Meu Eterno Amor minha Filha
Uma coisa eu tenho certeza. Tenho minha consciência limpa, pois a minha influência nas tomadas de decisões vem de Deus. Está é a única aprovação de que preciso!
Toda vez que depositei minha confiança em homens me decepcionei, mas quando minha confiança estava em Deus os céus se abriram sobre mim.
sim, sou imperfeito. Mas quando o processo de Deus termina em minha vida nao estarei mais aqui, estarei com ele na glória.
Minha Inspiração...
Tudo que mais sonhei encontrei em você
Mudou minha vida de uma maneira que com palavras não sei explicar
E me fez enxergar como é linda a vida
E nos mais simples detalhes me mostrou um caminho que não quero mais voltar
E vivo esses detalhes como se fosse os meus últimos
A beleza de um nascer do Sol há cada manhã
De um pôr do Sol no fim de mais um dia
A imagem perfeita de uma noite de luar
E um céu estrelado
Que faço questão de compartilhar com você
Mais tudo isso se torna perfeito e inesquecível quando você esta ao meu lado
E ao seu lado pra sempre quero estar
" Você sabe que é minha prioridade, mas não sou a sua, e se um dia as coisas se inverterem como será? Mas isso nunca irá acontecer pois você "Sempre" será minha prioridade ..."
São princípios pra minha vida...
Não caminhar na mentira e não ser luz de quem prefere andar nas Trevas...
A última perda me brutalizou. Parte da minha humanidade foi roubada. Sempre fui tão profundamente sentimental que me desafazia por nada. mas agora o fluxo segue seu caminho. É claro que eu me importo com os mais próximos, mas acho difícil demonstrar. Há uma parede na frente, eu sempre quis ser tão forte de modo que nada seria capaz de me abalar, o problema é que eu não consigo.
Acho que minha primeira indignação feminista foi quando a professora do 4° ano explicou que poderia ter 99 mulheres, mas se tivesse 1 homem, o pronome seria "eles".
“És minha mãe
E suplico-te...
Hajam tão vastos amores
Ora cintilantes
Ora poentes
Mas sem cessar
Acolha-me!
Porque já não há
Na pequenez do mundo
Amor tão grande
Quanto o meu!”
"Balofo" ouvi no pretérito, "Fláscido" ouço no presente (...) Eis minha saga poética, desvendar a genialidade nos adjetivos futuros.
"Destrua minha vida, não fale mais comigo e morra sozinho!" - assim dizia a carta à Vincent naquela noite estrelada.
Inexperiência
A única coisa que posso transmitir
ao mundo é minha inexperiência.
Ela chega primeiro que as palavras,
como pássaro que canta antes de chocar,
ou fruto que cai sem saber o que é.
A inexperiência não carrega saberes,
nem respostas.
Tem o mesmo olhar curioso
de tartaruga desovada,
que ainda não sabe que o que vê é um litoral.
E eu me perco nela,
nessa pureza que não se apura,
nessa simplicidade,
mais sábia que qualquer pensamento.
Meu encantamento por descobertas
só acontece pelo privilégio
de não saber tudo.
A única coisa que posso transmitir
ao mundo é minha inexperiência.
E talvez seja
tudo o que ele precise.
Um passarinho na janela
Era uma manhã como tantas outras, quando minha atenção foi capturada por um pequeno pássaro que, com graça e leveza, pousou na janela de minha casa. O passarinho, em sua serena vivacidade, parecia trazer consigo um mundo de reflexões.
Suas asas delicadas tocavam o vidro com a leveza de quem afaga o próprio destino, e seus olhos, dois pontos brilhantes, refletiam a quietude de um espírito livre, como quem tem um céu inteiro dentro de si. A presença daquele pássaro revelou-se como um oráculo silencioso, sugerindo-me que a vida, em sua essência, é uma eterna contemplação do invisível.
Enquanto o passarinho perscrutava o horizonte, pensei nas vezes em que nós, humanos, presos em nossas angústias, deixamos de perceber as belezas simples que nos cercam. Ignorância é acharmos que pássaros, só porque têm asas, não caem ou que nunca descansam nos tapetes de Deus durante o seu percurso. Essa liberdade não tem nada a ver com invencibilidade.
O pássaro, em sua graciosa indiferença, ensinava-me a arte da quietude, a contemplação do instante presente, a sabedoria de viver sem pressa.
E assim, naquele encontro fortuito, compreendi que a janela não era apenas uma barreira física, mas uma metáfora da alma, uma passagem para a introspecção e para o entendimento do nosso lugar no mundo. O passarinho, ao pousar na janela, não apenas a tocava, mas convidava-me a abrir as portas do meu próprio coração para as sutilezas da vida.
Abri mão das receitas
para não abrir mão mim. Quando
percebi minha vida passando
sem me mostrar quem sou,
Disse:
- Basta!
Hoje só fico onde exista amor.
Podem até sujeitar meu corpo.
Mas na minh’alma
nunca ninguém mandou.
Fiz pacto poético,
chega dos ofícios de horror!
Quando vi minha vida passando
sem reconhecer quem realmente sou,
Disse:
- Basta!
Hoje eu só fico onde exista amor.”
Percorrer pela subjetividade me permite arranhar a objetividade necessária para manter a minha mente sadia. A poesia é meu passaporte do já para o ainda não. Com ela caminho, descubro, estaciono e parto. Não me engano entre os mundos. A objetividade sempre prevalecerá.
