Meu Sonho e te Conhecer
Minha tia, irmã dele pagou a passagem do meu irmão, porque o dinheiro não dava para todos.
19 de fevereiro de 2009!!
Sexta feira de carnaval!!
Chegamos em Teresina Piauí!!
Sem dinheiro, sem rumo, sem nada.
4 da manhã!! Esperamos o dia amanhecer na rodoviária.
Ás 6, saímos!!
Eu tinha 10,00 todinho. Comprei de lanche para meus 3 irmãos e dividi entre eles. Eu e minha mãe, ficamos com fome.
Éramos mais fortes na fome.
UMA CARTA PARA O MEU EU ADOLESCENTE
Eu percebi isso num dia qualquer, desses em que a gente está lavando um copo e, de repente, descobre que estava carregando um cemitério inteiro dentro do peito… e ninguém avisou que já podia ir embora. Porque tem uma hora em que a dor fica sem CPF, sem rosto, sem história. Ela vira só um costume mal educado que senta na nossa mesa e come sem ser convidado.
E foi aí que me caiu a ficha, meio torta, meio debochada, como quase todas as verdades importantes da vida. Eu não o conheço mais. E pior, talvez nunca tenha conhecido de verdade. Porque a gente não sofre exatamente por alguém… a gente sofre pela ideia que inventou dessa pessoa, pelo personagem que escreveu com todo capricho, como se fosse autora de uma novela das nove, cheia de reviravolta, trilha sonora e final feliz que nunca foi aprovado pela realidade.
E olha que curioso, eu ali, sofrendo com dedicação, quase pedindo um certificado de “melhor sofredora do ano”, enquanto o sujeito real já tinha ido embora há muito tempo… ou talvez nem tivesse existido daquele jeito. Era como chorar por um ator depois que a peça acaba, sendo que ele já tirou o figurino, já foi embora, já está comendo um pastel na esquina e eu aqui, abraçada no palco vazio, pedindo bis.
Não dá mais. Chega uma hora em que o sofrimento perde a lógica, perde a elegância, perde até a vergonha na cara. Porque sofrer por quem você não conhece mais é como mandar mensagem pra número errado e ficar esperando resposta com o coração na mão. Não vem. Não vai vir. E se vier, provavelmente é golpe.
E não é frieza, não. É lucidez com um leve tempero de amor próprio, coisa fina, coisa rara, quase artigo de luxo emocional. É entender que o que acabou não foi só a relação… foi também a versão dele que eu criei dentro de mim. E essa versão, coitada, nunca teve culpa de nada, sempre perfeita, sempre justificável… um verdadeiro santo canonizado pela minha carência.
Mas eu cansei de fazer milagre pra quem nunca foi santo.
Agora eu olho pra trás com aquela mistura de riso e vergonha, tipo quando a gente lembra de uma roupa horrível que jurava que era linda. E era isso… eu estava vestindo um sentimento que não me servia mais, apertado, desconfortável, mas insistindo porque um dia já tinha sido bonito.
Hoje não dói. E se dói, dói diferente, dói com dignidade, sem drama exagerado, sem trilha sonora triste. Dói como quem entende… e segue. Porque eu não consigo mais sofrer por quem eu não conheço. E sinceramente, isso é um alívio tão grande que chega a ser engraçado.
A vida continua, meio bagunçada, meio irônica, mas muito mais leve sem esse peso desnecessário no coração. E no fim das contas, talvez o maior ato de amor que eu poderia ter feito… foi parar de amar sozinha.
Agora me conta… você também já percebeu que estava sofrendo por um completo desconhecido?
E já que você chegou até aqui, aproveita e clica no link da descrição do meu perfil pra conhecer meus e-books… vai que você se encontra em alguma página e resolve, finalmente, parar de sofrer por quem nem merece ser personagem da sua HISTÓRIA.
