Minha Alma tem o Peso
Louco amar
Sou louco!
Em minha loucura amo-te profundamente
Penso em te loucamente
Quero a te imensuravelmente
Não chego a ser louco de pedra
Sou louco por pedras
Pedras que jogaste em minha janela
Pedras de emoção e paixão
Guardo-as como quem guarda um grande tesouro
Afinal, elas vieram do meu maior tesouro: tu.
Amo-te, por que amo o belo e a arte
Loucura seria não te amar.
Eu não quero que a minha vida termine quando eu estiver bem velhinha.Eu quero que ela termine quando eu não tiver mais sonhos.
- Não há do que se envergonhar. Mostrou tua face, e por vezes, minha vontade era te esbofetear. Agora não mais, não há dor, apenas tédio do que seríamos.
E não há nada que me cale, a não ser a minha própria voz dita quando não se explicam as próprias palavras, elas são infundadas demais para todos os sentidos que busco. Vivo na eterna busca de me perder lentamente, o meu desejo é deixar de ser aos poucos. Afinal, sou tão leve que não me permito parar... Vento todos os dias.
Não sei o motivo das minhas lágrimas.
Não sei a minha esperança guardada.
Não sei o motivo desse rio de águas.
Não sei das minhas palavras esperadas.
3. Poesia – Minha Flor
Hoje, dar-lhe-ei uma flor,
Carinho, amizade e ternura,
Sou feliz por ser teu irmão,
Tua amizade não tem rasura.
Obs. Essa poesia fiz para a minha irmão Célia
no dia do seu aniversário
" Maria a mãe de Jesus Cristo é minha mãe também. Foi dEla que recebi carinhos, zelo, amor, e bênçaos. Foi Ela quem fez minha farda e me matriculou na escola de Deus".
Não sei manter amizades, fazer amizades até consigo, minha grande dificuldade é manter a relação estável sem eventuais abalos.
Fiz opções em minha vida...difíceis e algumas prazerosa, mais nada se compara à aquela que fazemos e sabemos que é por uma vida toda.
Esses dias estão sendo tão duros, acordo sem sono na madrugada, pensando na minha mãe. Então, coloco uma música e pego uma foto, só choro.
Sei que ainda vai levar um tempo para que a minha vida possa voltar a rotina porque neste momento eu não sinto prazer em nada. Só queria poder ter me despedido melhor, queria pega-la e sair pela cidade, parar a beira do rio olhar a água, conversar sobre todos os assuntos possíveis, viajar, rever a família juntos, porém, a minha rotina de vida nos distanciou.
- Nem sempre temos que esperar um tempo, porque ele pode não vir - isso é verdade, as coisas acontecem tão rápido e quando paramos já não temos o tempo.
Queria chegar novamente na casa da minha mãe, ouvir-la me chamar de "meu filho" e me chamar pra sentar "vem tomar café", conversar como sempre fazíamos, só mais uma oração de joelhos dobrados a tardinha como todos os dias ela fazia.
As lembranças que tenho de minha mãe são as melhores que um filho poderia ter, mas eu queria não ter apenas lembranças e fotos, queria poder dizer a ela da sua importância na minha vida, dizer que as suas palavras faziam a diferença nas minhas decisões, eu só mantive a linha correta porque ela me ensinou a ser correto.
Se todo filho tivesse uma segunda oportunidade de rever a sua mãe ele aproveitaria cada segundo com ela, porque a dor de não te-la é algo inexplicável.
Abrace, beije, viva como se fosse o seu último dia de vida, a gente sempre pensa que poderia ter feito muito mais para agradece-la por tudo.
De repente ela já não estava mais com a gente.
E o que diminui a dor é saber que ela esta com o Deus e eu tenho certeza que estará melhor do que nos, onde não ha pranto nem ranger de dentes.
Eu poderia passar todo o tempo aqui falando sobre minha mãe, isso porque eu me orgulho da mãe que tive, ela é minha heroína meu exemplo de fé, de força, de perseverança.
As suas orações foram o que me mantiveram vivo, pois a oração de um justo vale muito em seus efeitos e ela nunca desistiu de mim, eu sei.
Mãe, me orgulho de ter tido você ao meu lado.
Das pessoas que passaram por mim em minha vida,
guardei apenas os sorrisos e os olhares.
Sei que foi o mais perto que cheguei de suas almas.
Arranco pedaços da minha pele como se eles não precisassem de mim, em poucas horas começarão a se decompor no chão. Arranco tanta gente, roupas, tecidos velhos costurados com linha de anzol, puxo com firmeza os braços que não me interessam mais, debaixo de sol, chuva ou tempestades em copo d’água. À noite finjo que durmo, fecho os olhos, deixo que escorram todas as lágrimas criadas durante o passar do dia. Quando acordo, torço meu travesseiro em um bule, das lágrimas faço meu café, não te ofereço, nunca, até nisso sou egoísta, mesmo tendo sido você quem me fez chorar. Compro amendoins e cocadas pra te suprir daqueles vários outros modos que não consigo, não sei, mas acho que oferecendo comida e dinheiro, eu possa melhorar no que sou. E eu me contentaria apenas em pensar, não conversar com ninguém, exceto com você, contar o que sempre fica girando na minha cabeça, me deixando tonta, fazendo vomitar naquelas ruas tão limpas, asfalto feito de azulejo de piscina, em que deito, brinco de me afogar, enquanto engulo alguns litros de piche, azul.
