Meu Eterno Amor minha Filha

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Eu gosto de textos que começam com a palavra 'eu'. Tenho que tomar cuidado com a minha tendência a me incluir em todos os assuntos, minha mania de querer saber de tudo, estar em todos os lugares.

Não esqueço de quem me estende a mão. Minha memória não é curta. Apesar de eu esquecer nomes, jamais deixo passar batido o que fazem por mim. Porque aprendi que ajudar o outro é bonito. Mas ser grato é mais bonito ainda.

Jamais pense que você saiu da minha vida porque decidiu. Desculpa, mas eu só desisto das coisas que não me interessam mais.

A marca desta lágrima testemunha que o amei perdidamente
Em suas mãos depositei a minha vida, e me entreguei completamente.
Assinei com minhas lágrimas cada verso que lhe dei
Como se fossem confetes de um carnaval que não brinquei.
Mas a cabeça apaixonada delirou
Foi farsante, vigarista, mascarada
Foi amante, entregando-lhe outra amada
Foi covarde que, amando, nunca amou!

Pedro Bandeira
BANDEIRA, P., A Marca de uma Lágrima, Moderna, 1985

Várias vezes já senti minha alma quase explodir de tanta alegria, e todas foram depois que te conheci.

Querido amigo a minha alegria no dia de hoje é
poder fazer parte de sua lista de amigos e carinhosamente
lhe desejar muitos anos de vida,paz,amor,saúde,juízo nunca é demais,família , Deus sempre pertinho,
amigos e aquela mesa de doces com aquele bolo que você tanto gosta.
Parabéns.

Minha mente esquece de me lembrar que você é uma má ideia.

Taylor Swift

Nota: Trecho da música Sparks Fly.

Maninha, parabéns!
Você foi o melhor presente que Deus me deu.
Obrigado por tudo, por ser minha amiga mesmo naqueles momentos que ninguém acreditou em mim.

Que Deus te dê muita felicidade para que você continue sendo essa pessoa que todos amamos. Que você sempre tenha amigos que zelem por você e muitos, mais muitos boys.

Te amo!
Feliz aniversário!

Sabe essa menina aí? Alguns meses atrás ela era minha melhor amiga. Alguns meses atrás havia confiança, havia piadas, havia amizade. Sabe essa menina aí? Ela me conhece muito bem, me conhece melhor do que ninguém. Conhece meus medos, meus segredos, conhece meus problemas, os motivos pelo qual fico feliz. Mas, sabe, se ela não souber isso, eu me enganei, eu errei, de novo. Mas eu sei quem ela é e, mesmo não falando com ela, eu sei o que ela passa, conheço a insegurança dela, conheço as feridas que existem no seu coração, sei o peso que tem uma lágrima dela, sei das coisas dela, mesmo ela não me contando. Sei quando eu falo com ela e, por uma letra, uma palavra, eu sei que ela não está bem, mas fico com medo de perguntar o porquê, ela não falar e eu me sentir exatamente como eu me sentia e não queria sentir. Sei que essa menina já fez planos para o seu futuro, mas sei também que, em um momento na sua vida, ela pensou em abrir mão de tudo. Ela não sabia que ela não tinha culpa por não saber, ou simplesmente tinha. Sei também que ela reencontrou uma menina, uma menina que ela já conhecia, sei que a menina fez coisas que ela não queria que a menina tivesse feito, mas a menina fez, coisas que eu jamais faria. Mas essa menina, essa menina tinha algo que eu não tinha, algo que eu nunca ia ter, algo que eu nunca iria poder ser, nem se eu morrer e em outras vidas eu nascer. Mas sabe essa menina aí? Essa menina se foi, mesmo estando aqui, ela se foi e eu simplesmente deixei ela ir. Ela usava palavras com essa menina que usava comigo, achava que eu não via, ou não percebia, chamou essa menina de coisas que me chamou e depois ela olhou pra mim e perguntou: "Por que você se afastou?" Eu nunca sabia responder, eu me machuquei tanto com isso, eu sentia tanto aquilo, que as lágrimas não aliviavam nada, e olha que foram litros de lágrimas, eu sonhava com ela noites seguidas, mas nunca contava para ela, nunca tive a coragem de falar para ela o que eu sentia ou simplesmente falar um adeus e que a minha vida eu seguiria. Eu esperava dias e noites por uma mensagem, um telefonema ou um grito no portão chamando meu nome, e eu toda envergonhada, mal-arrumada, descabelada, saindo para atendê-la. Mas não, ficou na imaginação. Nada aconteceu. Aquilo foi passando, e eu deixei passar. Eu deixei ela ir. Não vou dizer que esqueci os planos, que eu esqueci as faculdades que não haverão mais, do ensino médio que não se concluirá junto, dos filhos que não serão afilhados, não esqueci do sonho, do plano calculado, não esqueci do que ela era, do que éramos juntas, não esqueci das coisas que teriam de ser feitas, escolhas por causa daquela velha amizade. Teve um dia que eu a vi sofrer de novo, tive vontade de comprar chocolates, de levar em sua residência, colocar a cabeça dela em meu colo, enxugar suas lágrimas e falar que tudo iria ficar bem. Mas aquele não era meu papel. Não mais. É que eu mudei, é que ela mudou, é que ela jurou que nunca iria me deixar e deixou. Ela já não era a mesma, e pela primeira vez eu sentia como se fosse o fim de tudo aquilo. Mas sabe essa menina? Eu poderia falar que eu sinto ódio por tudo isso. Mas não! Hoje, eu agradeço a ela, pelas lágrimas que ela enxugou, pelos conselhos, pelas brigas e pelas desculpas, agradeço a ela por se importar com a minha vida, agradeço a ela por fazer parte da minha vida. A mais simples lembrança do que um dia a nossa amizade foi.