Eu descobri uma coisa simples que parece pequena, mas muda o rumo do meu dia inteiro, como quem muda a direção de um barco só girando levemente o leme. Eu acordo, ainda meio sonolenta, com aquele pensamento automático de já pegar o celular, ver o mundo, ver a vida dos outros, ver o que nem é meu… mas aí eu me lembro de mim. E paro. Só paro.
Fecho os olhos. E pronto, o espetáculo começa sem precisar de tela.
Tem o passarinho que canta como se estivesse anunciando alguma novidade urgente, que na verdade nunca chega, mas ele insiste. Tem o vento que bate nas folhas como se estivesse fofocando segredos antigos da terra. Tem um cachorro lá longe que resolve participar da orquestra sem ser convidado. Tem até o silêncio, que não é ausência de som, é um som mais profundo, mais honesto, quase tímido.
E eu fico ali, quieta, como se estivesse assistindo a vida sem interferir nela. Sem pressa, sem cobrança, sem aquela lista mental que vive me perseguindo. Só ouvindo. Só existindo. Só sendo.
É engraçado como a gente passa tanto tempo procurando paz em coisas grandes, caras, distantes… quando ela mora ali, encostada na manhã, esperando só que alguém feche os olhos e escute. Não é sobre ter tempo, é sobre escolher parar. Nem que seja um pouquinho. Nem que seja um minuto roubado da correria.
E quando eu abro os olhos de novo, o mundo continua o mesmo. Mas eu não. Eu volto mais leve, mais inteira, como se tivesse lembrado quem eu sou antes de virar obrigação.
Se eu pudesse dar um conselho, daqueles simples e teimosos, eu diria: faz isso também. Fecha os olhos de manhã e escuta. A vida fala baixo, mas fala o tempo todo. E quem aprende a ouvir… nunca mais se sente tão perdido.
Meu pai é pobre lascado, minha mãe sempre foi violentada por ele, até Enlouquecer, mais de 30 anos de abusos... Perdeu a sanidade Mental, passou por hospitais psiquiatricos e tratamentos de choque, nós cuidamos dela, ela ficou melhor, está lá com ele novamente, e diz que ele nunca fez nada com ela e nem conosco... Não tenha pena de gente assim! Eles sofrem por suas próprias escolhas e dependência emocional. Lavei minhas mãos...
Ela sempre nos ameaça, dizendo que a gente que precisa ir preso no lugar dele, só porque a gente fala pra ela deixar ele. Nunca parou de apanhar dele, está enlouquecendo novamente!!
Um Relato de Sobrevivência
Alinny de Mello
Sejam muito bem-vindos ao meu espaço de reflexão. Antes de nos aprofundarmos nas memórias que moldaram a minha existência, convido todos vocês a visitarem a minha página no Pinterest. Lá, eu organizo cuidadosamente todos os meus e-books, criando um acervo visual e textual para quem busca compreender as complexidades da nossa natureza humana. Não se esqueçam de acompanhar os lançamentos semanalmente, pois há sempre uma nova perspectiva esperando por vocês.
A memória humana é um arquivo curioso, que seleciona o que guardar não pelo critério da utilidade, mas pelo peso do impacto. Se a infância costuma ser pintada com as cores lúdicas da inocência, a minha foi desenhada com os traços rígidos do absurdo. Descobri cedo que o lar, aquele lugar teoricamente destinado ao acolhimento, pode se transformar em um cenário de horror cotidiano, operado por quem deveria proteger e assistido por quem deveria defender.
A minha história com a violência começou antes mesmo que eu tivesse a capacidade cognitiva de formular a palavra dor. Minha mãe me contou, anos mais tarde, que quando eu era apenas uma bebezinha indefesa, o meu genitor me amarrou e me torturou por horas a fio. Ela assistiu a tudo. Ficou calada, amedrontada, paralisada pelo medo. Justificou a sua omissão dizendo que não havia ninguém para chamar, nenhuma autoridade ou vizinho que pudesse intervir naquele microcosmo de crueldade. O mais fascinante na psicologia da minha mãe era a sua insistência em nos pedir para não sentir ódio dele. Ao mesmo tempo em que pregava esse perdão quase divino, ela alimentava o cardápio do horror, relatando minuciosamente as barbaridades que ele cometia conosco em uma época da qual eu nem sequer lembrava, quando eu mal sabia que já existia no mundo.
