Meu eu
O meu eu interior queria falar pra vc tudo o que eu sinto realmente mas o meu medo não o permite ter voz ou coragem para falar...
Mas só quero que saiba, eu queria tentar dar certo com você, mas você é incrível de mais para se machucar com a minha confusão...
meu eu é testemunha das noite de crise gladiando contra esse sentimento
Na dúvida entre ser o seu melhor amigo ou seu eterno namorado
As vezes eu só queria apagar o meu eu.
Me riscar de um lugar onde posso ser vista.
Rabiscar meu rosto numa foto pra que ninguém possa me reconhecer ali. Nem lembrar da minha existência.
As vezes eu queria aparecer off-line.
Vê a vida, as coisas, as pessoas, sem que elas pudessem falar comigo, nem me enxergar.
Eu continuaria fazendo minhas coisas, só me tornaria invisível.
Eu detesto ser vista. Pelo menos por hoje, não aceito ser notada.
Eu detesto ter que ser algo que faça outro alguém achar que pode opinar sobre mim e sobre minhas atitudes.
Detesto ser sociável.
Fazer sala. Sorrir amarelo e afagar as feridas dos egos alheios.
Me desculpar por não querer falar com você. Eu não queria. Não queria gastar meu tempo com isso naquele dia, e talvez hoje também. Amanhã pode ser que eu queira. Mas eu não quero agora.
Apenas aceite sem se sentir no direito de ficar ressentido comigo. Você não é melhor do que eu por ter vontade de jogar palavras ao vento.
Não quero falar de mim, não quero escutar de você.
Eu quero apenas existir. Quieta. Muda. Em silêncio.
Olhar pra onde eu quero.
Me calar.
Hoje eu quero só Deus..
E minha filha.
O MURO LÁ DE CASA
[...] E assim, de repente, meu eu se encurva;
E reconhece que não é a mão, mas a luva.
Que protege, espreme o fruto da vide, e dá o bom vinho.
Que bebi e fiquei sóbrio, humilde, olhei para quem abriu o caminho.
Aquele que cantou, riu, chorou e me deu ninho.
Sempre pronto, com impulso simples, mas fez voar seus passarinhos.
E se há ainda um desejo escondido na alma.
É de voltar a rir assim, livre, leve, repousar nessa dádiva, a sua calma.
E essa inabalável timidez, quase insegurança;
Que sendo já adulta, sabe se fazer de criança
E o seu sorriso que denota satisfação enquanto conquista a cidade;
Foi o elã que embalou os meus sonhos, e não mudou com a idade.
Aqui, de longe e saudoso, mas muito maduro;
Vejo de onde veio a luz, que me guia no escuro;
Esse seu jeito de ser, meio doce, olhar puro.
Cercou nossa infância, nossa casa, seu abraço foi nosso muro.
E essa poesia é frágil, apenas uma epopeia, você é o poema.
Sua vida, seu modo peculiar de encarar um problema.
Aprender o seu verso e imitar a sua rima, é o meu eterno dilema.
Me orgulhar de ser seu filho, é o meu melhor esquema[...]
Sergio Junior, para seu pai
(Sergio Santos)
Sinto o desprezo e o desvalor dos outro pelo meu eu
Logo eu
Logo eu que tanto me doou pelos outros
Logo eu q deixo de mim pelos outros
Logo eu q não sei dizer não
Apenas desculpas obrigado
Sendo sempre desprezado
Logo eu
Eu sou o adulto que eu sonhei quando era criança, agradeço ao meu eu mais jovem por meu fazer o homem que sou agora.
E aqui dentro de mim é assim.. dias de guerra, outros de paz.. meu eu grito, esperneia, chora, sorri, luta com todas as forças mas desistir, jamais!! Seguimos... um dia de cada vez.
Algumas pessoas discernem sobre mim.
... e falam de meu eu e das coisas.
... Porém, as coisas são passíveis de mudança ao falarem e induzirem-na aos caminhos.
...Quanto a mim, o meu eu menor confabula com o meu Eu maior.
E nem os outros tão pouco Eu, ainda estou à procura de mim e não tenho definição!!!
Nem adianta a vida vir puxar meu tapete, minha perna, minhas horas... o que é meu eu não largo , e se to aqui, é por direito! Então dá licença, que to chegando pra fazer bagunça, pra ocupar meu lugar, me ajeitar em algumas histórias alheias e fazer graça em outras... To aqui pra ser o que Deus quiser e eu também! Vim pra aprender, pra ensinar...Vim à passeio ou pra espiar! Vim por descuido, por acaso, sei lá!
Mas se to aqui, vou aproveitar... ainda preciso descobrir como nos escorregões, levantar! Como andar na linha sem derrapar, como viver uma história de amor sem se estrepar!
To aqui pro que der e vier, pra resolver, pra complicar...e se a vida tiver pressa, que me espere, pois to boa, não adianta fazer pirraça, nem empurrar...pois, na verdade, nem sei ainda onde quero chegar!