Quando eu morrer
você vai sentir minha falta...
além de remorso e culpa.
Vai se arrepender por ter me magoado,
não ter se desculpado...

não vai adiantar.

Aproveite enquanto há tempo
pra reparar seus erros...

Não vá se lamentar.

De acordo com minha experiência, as pessoas são muito mais compreensivas se conseguem ver sua doença, e pela milionésima vez na vida eu desejei ter sarampo ou varíola ou alguma outra coisa facilmente verificável só para ficar mais fácil pra mim e pra todo mundo.

Minha mãe sempre me diz para sorrir e fazer uma cara alegre. Ela disse que eu tinha uma finalidade. Trazer risos e alegria ao mundo.

De que vale tudo isso? Quanto vale a minha vida? Já conheço os passos dessa estrada e sei que não vai dar em nada. Rigel está de novo em prantos. E ele tem todo o direito de chorar. Ele tem todo o direito do mundo de bater com a cabeça na parede. Quanta dor um homem suporta? Quanto um coração aguenta de sofrimento? Dá para morrer de amor? (...)
Você sabe o que é perder? Sabe. Não há quem não saiba o que é perder. Depositar tanto sonho em algo. Sonhar é tão trabalhoso. Imaginar um mundo de felicidades sem fim. Lotado de paixão e sensualidade. Passear com seu grande amor. O amor de sua vida para sempre. E esse amor vai ser para sempre lindo e charmoso. Irá dizer coisas espirituosas para você no balcão de um bar cool. E quando chover de repente, e você pensar em correr, o amor de sua vida – que é lindo, culto, corajoso – dirá que quem corre da chuva é rato e que nós somos homens, somos fortes e invencíveis. O amor entupindo as veias de fé e imortalidade. Nós já nos conhecemos desde outra encarnação e vamos nos amar para toda a vida celestial e eterna. Uma eternidade sem fim. Não, não há morte. Ficaremos para sempre juntos. (...) E não há paisagem que seja mais linda do que o rosto do seu amor. Não há pôr-do-sol que valha desviar seu olhar do dela. Eu te amo. Eu também te amo. Eu te amo mais. Impossível. Eu te amo o mundo. Eu te amo o universo. Te amo tudo aquilo que não conhecemos. E eu te amo antes que tudo o que nós não conhecemos existisse. Eu te amo. Eu te amo. Eu te amo mais do que a mim.
Já conheço os passos dessa estrada... E, mesmo assim, estarei sempre pronto para esquecer aqueles que me levaram a um abismo. E mais uma vez amarei. E mais uma vez direi que nunca amei tanto em toda a minha vida. Direi. "Vou colecionar mais um soneto, outro retrato em branco e preto a maltratar meu coração".
Rigel chora. É um marmanjo chorando sozinho, sem conseguir tomar banho. Não! Preciso reagir. O que eu tenho, afinal? Saudades. Eu tenho saudades.