A primeira tortura da qual guardo registro nítido na minha mente aconteceu quando eu tinha míseros três anos de idade. Acordei no meio da noite com os dois brigando de forma violenta. O meu genitor empunhava um facão reluzente. Em um dado momento, os dois começaram a me puxar como se eu fosse um pedaço de carne disputado em um açougue, um puxando por um braço e o outro pelo outro. Minha mãe levou uma lapada de facão nas costas, o que a fez sair correndo em disparada para salvar a própria pele. Eu fiquei. Ele me arrastou para dentro da casa com fúria, jogou-me em cima da cama e começou a me estrangular. Naquele quarto escuro, faltava o ar e sobrava o pavor. Minha mãe sempre repetia uma frase em seus momentos de desespero, Deus me ajuda. Aquilo estava gravado no meu subconsciente. Naquele instante de asfixia, com apenas três anos, eu repeti a frase no meu pensamento. Eu não sabia o que aquilo significava teologicamente, mas era o meu único recurso. O que aconteceu em seguida desafia a lógica puramente física e entra no terreno do inexplicável. Vi quando o meu genitor soltou o meu pescoço, transformado em uma criatura que lembrava aqueles lobisomens assustadores de filmes, e foi arremessado para trás. Parecia que uma força extrema o puxava violentamente, como se uma ordem invisível dissesse para me deixar em paz. Fui salva naquele dia por um mistério que a razão não explica.
O cotidiano, contudo, não dava tréguas. Aos oito anos de idade, a minha rotina já incluía responsabilidades de adulto e castigos de inquisição. Eu era responsável por levar uma garotinha ainda mais jovem do que eu para a escola. Certo dia, após cumprir a tarefa, fiquei na casa dela para almoçar. Acabei me atrasando e cheguei em casa cerca de duas horas após o horário regular da saída do colégio. Quando entrei no quintal, encontrei o meu genitor carregando telhas. Minha mãe não estava. Ela provavelmente já havia corrido dele, uma dinâmica que se repetia vinte e quatro horas por dia, com ele ameaçando e ela fugindo em um ciclo perpétuo. Sentei-me em uma cadeira, exausta. O cansaço da infância me venceu e eu apaguei. Não lembro de mais nada daquele entardecer, exceto do despertar. Acordei debaixo de chicotadas violentas. Ele me açoitava sem piedade enquanto gritava uma enxurrada de palavras que o meu cérebro, por autodefesa, preferiu deletar. Dormir cansada e acordar sendo chicoteada é uma experiência que reconfigura a noção de segurança de qualquer criança.
A incapacidade daquele homem de exercer a paternidade ou o mínimo de humanidade se manifestava nos pretextos mais banais. Em outra ocasião, ele ordenou que eu e o meu tio, que tinha a mesma idade que eu, separássemos as castanhas boas daquelas que não prestavam mais. Sendo duas crianças cercadas de tédio e necessidade de leveza, começamos a brincar no meio do processo. O jogo infantil foi interrompido abruptamente pela figura dele. O espancamento que se seguiu foi de uma brutalidade desmedida. A violência física foi tão intensa que nós dois fizemos xixi nas calças, em um misto de dor e humilhação biológica. No dia seguinte, tive que ir para a escola. Minhas costas estavam em carne viva, cortadas profundamente pelos cipós que ele utilizou como chicote. Eu parecia uma imagem bíblica, açoitada como Jesus Cristo no calvário. A blusa do uniforme colava no sangue coagulado e nas feridas abertas. Ninguém na escola sabia o que se passava por debaixo daquela roupa, mas cada movimento meu era uma tortura particular. E qual foi o tratamento médico que recebi em casa? Minha mãe pegou uma vasilha com água e sal e lavou os meus cortes profundos. A dor do sal na carne crua era quase um prolongamento do próprio castigo. Esse ritual de tortura e cura salina durou muitos dias, com ela lavando minhas feridas diariamente enquanto eu tentava sobreviver à rotina escolar com o corpo dilacerado. Eu era apenas uma criança de oito anos, punida de forma medieval por ter cometido o terrível crime de brincar.