Meu eu interior estava escondido,meu eu interior havia falecido,meu eu interior não queria mais viver,meu eu interior só queria evitar de sofrer,por um acaso você apareceu e acordou o meu eu,eu queria esconde-lo..mas ele se negou a dizer adeus...quanto mais proximos ficavamos,mais meu eu se desarmava...quanto mais ficavamos intimos o meu eu sentia todos os sentidos,todos os sentidos de um sentimento adormecido que eu jurei evitar sentir,um sentido que eu lutei pra me desfazer,um sentido de sofrimento e alegria,esse sentido não tem nome e muito menos se chama amor..esse sentido é algo diferente dificil de nomear,esse sentido é perigoso..mas não é pior do que amar.
Você pode pensar em mim como um humano cheio
de defeitos, mas eu não desistirei do meu ”eu”
completo. Dizer que eu sou ninguém, minha
existência não vem dos outros. Eu existo por mim
mesmo, o que os outros pensarão ou vão pensar de
mim, eu não sei, entretanto eu, eu não fugirei.
Noite silenciosa,
infinita insônia.
_ Como um espelho
reflete o meu eu e
alcança os subterrâneos.
É quando aprendo de mim
mais um pouco.
_ Estes meus eus misteriosos
que guardo
dentro de mim.
Não sou ninguém. Mas, sou muito orgulhoso! Eu valorizo o meu eu, ao máximo! Pelo menos, imponho um respeito. Graças a esse meu jeito de ser, tenho poucos amigos. Mas, todos me respeitam! E o respeito mútuo é a base de qualquer relação...
Universo mental
EU estou sendo moldado para o quê é meu.
EU estou sintonizando a minha frequência.
EU estou colapsando as minhas linhas temporais: elevando as minhas frequências para o que quero ser
️
Vesti-me inteira de ti, incorporei a tua essência, misturei meu eu com o teu, e nos tornamos infinitamente nós.
"Quando o Sol se avergonha no horizonte, eu sei que a saudade vai recair sobre o meu eu, de novo.
Ela se via como Ouro de Ofir, mas era só uma bijuteria, ouro do tolo.
Quando a vislumbrei, conclui meu hara-kiri, ela não teve dó; teve dor, ela não teve zelo; ela agiu com dolo.
A infância, a juventude, são tão boas, a inocência é tão doce, sinto falta da minha ignorância, sinto falta das vezes em que fui tolo.
Quando se ama, quando se envelhece, percebe-se que até mesmo a ausência de algo pode ser doloroso.
Um cheiro, um beijo, um olhar, uma carícia, aquele 'eu te amo', um corpo.
Quando o amor nasce, floresce em um só peito, em um só coração, é um sentimento natimorto. Recordo-me de nós, das vezes em que tentei, das vezes em que, mesmo sem errar, errei, e só me vem o desgosto.
Paguei, ah sim, mas paguei por todas as iniquidades, pecados desta e de outra existência: já não devo mais nada ao Deus, deixe minh'alma longe de outra vida com ela, Pai, não quero esse martírio, de novo.
Se fui feito para ela, então, me desfaça, Pai, destrua minha existência, me faça rastejar pelos sete infernos, mas não me faça olhar uma outra vez na constelação daquele olhar, o de minh'alma, o poço. Sei que errei, fui parvo, pecador, boêmio, nunca um bom moço.
Mas, mesmo que o Senhor, por sobre os céus, castigasse Lúcifer com o amor incondicional àquela mulher, eu rogaria para que, com o de muitas faces, fosse mais piedoso.
Nem mesmo ele merece o castigo que eu, um mero mortal, experimento dia após dia, um inverno após o outro.
Meu coração sangra ao lembrá-la, sinto meu peito roto.
Eu a escuto em toda voz, toda brisa tem seu cheiro, todo beijo tem o macio dos lábios, eu a vejo em todo rosto.
Disseram-me, certa vez, que eu estava somente apaixonado; era melhor o atestado de insanidade, terem me trancado como um louco.
Ela não ama, Pai, ela é incapaz, e, por amá-la em demasia, torno-me um ser extremamente odioso. Indiferente à dor alheia, se não posso ter o que mais almejo, por que poderia qualquer outro?
É errado, meu Deus, eu sei, mas ela me tornou um ser invejoso.
Percebo que era falácia, dela, cada choro.
E uma vez mais, eu a amaldiçoo.
Eu, que tentei ser o melhor homem que ela poderia ter ao lado, hoje parece que lancei meu espírito ao dos sentimentos, o esgoto.
O Sol parece já estar nascendo, devaneei, uma vez mais, com o copo cheio, até que tu, sobre o céu, me mates, eu hei de sofrer mais um pouco.
Pois, quando o Sol nos sorri no horizonte, eu sei que a saudade vai recair sobre o meu eu, de novo..." - EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador, A Oração do Desesperado
Âncora recolhida, velas ao vento, mãos no leme... Resgatar o meu eu perdido na ilha dos sonhos esquecidos.
Em minha confusão vivo o meu sentimento tentando desabrochar o meu eu;
Minha vida é uma lembrança de uma cena de um filme ou uma novela tentando adivinhar o meu futuro por qual quer razão;
Respiro o meu próprio filme procurando acertar os meus pecados que nem sempre foram meus;
Eu me basto na minha incompletude; na minha essência interrompida; na minha eterna busca pelo meu eu.
