Meu Eterno Amor minha Filha
Bom dia, bom dia, um bom dia com Deus, um bom dia contigo, bom dia minha amiga , bom dia meu amigo, bom dia minha vida, bom dia meu jardim, bom dia minhas flores, bom dia minha querida bom dia meus amores.
Beija-flor branco mirim, que beija as flores do meu jardim, só não beija a minha amada, ela é beijada só por mim, não tira néctar dela, ele é todo para mim.
Que o meu coração seja cheio de bondade, e minha vida felicidade, que minha presença espante a maldade e minha ausência provoque a saudade, que meu olhar inspire os amores e minhas mãos te ofereçam flores.
Bom dia, minha querida irmã. Bom dia, meu querido irmão. O sol por aqui chegou reluzente, que a luz de Deus esteja presente em cada mente e em cada coração!
Me decepcionou e sorriu da minha dor, mas dei o meu perdão, não deixei o ódio me invadir o coração: venci a maldade, recuperando a lealdade e eterna gratidão, roubada numa desatenção de um belo coração. só o amor dá a vida, que ensina que toda maldade é assassina.
A carta que te escrevi, tomado de emoção, molhada no pranto meu, foi ordem do meu coração, que minha mão obedeceu. Desde que você foi embora, choro eu e minha viola, em meu rosto pranto rola, desde que você foi embora.
Quando passei na sua casa, e te beijei no portão, você ficou na minha mente e eternamente no meu coração.
Iracema lábios de mel, meu coração, minha paixão, meu troféu , minha loucura, meu coquetel de doçura.
Iracema minha doce loucura, meu poema de doçura, meu carinho de ilusão, que atravessou o meu caminho na contramão e atropelou o meu coração.
Para a minha princesa lindinha, corpo de mulher, rosto de menininha; o meu amado carinho, obrigado por ter cruzado o meu caminho.
Eu
Eu sou o meu erro, também sou o meu acerto
Eu sou a minha raiva, também sou a minha paz
Eu sou o meu deus, também sou o meu diabo
Eu sou o meu amor, também sou a minha antipatia.
Eu era eu, eu sou eu, e sempre será eu
Eu sou a minha luz, também sou a minha escuridão
Eu sou a minha esperança, também sou a minha desesperança
Eu sou a minha vida, também sou a minha morte.
Eu sou a minha culpa, também sou a minha desculpa
Eu sou o meu ânimo, também sou o meu desânimo
É eu contra eu, e eu por mim
Sempre será eu por eu, e eu contra eu
Eu sou o meu melhor amigo, e também sou o meu pior inimigo.
Eu sou meu herói e também sou meu vilão
Eu sou o meu céu e também sou o meu inferno.
Talvez o seu lado Diaba equilibre o meu lado Diabo. E com a minha outra parte eu tente equilibrar o seu lado Deusa.
A minha mãe disse me que "Meu filho cresça e vai percebendo que a pobreza precisa-se duma batalha para superá-la " Entretanto percebo muito bem que nada terei sentado, mas na batalha conquisto o meu meu caminho que levará me ao sucesso.
Minhas cicatrizes são responsáveis em contar a minha história, porque o meu olhar só define como me sinto agora.
As estações sopradas uma a uma arrastadas como folhas secas
Laminas fere minha mente...dor que meus amigos mais íntimos duvidou
Dividia meu prazer doava meu tempo na frenesia descorolada delírios compelidos para esperar o seu momento mesmo assim você se foi hó lua clara agora tão rara
Queria saber por que sua amor e tão caro, por que o meu é seu não precisa trazer nada para ajuntar vamos começa contruí nos dois um só amor?
A noite embalsamada ferida sobre os reflexos das sombras da lua basa
Madrugada golpeá minha mente feridas-solidão
Não existe palavras que possa trazer de volta?por que não podemos apenas fica aqui juntos?sem planos
No leito estranho deixo minhas forças vejo você mas a luz me mostra a ilusão que criei devorando-me
Percebo meu tempo escorrendo diluído no pó
O relógio literalmente é minha janela posso vê a luz negra me chamar... mas me escondo na luz artificial
Sem querê te deixei ir
Alimentava do seu amor como uma esponja suga a água e rejeita as bolhas
Mas a areia que eu construía nossos sonhos nevou em brasas e as cinzas são meus dias agora
Vendi-me pelo prazer sobre a luz fraca minhas mãos tateavam mas não te encontrava nas quelas frases frias
O amor em outra voz me devorava molhado na seiva doida exaustão adormecia em silencio
Os cuidados de alguém disposto me ouvir mas a tangente agora era minha, o som na velocidade dos ecos do meus próprios passos me arrependia
Compelido a retornar me se os seus olhos ainda forem ausentes
