Minha Alma tem o Peso

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O amor e os jovens tem o mesmo lema: “Eu entendo a minha bagunça.”.

MÃE

Hoje durmo Saudade
Tem nada não
Por ela ... minha Mãe ...
Daria todos os
meus céus
meus luares
minhas manhãs
em troca daquelas
suaves mãos .

Por ela ...
Roubaria todas as estrelas
e ofertaria todos os meus dias
Só para de novo voltar ao ventre
daquela que era
doce
meiga
serena
e-terna
a me sorrir .

O teu feitiço fracassado já não tem espaço na minha vida.
Você — exatamente você — despertou um assombro que me tirou do pesadelo embrulhado em inocência.
Ao despertar, vi tudo claro, como um cristal sob a luz do sol.
No fim, agradeço: foi você quem me mostrou a realidade vivida.

Todas as Tardes
Eu sofri ao deixar minha infância.
Infância tem cheiro de colo, de carinho,
De cafune que a mãe insistia em fazer e você adorava, mas, dizia que não.
Infância lembra: chinelo de dedo arrumado com prego,
Banho na lagoa barrenta, brincadeira na enxurrada
Queria meus 10 anos, de volta,
Para me entupir de jabuticabas do fundo, do quintal do vovô.
Queria minha infância de volta, para subir,
No pé de jambo, árvore enorme e comer o último, aquele da ponta do galho.
Queria meus dias de glória, onde meu pai furava, a mexerica de casca dura, porque a força dos meus dedos não conseguiam.
Queria minha vitalidade, aquela de correr feito louco,
e ter um colo para pular e descansar.
Queria meus sonhos ousados, de ter um kichute novo,
e um Atare usado.
Saudade dos carrinhos de madeira,
Com rodas feitas, om carretéis de linha de costura,
da minha mãe.
Saudade do tempo, que eu acreditava,
Que o pior mostro era o bicho “papão”
Saudade da minha infância, onde tudo que importava,
Era sentar em um tronco caído e comer mexerica,
Ao lado, do meu pai até enjoar.
- Se hoje, pudesse voltar ao passado.
Seria sentado naquele tronco caído,
Comendo mexerica com bagaço, com os pés descalços,
Olhando sol se esconder atrás das arvores
Em minha companhia o homem mais forte do mundo.
- Meu Pai!

⁠Minha terra tem palmeiras
onde canta o tico-tico.
Enquanto isso o sabiá
vive comendo o meu fubá.
Ficou moderno o Brasil
ficou moderno o milagre:
a água já não vira vinho,
vira direto vinagre.

Minha solidão não tem nada haver com presença ou ausência de pessoas. Detesto quem me rouba a solidão sem, em troca, oferecer verdadeira companhia.

Texto de Friedrich Nietzsche

A solidão, no pensamento que atravessa essa frase, não é carência, mas território interior. Ela não nasce da ausência de pessoas, e sim da ausência de sentido. Estar só, nesse horizonte, é estar em contato consigo mesmo; estar acompanhado, sem verdadeira presença, pode ser uma forma mais profunda de abandono. Nietzsche aponta para uma solidão qualitativa, não quantitativa.

Quando ele afirma que detesta quem lhe rouba a solidão, revela que a solidão é um bem precioso, quase sagrado. Trata-se do espaço onde o indivíduo pensa sem concessões, cria sem aplausos e se confronta com suas próprias alturas e abismos. Roubar a solidão é invadir esse espaço com superficialidade, ruído e expectativas vazias. É ocupar o tempo e o corpo sem tocar a alma.

A “verdadeira companhia” não se mede pela proximidade física nem pela frequência da convivência, mas pela capacidade de presença real. É aquela que não distrai do essencial, mas aprofunda; que não exige máscaras, mas permite silêncio; que não dilui a individualidade, mas a respeita. Poucos são capazes dessa companhia, porque ela exige maturidade interior e coragem de permanecer diante do outro sem se esconder.

Nesse sentido, a solidão nietzschiana não é isolamento social, mas fidelidade a si mesmo. É a condição necessária para o surgimento do pensamento autêntico e da vida criadora. O espírito que busca elevar-se precisa, em certos momentos, afastar-se da multidão não por desprezo, mas por necessidade de escuta interior. Quem não suporta a própria solidão dificilmente suportará a profundidade do outro.

A crítica de Nietzsche, portanto, não é contra as pessoas, mas contra as relações vazias. Ele denuncia a convivência que preenche o espaço, mas esvazia o sentido; que fala muito, mas não comunica; que ocupa, mas não acompanha. Essas presenças são mais solitárias do que o silêncio.

Por fim, o texto nos convida a rever nossa relação com o estar só e com o estar junto. Talvez a verdadeira questão não seja evitar a solidão, mas aprender a habitá-la. E, a partir dela, escolher companhias que não nos afastem de nós mesmos, mas que caminhem ao nosso lado sem nos roubar o que temos de mais íntimo: a integridade do nosso ser.

Particularmente, não gosto da palavra "guerreira", minha vida não é uma guerra. Tem força no agir, não na reação.

⁠O melhor presente não tem papel colorido, nem laço de fita...
É eu estar presente na minha vida, e no coração das pessoas que me são queridas!

O universo não tem favoritos; eu sou o autor da minha vontade e apenas uma testemunha da verdade.