O cardápio de horrores do meu genitor também incluía torturas psicológicas de caráter místico e teatral. Lembro-me perfeitamente de chegar da escola em uma tarde e deparar-me com uma cena bizarra. Ele estava no meio da sala, invocando demônios e entidades para que matassem todos nós. Meus irmãos estavam todos sentados ao redor dele, petrificados, assistindo àquela performance de insanidade. Ele me obrigou a sentar naquele círculo do absurdo. Não tenho lembrança de ter comido ou jantado naquela noite. A única memória física que restou daquela madrugada foi o tremor. As minhas pernas e as dos meus irmãos tremiam feito vara verde. Era um tremor involuntário, contínuo, mecânico, alimentado por um medo tão denso que escapava ao controle do próprio corpo. O amanhecer chegou como um alívio cinzento sobre os nossos corpos exaustos de tremer.
O ápice da violência física contra a minha mãe que testemunhei ocorreu em uma madrugada em que despertei com barulhos de luta. Ao abrir os olhos, vi o meu genitor tentando furar o rosto da minha mãe com um pedaço de ferro pontiagudo. Tomada pelo puro instinto de sobrevivência, consegui escapar de dentro de casa. Corri para o meio de uma mata fechada, na escuridão da noite. Os galhos rasgaram a minha pele, espinhos cravaram-se nos meus pés e pernas, mas eu continuei correndo até alcançar a casa da minha tia. O refúgio, contudo, era temporário. No dia seguinte, minha mãe foi até lá e me buscou de volta para o epicentro do caos. O roteiro era sempre o mesmo, os gritos ecoavam, as agressões aconteciam, nós fugíamos e ela sempre voltava, buscando-nos para reiniciar o ciclo.
Essa engrenagem de terror funcionou sem interrupções até o dia em que completei dezesseis anos. Eu já trabalhava e havia recebido o meu primeiro salário como estagiária do Estado. Orgulhosa da minha incipiente independência, comprei cinco cachorros-quentes para jantar com a família. Lembro de ter chegado em casa e entregue cinquenta reais para a minha mãe, um gesto que para mim significava o início da nossa libertação financeira. Não lembro se alguém chegou a comer aqueles lanches. Por volta das dezoito horas, o meu genitor surgiu atrás de mim empunhando o seu facão de estimação. Naquela noite ninguém dormiu. As agressões e ameaças estenderam-se pela madrugada adentro, amanhecendo o dia em um prolongamento insuportável de terror. Foi o meu limite. Decidi que não faria mais parte daquela estatística de submissão. Peguei apenas a minha farda da escola e três calcinhas. Deixei tudo o que tinha para trás. Avisei a minha mãe que eu estava indo embora. Eu era menor de idade, mas tinha a lucidez que faltava aos adultos daquela casa. Como eu não queria deixar os meus irmãos naquele inferno, ela decidiu vir conosco. Conseguimos um novo lugar para recomeçar, um teto longe do carrasco. A ilusão de liberdade, contudo, durou pouco para ela. Após exatos vinte e oito dias, minha mãe arrumou as malas e retornou voluntariamente para os braços do agressor. Foi ali que compreendi que ela sempre foi conivente com o próprio cativeiro e com o nosso suplício.
Essas são as marcas mais profundas que trago na memória, a crônica de uma infância sitiada onde a sobrevivência foi o meu maior ato de rebeldia. Como nós processamos a dor que nos foi imposta quando quem deveria nos amar escolhe nos destruir? Até que ponto a omissão de quem assiste nos fere mais do que o próprio chicote do agressor?
