Meu Eterno Amor minha Filha
Minha alma,
Sonhou... Chorou...
Idealizou... Amou...
Sofreu... Perdeu...
Pensou... Sorriu...
Ganhou...
Viveu e eternizou
momentos à minha maneira.
Está noite vou sair sem destino sem direção. Esta noite vou vagar por aí , a lua será minha testemunha vou parar em cada esquina e a todos por você vou perguntar, no silêncio da noite, eu me pego pensando em você. Você que ainda não conheço, mas que já paira em mais pensamentos. Alguns me disseram que você quando aparece ilumina os olhares outros que você quando chega coloca no rosto largos sorrisos. Perguntei se sabiam me dizer seu nome me disseram ela chama-se felicidade foi quando ouvi uma canção desconhecida. Mais tive a impressão de tê-la ouvido em um domingo qualquer de outra vida . Boa noite.
Desculpa minha cara de quem se perdeu pensando nessa loucura que a vida se tornou.
Perdi o sono pensando nas vidas ocultadas e no brilho apagado dos olhos de tanta gente.
Desculpa, mas sinto o gosto amargo da dor escondida no sólido coração de quem não pode gritar: não!
Desculpa minha cara, mas tenho ânsia de viver de sonhos!
Dou comigo pensando que cada dia, é o tempo certo, para fazer aquilo que justifica a minha existência.
#MINHA #RUA
Moro em uma rua esquecida...
Abandonada, a mais escura...
Cachorros cagam nela...
Há 1/2 século vejo pela minha janela...
Em minha esquina ...
Começam as serestas...
Mas logo sai de minha rua...
Só deixando a solidão nela...
Tem uma calçada de estrelas...
Muita calma nessa hora...
Apenas uma homenagem...
Aos grandes menestréis das serenatas...
Lindos sonhos sonhei...
De ver muita alegria...
Sempre contando os dias...
De tudo que existe...
Que tristeza...
Pura quimera...
Rua tão triste...
Horas mortas...
Do amanhecer ao anoitecer...
Que me faz sofrer...
Última a ser enfeitada...
Em festas, pouco iluminada...
Até o padroeiro Santo Antônio...
Hoje não passou por ela...
Acesso para a cidade...
De casarões coloniais...
Resistência de antigos moradores...
Poucos, quasem não se encontram mais...
O comércio é escasso...
Poucas lojas de fato...
Uma igrejinha presbiteriana...
Pouco aberta na semana...
É a rua que mais árvores tem...
Entre duas praças...
A da matriz que um dia teve um lago...
E a da feirinha com artesanatos...
Rua do hospital...
De farmácias...
Se passar mal...
Ali você se acha...
Tem pousadas...
Uma delas é rosa...
Namoradeiras sonhadoras...
Sempre alguém querendo prosa...
Linda cidade de Conservatória...
Quando no céu a lua aparece...
Um violão solitário chora...
Eis que é a hora...
Das pedras contar suas histórias...
Nessa rua eu cresci...
Nessa rua eu brinquei...
Nessa rua eu vivo...
E se Deus me permitir...
Daqui partirei...
Mas agora eu só queria mais ver...
Mais alegria e muitas flores...
A florescer...
Durante o dia pouca gente...
Na madrugada só gambá...
De viralatas muita bosta...
Cuidado quando andar...
Sandro Paschoal Nogueira
Sinto minha força se esvaindo por terra. Acomodo-me a parede para então reanimar-me! Peço baixinho em meu coração a Deus força para continuar a caminhar. Me deparo radiante e me alegro que fui atendida, quando estou fazendo o que não conseguia fazer antes de orar.
Sr. Tempo:
Onde ficou a minha felicidade?
Ficou lá para trás,
brincando de esconde-esconde na sombra de uma árvore.
Onde ficou os sonhos?
Ficou lá para trás,
fazendo às pazes com
a realidade.
Onde ficou o amor?
Ficou lá para trás e
a essa hora já dobrou a esquina.
E agora, o que posso fazer?
Faça as pazes com você,
e siga a rua estreita da vida,
pare naquela que for mais florida.
Onde há flor;
Há sonhos;
Há amor e também há recomeços.
Poema de autoria #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 13/10/2019 às 13:40 horas
Manter créditos ao autor original #Andrea_Domingues
Partida
E o trem partiu,
então eu vi o seu rosto pela última vez,
por toda minha vida tenho guardado esse momento.
ODISSEIA (soneto)
Minha saudade de querer-te, ideia
Meus dias poetam versos em te ter
Pois vives no meu viver sem tu crer
Numa saudade de vida em odisseia
Não é só uma razão no meu querer
És o enamorar em noite de lua cheia
Mistérios pra que minh'alma te reteia
E contos de amor escritos pra eu ler
Já tantas vezes lidos, no céu, na areia
Relidos nos sonhos do meu entardecer
É tão presente numa clássica epopeia
És o meu amor, a aurora no amanhecer
Quem no meu palco encenou a estreia
Enlouquecendo por inteiro o meu ser
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
16/06/2016, 17'26"
Cerrado goiano
Não era que eu desse valor à minha existência; era mais uma questão de ter um desejo insaciável de me forçar a abraçar tudo o que ela pudesse oferecer.
Então segui,
com um frescor de vida que exalava nos ventos da minha saudade.
Segui com a felicidade que resgatei das lembranças.
Segui com a alma florida de esperanças.
Ensaiei um sorriso, e ele veio lindo!
Abraço o vento que me sopra o aconchego de Deus.
Sigo porque meu coração é fruto dos meus desejos, baú dos meus sonhos.
Sigo pois a fé me cura, meus pés se cansam mais a vontade de chegar é mais forte.
A minha alma é cheia de marcas, cicatrizes...
Porém o amor insiste em bordar sorrisos em mim! Agradeço a Deus então sigo ...❤
-----Lanna Borges.