O destino nada me perguntou em tirar você na minha vida, mas caso você encontre com ele, agradeça-o em meu nome…

Na própria pele

Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. É me sentir confortável, mesmo convivendo com tantas perguntas que o tempo não respondeu e com a ausência de qualquer garantia de que ele ainda responda. É me sentir confortável, mesmo entendendo que as respostas que tenho mudarão, como tantas já mudaram, e que também mudarei, como eu tanto já mudei.

Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. É me sentir confortável, mesmo sentindo que cada vez mais eu sei cada vez menos, e não saber, ao contrário do que já acreditei, pode nos fazer vislumbrar uma liberdade incrível, às vezes. Tem saber que é nítida sabedoria, que fortalece, que faz clarear, mas tem saber que é apenas controle disfarçado, artifício do medo, armadilha da dona autosabotagem.

Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. É me sentir confortável, mesmo percebendo que a minha vida não tem lá tanta semelhança com o enredo que eu imaginei para ela na maior parte da jornada e que nem por isso é menos preciosa. É me sentir confortável, cabendo sem esforço e com a fluidez que eu souber, na única história que me é disponível, que é feita de capítulos inéditos, e que não está concluída: esta que me foi ofertada e que, da forma que sei e não sei, eu vivo.

Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. É me sentir confortável, mesmo acessando, vez ou outra, lugares da memória que eu adoraria inacessíveis, tristezas que não cicatrizaram, padrões que eu ainda não soube transformar, embora continue me empenhando para conseguir. É me sentir confortável, mesmo sentindo uma saudade imensa de uma pátria, aparentemente utópica, onde os seus cidadãos tenham ternura, respeito e bondade, suficientes, para ajudar uns aos outros na tecelagem da paz e no desenho do caminho.

Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. Estarmos na nossa própria pele não é fácil e essa percepção é capaz de nos humanizar o bastante para nos aproximarmos com o coração do entendimento do quanto também não seria fácil estarmos na pele de nenhum outro. Por maiores que sejam as diferenças, as singularidades de enredo, as particularidades de cenário, não nos enganemos: toda gente é bem parecida com toda gente. Toda gente é promessa de florescimento, anseia por amor, costuma ter um medo absurdo e se atrapalhar à beça nessa vida sem ensaio.

Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. É me sentir confortável o suficiente para cada vez mais encarar os desconfortos todos fugindo cada vez menos, sabendo que algumas coisas simplesmente são como são, e que eu não tenho nenhuma espécie de controle com relação ao que acontecerá comigo no tempo do parágrafo seguinte, da frase seguinte, da palavra seguinte. É me sentir confortável o suficiente para caminhar pela vida com um olhar que não envelhece, por mais que eu envelheça, e um coração corajoso, carregado de brotos de amor.

Você deve ser uma feiticeira porque você acabou
De fazer o impossível
Ganhou minha confiança...

Não foi mágica, apenas uma mudança consciente de foco. Troquei de canal para levar minha vida pra passear um pouco. Para soprar algumas nuvens. Para respirar melhor. Ao permitir que o pensamento se dissipasse, abri espaço para mudar meu sentimento. O problema continuava no mesmo lugar; eu, não. Nós nos encontraríamos outras tantas vezes até que eu pudesse solucioná-lo, mas eu não precisava ficar morando com ele enquanto isso.

Agradeço a Deus as pessoas que passaram em minha vida, até aquelas que me fizeram sofrer ou de alguma forma me machucaram. Pois, daí aprendi e agora sei o que não quero pra mim.

Eu e a minha mania de achar que todos os outros fariam por mim aquilo que eu faria por eles.

Suas palavras, mesmo em alto e bom português, parecem não mais falar minha língua.