Tem um desejo meu que nunca te contei. Eu queria que a gente ficasse um minutinho só olhando um para o outro. Não porque está faltando amor, mas porque eu acho esse tipo de conexão muito bonito.
Hoje, não tenho mais amigos daquela época, talvez nunca foram.
Elas queriam o meu brilho, acho que de algum jeito conseguiram tirar um pouco disso de mim.
Não deixe que tirem de você.
Te amo muito ❤️
08:17 terça feira - 04 do 2 de 2025
Sonhei a noite toda com hospital!! No início meu irmão vomitava muito e parecia sair cocô no lugar do vômito, pela boca dele, eu escondia tudo na areia, para ninguém ver. Depois sonhei comigo e meu marido dentro do hospital, como se estivéssemos esperando alguém ou acompanhando alguém que estava internado. Depois sonhei com um hospital gigante, onde seres parecidos com duendes diziam que a gente precisava descobrir a saída daquele lugar ou ficaríamos lá para sempre, eu pedi a empregada que ensinasse onde ela sempre saia, ela ensinou, então eu conseguiria encontrar a saída.
É tempo de decisões. Que Deus afaste do meu caminho tudo o que possa me desviar dos Seus propósitos. Que eu saiba agir com a razão, e não apenas com a emoção, confiando que Ele sempre saberá o que é melhor pra mim.
"A ingenuidade foi o ralo da minha própria fundação, dando a luz do meu núcleo pra quem só traz escuridão.
A vida exige um tributo de quem ousa ser criador, se a obra custa o meu sangue, o alquimista é o cobrador.
O que toma o meu limite não me devolve a metade: encerrei os meus favores. Instalei a gravidade."
Por ordem do destino ou da minha própria vontade: em qualquer época, eu seria o rei do meu próprio mundo. Não sou moldado pelo tempo, mas pela minha vontade. Em qualquer século, eu honraria a minha força. Longa vida para Dicinho Dutra, o highlander de todas as épocas em qualquer dos mundos. rs...;)
A Coragem de Confiar
Não foi a traição que mudou meu coração.
Foi o silêncio que veio depois dela.
Descobri que existem dores que não nos fazem chorar.
Elas nos fazem desconfiar de todo gesto gentil, de toda mão estendida, de todo olhar sincero.
Porque, quando a confiança morre, ela leva consigo a inocência de acreditar.
Passei a pensar que a solidão era mais segura.
Que viver atrás de muralhas doía menos do que reconstruir uma casa que alguém pudesse incendiar outra vez.
Até compreender que o medo não queria me proteger.
Queria me convencer de que ninguém mais merecia entrar.
Então percebi que confiar não é esquecer as cicatrizes.
É olhar para elas e, ainda assim,
escolher abrir a porta.
Porque o oposto da traição não é a certeza.
É a coragem.
- M.S. Fieri
ESSÊNCIA
A loucura é um privilégio
dos românticos dos poetas...
o meu juízo cuida de um arado,
a minha essência pega o firmamento,
empacota com papel presente
e guarda na gaveta...
eu me alimento
do que o meu juÍzo rima,
as minhas palavras fabricam sereias...
o que aprendi com a noite
é o que me ensina
a desfazer-me sob a lua cheia...
Gato preto segue o teu curso,
Não cruza o meu caminho
Preciso de sorte pra caminhar sozinho
Preciso de uma gata
pra caminhar com sorte
Preciso de um urso para ser mais forte
Gato preto na encruzilhada é espirito ruim,
Na madrugada é mau sinal,
No meio do caminho é tempo de azar,
Gato preto, meu pesadelo,
Tigresa dente de sabre,
Dromedário no deserto,
Gato preto fica esperto,
Não fica perto, perto de quem come...
Longe de quem trabalha, não atrapalha,
Tá chegando o carnaval,
Não vai virar tamborim...
