Migalhas de Amor
RENÚNCIA - é o Amor que se depura.
SIMPATIA - é o Amor que sorri.
ALTRUÍSMO - é o Amor que se engrandece.
"Altruísmo: é mais que um amor que cresce". É ter a generosidade,de colocar o seu coração no lugar do coração do outro,e deixá-los batendo numa mesma sintonia;para que,você possa ter as mesmas sensações do outro,entender suas dificuldades sem pesar,sem calcular e sem julgar,muito menos,condenar. É respeitar o tempo e o espaço do outro,além de respeitar o querer do outro e também suas decisões. E ainda,lutar para que haja entre esses dois corações, paz e amor. Assim,inicia-se com apenas esses dois corações dentro do Universo,e com o tempo,os corações do mundo inteiro serão um só em perfeita comunhão fraterna,respeitosa e amorosa. Assim sendo, não haverá necessidade de recompensas ou grandes agradecimentos, sem precisar de constrangimentos e assim a Paz Mundial aconteceria afinal.
“Em ti eu tinha certeza do amor verdadeiro; de ti, eu tinha certeza de receber os melhores conselhos, os melhores abraços. E agora, quem poderá substitui-la mãe ? Certamente ninguém.”
Os religiosos e religiosas, em cada oração silênciosa renovam sua alma com o fogo vivo do amor que vem de Deus.
O que adianta seguir muitos caminhos, muitas teorias e não ter presente na vida, o amor e a graça do Deus supremo.
Você merece todo amor que tenta dar aos outros, mesmo quando minha voz falha ao declarar gratidão, percebo que meu desejo de cuidar excede minha capacidade de me receber amor. Reconhecer meu valor não como alguém que “uma hora vai desistir,” mas como
sujeito digno de afeto, tem sido batalha diária que contradiz a voz interna que insiste em me desmerecer.
Já entreguei meu afeto, já me doei… Hoje, sou frio, um escudo erguido para sobreviver. Doar amor a quem não valoriza é soprar feridas abertas, não deixá-las cicatrizar. Esse gelo me protege, mas deixa uma saudade aguda
do calor humano que um dia foi natural… e hoje me trai em julgamentos e abandono.
O amor em excesso não escorre, não transborda, ele pesa como um lençol molhado sobre o peito. Afeto demais vira névoa densa, cobrindo meus passos, roubando o ar onde eu queria aprender a respirar sozinho. O que era abraço vira amarra. O que era cuidado vira cárcere disfarçado de zelo.
Como posso amar alguém verdadeiramente, sendo que nem amor próprio eu tenho?
Talvez o amor ao outro comece quando eu aprender a olhar para dentro, com a mesma paciência e cuidado.
O amor-próprio não é um ponto de partida, mas uma construção que cresce, a cada gesto de cuidado e compaixão comigo mesmo.
O amor é um cavalo xucro, selvagem, ferido, em fuga. Não teme o outro, teme ser preso. Mas o amor verdadeiro chega sem rédeas, espera em silêncio, acolhe sem moldar. E o cavalo, enfim, permanece. Não porque foi domado, mas porque, livre, escolheu confiar, escolheu ficar.
O amor, em sua natureza mais crua, é um paradoxo temporal e emocional, sua verdadeira dimensão só se revela na experiência da perda. Enquanto presente, é banalizado pela rotina, negligenciado pela falsa segurança da permanência. Somente na ausência é que suas camadas mais profundas se tornam perceptíveis, como uma arquitetura invisível que só se desenha no vazio.
Ela aprendeu que o amor verdadeiro não é uma história perfeita de contos de fadas, mas sim uma jornada cheia de altos e baixos, de risos e lágrimas, de perdão e compreensão. E ela finalmente entendeu que o príncipe encantado não é aquele que a salva, mas sim aquele que a ajuda a se salvar a si mesma.
Em um mundo sem fim,
Onde o amor é o jardim,
Não precisamos abrir mão,
Do que nos faz tão bem, então.
Nossos corações se encontram,
E as almas se entrelaçam,
Nesse universo singular,
Onde juntos podemos voar.
Não há despedidas, nem dor,
Apenas a força desse amor,
Um mundo onde permanecemos,
E nunca mais nos perdemos.
Assim, lado a lado, seguimos,
Em um destino que construímos,
Um poema de amor eterno,
Onde não precisamos abrir mão, sereno.
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