Minha Alma tem o Peso
O liberal é humilde. Reconhece que o mundo e a vida são complicados.
A única coisa de que tem certeza é que a incerteza requer a liberdade, para que a verdade seja descoberta por um processo de concorrência e debate que não tem fim. O socialista, por sua vez, acha que a vida e o mundo são facilmente compreensíveis; sabe de tudo e quer impor a estreiteza de sua experiência – ou seja, sua ignorância e arrogância – aos seus concidadãos.
Os fracos tem sorte, os fortes tem fé.
Porque eu não quero sorte, ela não é verdadeira e pode nos decepcionar, eu quero fé, ela é firme e jamais nos desampara, e quando mais precisamos, é a fé que nos sustenta.
Em meu coração, eu me revisto de fé, me cubro de esperança e me vejo forte, capaz e vencedor.
Isso tudo é sintomas de quem carrega uma fé inabalável, pois quem tem fé, agrada o coração de Deus.
Eis meu único conselho: você tem que se permitir estar totalmente presente em cada momento. Fique desperta em cada um deles, entende o que quero dizer? Vá com tudo e aproveite a experiência por completo.
Todos tem por dentro sua própria cota de espíritos ruins. Defeitos fatais. Alguns limites não devem ser ultrapassados.
Tem fotografias que não foram publicadas porque as câmeras não conseguiram captar. Foram registradas no coração, na memória e arrancam um riso largo. Elas serão flores da nossa velhice.
Amar dói tanto que você tem vontade arrancar o coração e colocar no lugar um relógio ou uma pedra. Afinal, músculos não deveriam doer com sentimentos ou egos feridos.
Para ser feliz você tem de gostar daquilo que tem neste momento. Tenha alto astral. Sorria, conte uma piada, brinque. Não se leve tão a sério.
A vida tem quatro partes:
Pequena: como a dor
Grande: como o amor
Simples: como eu
Importante: como você
Fraco não é aquele que demonstra suas emoções abertamente, mas sim aquele que as esconde por temer a reação alheia.
Não tenho culpa se meus dias têm nascido completamente coloridos. Simplesmente quando eu acordo decido que quero ser feliz, mas alguns ainda cismam em querer borrar minhas cores. Muito menos tenho culpa se o meu sorriso é verdadeiro, espontâneo e acontece por motivos bobos, mas especiais pra mim.
Não tenho culpa se meus passos nem sempre são firmes. Eu não sou perfeita. Eu tropeço e caio de vez em quando, na verdade, caio bastante e isso não me machuca. Tenho certeza que a cada tombo eu consigo levantar mais forte.
Meus olhos têm tido um brilho bem mudado ultimamente. Eles brilham diferente e intensamente à cada dia e começo a me preocupar. Tenho medo da velocidade dessas alterações.
Na minha melhor concepção de 'mundo completo', não consigo entender a existência de algumas pessoas, apesar disso não me preocupar tanto. O que eu menos consigo entender é o porquê de certas atitudes. Ok. O mundo não é dos mais justos mesmo.
Ainda sim, tenho bastante lápis de cor e várias pessoas com bastante deles também. Pra quem quiser pintar um pouco mais de alegria na vida, até empresto os meus. Empresto. Só, por favor, não tentem borrar os meus dias. Eles estão ótimos pintados da cor que estão.
Homem ao mar!
Que importa! O navio não pára. O vento é suave, e o navio tem rumo a seguir. Portanto, avante.
O homem que caiu ao mar desaparece, torna a aparecer, mergulha, sobe a superfície; grita; ninguém o ouve. O navio, estremecendo com a violência do furacão, vai todo entregue à manobra; os marinheiros e passageiros nem mesmo vêem o homem submergido; a mísera cabeça do infeliz é apenas um ponto na enormidade das vagas.
São desesperados os gritos que o desgraçado solta das profundezas. Que espectro aquela vela que se afasta! Comtempla-a, vê-a convés com os companheiros; pouco ainda antes, vivia. Que teria, pois acontecido? Escorregara, caiu; acabou-se.
Debate-se nas águas monstruosas; debaixo dos pés tudo lhe foge e se desloca. As ondas revoltadas e retalhadas pelo vento rodeiam-no, medonhas, os rolos do abismo arrebatam-no, a plebe das vagas cospe-lhe às faces, e confusas aberturas quase o devoram; cada vez que afunda entrevê precípicios tenebrosos; sente presos os pés por desconhecidas e horrendas vegetações; as ondas arremessam-se umas contra as outras, bebe a amargura, o oceano convarde empenha-se em afogá-lo, a imensidade diverte-se com a sua agonia.
O homem mesmo assim, luta.
Diligencia defende-se, intenta suster-se, emprega todos os esforços, consegue nadar. Ele, força perecível, de repente, exausto, combate a força que é inesgotável.
Onde está o navio? Muito longe. Mal se avista nas lívidas sombras do horizonte.
O mar é inexorável noite social, onde a penalidade lança os condenados. O mar é a miséria imensurável.
A alma, em tal báratro, pode tornar-se cadáver. Quem a ressucitará?"
O INVEJOSO
Invejoso é aquele que diz que todo mundo tem inveja dele.
A conversa predileta do invejoso é falar mal dos outros, todo mundo está errado mas ele sempre está certo.
O invejoso não consegue conviver com o sucesso de ninguém, sempre coloca defeito em tudo que desrespeito a vida alheia.
O invejoso é tão fraco, mas tão fraco, que nem consegue admitir suas próprias fraquezas.
O invejoso se acha superior a todo mundo, tudo que é dele é melhor, mas cobiça tudo que é dos outros.
O invejoso é oco e vazio, não tem nada de bom para oferecer as pessoas, mas mesmo assim consegue cativar muita gente inocente, porque ele é manipulador.
O invejoso sabe transformar qualquer comentário inofensivo em maldade só para criar desavenças entre as pessoas.
O invejoso é incapaz de ler esse texto até o fim, mas quando lê fica morrendo de inveja.
Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio...
As matemáticas têm invenções sutilíssimas e servirão de muito, não apenas para satisfazer os curiosos como para tornar mais fáceis todas as artes e diminuir o trabalhos dos homens.
