Migalhas de Amor
"Amor, eu sou poeta, não me leve tão a sério.
Sou cheia de ilusões, vontades reprimidas...
Antítese do real"
Haredita Angel
22.01.23
"Eu acredito no amor, sim!
e acho que ninguém deveria passar
por essa vida sem ter ao menos
um amor que durasse a sua vida inteira". Haredita Angel
23.02.14
E, um dia o amor passou pelo vale onde eu habitava.
É, passou...
Tão rápido, parecia até saber
que eu estava a espera de um amor lento.
Então, perdeu-se ligeiro na poeira do tempo.
Daí passei a esperar o amor...
Só o amor!
Mas ele nunca mais passou.
E se passou, eu não estava mais lá.
Haredita Angel
21.01.24
"Não encontrei você por acaso.
Encontrei você porque eu precisava conhecer o amor!"
Haredita Angel
03.04.16
"Amor não tem medida.
Portanto, não existe amor pouco.
Todo amor é muito."
RECEBA!
Haredita Angel
21.04.15
"Que todos nós encontremos o amor, a alegria, a paz, a luz, o caminho, a nossa verdade; pois esta última nos libertará!"
Haredita Angel
25.05.14
"Muito amor, muita alegria, muito chocolate
e muito Deus no coração.
Feliz Páscoa e todo o meu carinho pra vocês."
Haredita Angel
18.04.14
-Sempre falei para os meus filhos que:
-Entre o amor e o respeito eu fico com o respeito.
-Isso prá não correr o risco de ficar sem os dois.
Haredita Angel
30.10.17
"Sempre que avisto a lua cheia, toda enfeitada de amor, lembro de você.
Mas, essa lembrança não me traz felicidade, ninguém é feliz quando carrega dentro de si a dor de uma saudade."
Haredita Angel
30.04.24
Foi amor
Foi luta
Foi primavera
Foi inverno
Foi guerra
Foi paz
Foi sorriso
Foi lágrima
Hoje é música a qual eu jamais esquecerei...
Haredita Angel
09.03.25
"Que a ingratidão não mine o seu desejo de continuar amando o seu irmão ingrato, pois o amor é a sua marca!"
Haredita Angel
30.04.24
Um amor forte, mas que, por razões do destino, seguiu caminhos distintos. Talvez não fosse o tempo certo, talvez o universo tenha outros planos… Mas quem sabe, em outra vida, os reencontros não precisem de despedidas.
Era uma vez um quase-amor...
Desses que não se nomeiam com facilidade, mas se sentem na pele, no peito e até nas pausas da respiração. Um sentimento que nasceu rápido demais, intenso demais — talvez demais para caber nos moldes do que se espera de um amor tranquilo.
Ele chegou como quem não queria nada, mas logo tomou tudo. Fez morada nas conversas, nos olhares trocados, nas entrelinhas não ditas. E ela, mesmo desconfiada, se entregou como quem reconhece uma alma antiga. Havia ali uma conexão que não precisava de explicação. Só existia.
Mas era um laço torto. Um passo à frente, dois atrás. Um carinho de manhã, um silêncio à noite. A ausência dele não era total, mas era constante o suficiente pra doer. Ele aparecia, mas não permanecia. Dizia muito, mas demonstrava pouco. E ela, ainda assim, insistia. Não por falta de amor-próprio, mas porque acreditava — talvez mais do que devia.
Ver o afeto dele derramado em outros cantos era como se olhar no espelho e não se reconhecer. Era se dar conta de que o espaço que ocupava era pequeno demais para o tamanho do que sentia. Ela saiu das redes dele, mas nunca conseguiu sair, de verdade, da memória. Porque amor que marca, marca até no silêncio.
E ele? Ele sentia. Sentia a falta, o peso da ausência dela, o vazio onde antes havia vida. Só não sabia — ou não conseguia — dizer. Talvez porque nunca aprendeu que o amor precisa ser assumido, não disfarçado. Que sentimento escondido vira ferida em quem espera.
No fim, ficaram os dois: ela com o peito cheio de palavras engolidas, ele com a alma carregada de tudo que não soube viver. Não houve briga, nem ponto final. Só um "quase" que doeu mais do que qualquer fim.
Porque há amores que não terminam, apenas se perdem.
E há pessoas que, mesmo indo embora, continuam morando em nós.
Feito eco.
Feito lição.
Feito eternidade disfarçada de acaso.
