Minha Alma tem o Peso
A preguiça têm origem na não doação dos dons e talentos originários, causados pela prelazia dos dogmas e condicionamentos, embutido por crenças impostas pelo medo que sufoca, gerando repetições, impedindo novas percepções, que é uma regência e necessidade da evolução serina.
Sinto que o sofrimento sempre têm um final e, feliz, é a lapidação do tesouro, servindo o planeta e toda atmosfera.
A leveza têm o dom de desatar nós e, seu tom, não desce a ignorância de invenções e, inversões, talvez a poesia seja a medicina das lidas, creditando alguns compostos, pra avelar a beleza dos tecidos humanos.
Não se ocupe com mortes, teus pés têm compasso e pele renovada, durmo pra acordes, sua vida é farta e nobre.
Arquibancadas vazias, sorrisos e nostagia, sua língua têm a discrição dos dias, seu corpo medidas que integram, leituras que acalmam, fios brancos em voz impostas.
Nas rodas da criatividade perdes tempo com inversões, onde moras têm casa ou, lhe é, falta quem chamas de necessidades.
Chamas porque têm um pra ajudar ou dois de estelar, deve ser pra facultar, as maldiçoes de quem não sabe ou pode relaxar.
Têm gente que se coloca na cruz, outros são empurrados por ela, tudo é uma questão dando necessidades in-certa, desmanchando com sabedoria e, com coragem, sem medo das mazelas.
Quem não têm nada, não quer largar e, quem pensa ter tudo é, um simples conjugar, pode ser observar, caminhar, cantar, sei lar, tudo é ar, até mergulhar.
