuada na minha pele, está marcada no meu coração.
Entre a amizade e o amor, a minha preferência é a amizade. Pois, o amor sempre exige uma troca de algo enquanto a amizade é aceitar o outro como ele é. Furucuto, 2025
