Minha Alma tem o Peso
Devemos visitar os bastidores de nossa alma, fantasiados de palhaço. Dessa forma, podemos sorrir de nossas falhas e tripudiar das inseguranças, atraindo-as para o nosso maior aliado: o picadeiro. É aqui, que as feras de orelhas enormes minguam ao som dos aplausos de Deus e dos nossos amigos.
O único fim, o único objetivo de toda música
é o louvor a Deus e a recreação da alma.
Quando isso se perde de vista,
não pode haver mais verdadeira música,
restam somente ruídos e gritos infernais.
Vestindo alma de paz a natureza se refaz, energia dos ancestrais, canto dos orixás, emoção que rasga o peito, saudação em respeito nas lágrimas que saltam aos olhos, num encontro de identidade, unindo energias de santidade, pulsando africanidade, harmonia construída na base, nossa real conquista de liberdade, esta na cumplicidade de sabermos por afinidades, nossa iluminada religiosidade.
A inveja se transforma em ódio, corrói o espírito, empobrece a alma e nos torna infeliz e solitário.
Só existe uma única idéia suprema sobre a terra:
o conceito da imortalidade da alma humana;
todas as outras idéias profundas pelas quais
os homens vivem não passam de extensão dela.
Heróis genuínos fazem-se desde dentro, na luta da alma pela verdade da existência. Antes de brilhar em ações espetaculares têm de vencer a mentira interior e pagar, com a solidão moral extrema, o preço da sinceridade.
Muito prazer! Eu sou a depressão
trabalho em silêncio no seu dia
destruo sua mente, alma e coração
apago quaisquer rastros de epifania.
Te jogo pra baixo e condeno o teu humor
inspiro em ti palavras ácidas e uma tristeza sem fim
te apresento a revolta e lhe oculto o amor
e quando conformado com a solidão, te faço perder a noção do que é bom ou ruim.
A minha obra é concreta e certa
eu só preciso encontrar uma simples e única porta aberta...
O amor não morre. Ele se cansa muitas vezes. Ele se refugia em algum recanto da alma tentando se esconder do tédio que mata os relacionamentos. Não é preciso confundir fadiga com desamor. O amor ama. Quem ama, ama sempre. O que desaparece é a musicalidade do sentimento. A causa? O cotidiano, o fazer as mesmas coisas, o fato de não haver mais mistérios, de não haver mais como surpreender o outro. São as mesmices: mesmos carinhos, mesmas palavras, mesmas horas... o outro já sabe! Falta magia. Falta o inesperado. O fato de não se ter mais nada a conquistar mostra o fim do caminho. Nada mais a fazer.
Muitas pessoas se acomodam e tentam se concentrar em outras coisas, atividades que muitas vezes não têm nada a ver com relacionamentos. Outras procuram aventuras. Elas querem, a todo custo, se redescobrir vivas; querem reencontrar o que julgam perdido: o prazer da paixão, o susto do coração batendo apressado diante de alguém, o sono perdido em sonhos intermináveis e desejos infindos. Não é possível uma vida sem amor. Ou com amor adormecido. Se você ama alguém, desperte o amor que dorme! Vez ou outra, faça algo extraordinário. Faça loucuras, compre flores, ofereça um jantar, ponha um novo perfume...
Não permita que o amor durma enquanto você está acordado sem saber o que fazer da vida. Reconquiste! Acredite: reconquistar é uma tarefa muito mais árdua do que conquistar, pois vai exigir um esforço muito maior. Mas... sabe de uma coisa? Vale a pena! Vale muito a pena!
Pernas quebradas podem sarar com o tempo, mas certas traições ulceram e envenenam a alma.
Contra traumas e frustrações que a vida nos impõe, o melhor remédio é uma alma controlada por um grande sonho.
Primeiro seja feliz, seja alegre, esteja celebrando
e aí você vai encontrar alguma outra alma celebrando
e haverá um encontro de duas almas dançando
e uma grande dança surgirá.
Quando perdemos a conexão com a nossa alma, perdemos muito mais do que a capacidade de sonhar, perdemos a criatividade para nos reinventar.
Eu sempre recomendo aos
meus alunos: vão aonde o
seu corpo e a sua alma desejam
ir. Quando você sentir que é
por aí, mantenha-se firme no
caminho, e não deixe ninguém
desviá-lo dele.
Remoça-te em minh'alma! Entrega a meu coração a festa do teu corpo!
Sei.
Todos pagam pela mulher. Não importa se, por ora, em vez do luxo de um vestido parisiense visto-te apenas com a fumaça de meu cigarro
Este inferno de amar
Este inferno de amar – como eu amo!
Quem mo pôs aqui n’alma… quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é vida – e que a vida destrói.
Como é que se veio atear,
Quando – ai se há-de ela apagar?
Eu não sei, não me lembra: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talvez… foi um sonho.
Em que a paz tão serena a dormi!
Oh! Que doce era aquele olhar…
Quem me veio, ai de mim! Despertar?
Só me lembra que um dia formoso
Eu passei… Dava o Sol tanta luz!
E os meus olhos que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? Eu que fiz? Não o sei;
Mas nessa hora a viver comecei…
Por instinto se revela,
Eu no teu seio divino
Vim cumprir o meu destino...
Vim, que em ti só sei viver,
Só por ti posso morrer.