Não busco uma religião, pois minha religião é Deus, acredito na fé e na força que ela tem;

As certezas de que Deus têm sobre a minha vida são mais importantes do que qualquer outra pessoa pensa sobre mim;

Minha paz não me basta.
Paz sozinho não tem graça.⁠

Ao corrupto ao minha considerações...
És tu aquele que não tem amor ao próximo;
Sempre egoísta vive a espreita das desgraças alheias;
Ostenta pose de bondade, e vive da maldade;
Destrói os sonhos daqueles que ainda ousam sonhar
Meticuloso não mede esforços para se dar bem na vida;
Postergante dos pobres, usurpador sem precedentes
Impetuoso falso mascarado, que idolatra a perversão
Assassino democrático que destrói direitos e conquistas dos desfavorecidos;
Não tem compaixão e muito menos complacência com seus irmãos
Inquilino maldoso que habita a casa da maldade
Sorrateiro, covarde e falso amigo
Adorador das facilidades, traiçoeiro e egoísta
Sanguessuga religioso incrédulo e comedor de crenças
Alinhado, bem vestido e elegante, mas sujo imundo e mal cheiroso
És tu Joio maldito, semente oca da maldade "JOIO DA HUMANIDADE"

NENE POLICIA

Onde quero estar...estou. Minha vida tem a cor que quero, coloco meu destino onde bem entender.

Flávia Abib

Não mantenho na minha vida pessoas que tem a DESCONFIANÇA como o centro da relação !!

As coisas ultimamente tem perdido o sentido.
As vezes paro na minha mente
Ando feito indigente
Por aí sei lá
Querendo explicação pra tudo
Vida meio parada
Em Nárnia vivo , volto sem sintonia
Que parada louca essa coisa de inconsciente
Que nem sabe o que consciência confirma
Vivendo em algum lugar ...
E o taro explica
A ciência dúvida
E a crença paralisa
Aonde vou parar não sei
Mais a mesma não serei
Nem imaginei que ia olha pra atrás
Que não me reconhecer mais
Nas roupagem que me reproduziam
Nas máscaras que me cabiam
Hj mais lúcida e fria
Os sentimentos se tornaram
Tônico pra curar
alguma ferida qualquer
que ainda me assombra
Tenho emoções em alguns momentos
Mas ...ainda olhada por
olhares superficiais
Que nem graça tem mais
Tá tudo em ruinas
Oq um dia eu construí
No meu castelo de ilusães

E digo aqui dentro:
" Tem sido você o motivo da minha felicidade."

__________☆FranXimenes
13*08*2013

Ninguém tem o dever de narrar a minha história. Mas ninguém tem o direito de apagar a minha história.⁠

PARA LAURA CARDOSO

Demétrio Sena - Magé

(Minha tietagem à Dona Laura tem motivo específico: sua personagem no remake da novela Irmãos Coragem, anos atrás, lembrou muito minha mãe, nas expressões, na maneira de falar e principalmente nos olhos. Foi daí que passei a prestar atenção no talento genuíno dessa atriz e no caráter da pessoa, pelas entrevistas que assisto, quando posso. O texto abaixo não é recente; já o publiquei, pouco depois da novela, e hoje senti o desejo de republicar, tocado por saudades de minha mãe)
... ...

Já te odiei muitas vezes. Tantas outras te amei. Senti raiva, ternura, nojo, piedade, simpatia e desprezo. Mescla indizível de sentimentos, e todos eles bem acompanhados de um, em particular: emoção. Sempre muita emoção.
Tive (e tenho) tudo isso por ti, porque teu talento me fez ter. Continua fazendo, à guisa das damas e indigentes, heroínas e vilãs, peruas e matriarcas, camponesas e outras personagens simples que tiveram a honra de ser vividas (e continuam sendo) pela tua excelência e magnitude artísticas.
Quando assumes tuas personagens, não apenas atuas. Tu és as próprias, interinamente, no espaço em que as câmeras te focalizam fazendo recordar que nós, expectadores, aguardamos convictos de que nos farás viver intensamente as tramas fantásticas do faz-de-conta. Tramas tristes e alegres, hilárias e sérias, profundas e superficiais, todas muito bem assumidas pela tua genialidade.
Não sou teu fã, porque fã é "nático" e quer pedaços do ídolo, pontas da estrela, cascalhos do astro. Sou admirador silente... e dispenso autógrafos, abraços, conhecer pessoalmente, roubar casquinha do teu brilho de primeira grandeza.
Esta crônica só quer desatar o nó; só deseja eclodir a manifestação, fazer modesta justiça. Juntar-te nestas pautas, a outros veteranos que estão no teu patamar, mas que são mais alardeados, embora eu imagine que nem busques alarde, badalação, grandeza.
Quero, enfim, manifestar meu ódio, amor, desprezo, ternura, nojo e raiva de ti... sempre amando a maestria com que me fazes sentir tudo isso.
E te amando em cada personagem.

Em menos de dois anos, dona Laura completará cem anos de vida... e de muitas emoções divididas com todos nós.
... ... ...

Respeite autorias. É lei

NATAL


O Natal na minha casa
Não tem nada de união
Tem o amigo secreto
Repleto de discussão
Tem parente fofoqueiro
Tem presente véi fuleiro
E um mói de confusão