Minha Alma tem o Peso
águas profundas da alma...
borbulhas suas frases
em doces águas de um riacho...
todavia, se foi um pingo em oceano...
Cala-te caminhas em silêncio até foste parte do rio,
Cálida em formosa sintonia de laços foste a alegria que morreu...
Tão pouco das réstias o sino tocou...
As enchentes de março foram feitas de vaidade sobretudo o alendo do clamor....
Essência do ser humano...
Um espírito em busca de um sentido por existir.
É uma alma que existe pela Essência.
E para essa conexão apenas um corpo.
Dentro da existência de 80 anos em média a vida resiste com espírito envelhecido.
Muitas vezes as experiências vividas são parte da existência e tornam-se a essência do ser humano.
Floresta do ser humano
Por Celso Roberto Nadilo
A folha é o pulmão do mundo e alma do ser humano...
E quando essa folha nasce é um suspiro de vida, alegre é a vida...
Seu corpo físico é simplicidade com que a vida nasce e morre...
Como o envelhecer a vida retorna ao chão dando um desfeixo único depois de tanto tempo.
Mas, a vida resiste na resiliência da vida...
O galho ou tronco é como vida tem vários caminhos e com várias camadas e sustentabilidade das folhas que todavia estão ligadas até que seu tempo seja a falha do amor,
Suas frases e experiências são incríveis...
Pois a cada instante das estações do ano resistiu até o dia que chegou ao apse da vida...
A raiz é caule é condutor da vida a água e seus nutrientes são essenciais que espalham se pela imensidão da árvore gigante em seu esplendor.
Seria simplório da minha parte só exaltar um simples relato do ser que da vida esse mundo.
Magnífico o seja,
O espírito da luz que reluzente transcende o sentimento humano. No qual degrada por simples devorar de um mundo.
Sua compreensão inata torna se a insanidade.
A dor não é um erro do caminho, mas o martelo da providência que molda a alma para o propósito eterno, ensinando a verdadeira sabedoria que não se compra com ouro, o sofrimento de hoje é a escola que capacita o líder de amanhã, e o coração quebrantado é o único altar onde o Divino aceita a oferta de louvor, transformando a cinza em coroa de glória.
O toque mais profundo é o que a alma dá, e não a mão, é a conexão que dispensa a presença física para ser sentida.
A beleza autêntica não é a luz projetada, mas a luminescência residual da alma que se aceitou na escuridão mais funda, o brilho não vem da aclamação do palco, mas da fornalha interna do autoconhecimento.
A verdade é um corte cirúrgico doloroso, mas a mentira é o câncer lento que necrosa a alma em prestações, prefira a dor aguda e limpa da revelação ao sofrimento crônico e paralisante da ilusão.
O amor-próprio é o alicerce mais antigo da alma, o único lar seguro e o primeiro ritual ao cruzar essa soleira é o perdão visceral que demola todas as acusações.
Puxe o ar até o fundo da alma, que o caos ululante do mundo seja um som distante, pois seu peito é um santuário autônomo onde a tempestade externa não tem permissão para entrar.
A alma é a verdade nua que não conhece o ardil nem a mentira, o corpo é o mensageiro de carne que, através da dor e do prazer, é forçado a traduzir sua fala. É preciso aprender a escutar o corpo para compreender a linguagem da sua essência mais profunda.
A alma não se revela nos dias de glória, mas nos instantes em que nenhum aplauso existe para sustentá-la. É no silêncio onde a verdade surge sem maquiagem, expondo as rachaduras que insistimos em esconder. Só na nudez da vulnerabilidade percebemos o tamanho do peso que carregamos. E às vezes, o maior milagre é continuar caminhando mesmo sem saber para onde ir.
Há dias em que a alma parece uma casa sem teto: tudo entra, tudo molha, tudo desaba. Mas mesmo nas ruínas, algo dentro pede reconstrução. E esse pedido é prova de que a esperança, embora pequena, ainda respira. Respira fraco, mas respira.
A luz intensa do farol feriu meus olhos, dividindo a noite e revelando a verdade nua de dez mil almas emudecidas.
Quando chego ao limite, finjo que não sinto o frio. O corpo anestesia, a alma não, esta última é outro animal. Ela late na escuridão, pede por pão e silêncio, e eu aprendo a oferecer o pouco que tenho: o meu tempo.
Existem amores que não querem durar, apenas incendiar a alma, como uma ária final que explode antes do fim.
Há dias em que a alma pesa mais que a gravidade, existir torna-se um exercício de resistência e respirar, uma escolha política.
