Meu Eterno Amor minha Filha

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⁠as vezes,quando é difícil explicar, só precisamos viver...
e ao seu lado vivo...
meu conto de fadas!

Como eu posso dizer ao meu coração que você partiu? Não posso acreditar que você se foi. Sinto-me triste, sinto-me só. Todos me dizem que eu preciso ficar forte, que eu preciso lhe libertar para que você encontre a paz.

"Quando meu dia
fica muito apertado
tiro o sapato
descalço
meus pensamentos
correm mais
livremente."

Este meu ser insignificante mas pleno de significado teve no aluno mais errante o que de melhor há no aprendizado: o amor.

Adivinha
Porque estou aqui,
E porque meu sorriso é verdadeiro!
Adivinha
Porque atropelo as palavras
Quando falo com você!
Adivinha
Porque tropeço ao caminhar com você me olhando,
O porquê fico o tempo todo olhando em sua direção.
Adivinha
Porque você só me pega escrevendo
O seu nome em meu caderno!
Adivinha
O porque sempre quando eu te vejo
Digo que sonhei com você!
Adivinha
Porque adoro falar com você
E tocar em sua mão!
Adivinha
Porque adoro ficar ao seu lado
E falar bem baixinho no seu ouvido!
Adivinha
Porque agora penso em você!
Adivinha
Por quem eu estou loucamente apaixonada...
Eu estou simplesmente apaixonada
Por Você!!!

Me traga borboletas ao estômago,
pinte meu riso de anil,
afaste as minhas cortinas.
Me ache,
me pegue,
me leve,
me ame.

Meu aniversário!
Espero os amigos
Para me cumprimentar
Desejos de felicidade
E juntos comemorar.
Mas ninguém aparece
Ninguém se lembra
Nenhum parabéns
Nem um simples cartão
Dia tão perto
E tão distante
Do que desejamos
Meu alegre sorriso
Agora está fechado.
Os olhos carregados de lágrimas
Não bulham mais
Meu aniversário
Triste Feliz Aniversário

O Bandolim

Cantas, soluças, bandolim do Fado
E de Saudade o peito meu transbordas;
Choras, e eu julgo que nas tuas cordas,
Choram todas as cordas do Passado!

Guardas a alma talvez d’um desgraçado,
Um dia morto da Ilusão às bordas,
Tanto que cantas, e ilusões acordas,
Tanto que gemes, bandolim do Fado.

Quando alta noite, a lua é fria e calma,
Teu canto, vindo de profundas fráguas,
É como as nênias do Coveiro d’alma!

Tudo eterizas num coral de endeixas…
E vais aos poucos soluçando mágoas,
E vais aos poucos soluçando queixas!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

Não vou mudar meu jeito só para poder agradar a quem se diz meu amigo. Afinal amigos de verdade não se vão.

Saudades dos momentos que vivi com meus amigos, ficam guardados pra sempre aqui no meu coração.

Estas lágrimas que correm por meu rosto agora,é uma mistura de tantos sentimentos que mais parece uma chuva ácida, que queima meu rosto e me obriga a usar está máscara para cobrir minhas feridas.

Usarei seu desprezo como degraus para subir ainda mais rumo ao meu sucesso.

O fato é que o meu herói virou vilão. Os meus guerreiros cordeiros. Achei que podia contar com a honestidade alheia.

SAUDADE
Saudade! o teu olhar longo e macio
Derramando doçura em meu olhar...
Um bocado de sol sentindo frio,
Uma estrela vestida de luar...

Saudade! pobre beijo fugidio
Que tanto quis e não cheguei a dar...
A mansidão inédita de um rio
Na volúpia satânica do mar...

Saudade! o nosso amor... o teu afago...
O meu carinho... o teu olhar tão lindo...
Um pedaço de céu dentro de um lago...

Saudade! um lenço branco me acenando...
Uma vontade de chorar sorrindo,
Uma vontade de sorrir chorando...

Bom Dia,meu amado Deus lhes agradeço,por abrir meus olhos,mais uma vez e estar viva,contemplando,vivendo esse amanhecer maravilhoso,Obrigado!

“A constituição inteira de meu espírito é de hesitação e de dúvida. Nada é ou pode ser positivo para mim; todas as coisas oscilam em torno de mim, e, com elas, uma incerteza para comigo mesmo. Tudo para mim é incoerência e mudança. Tudo é mistério e tudo está cheio de significado. Todas as coisas são desconhecidas, simbólicas do desconhecido. Em consequência, o horror, o mistério, o medo por demais inteligente.”

Silêncio
No fadário que é meu, neste penar,
Noite alta, noite escura, noite morta,
Sou o vento que geme e quer entrar,
Sou o vento que vai bater-te à porta...

Vivo longe de ti, mas que me importa?
Se já não vivo em mim! Ando a vaguear
Em roda à tua casa, a procurar
Beber-te a voz, apaixonada, absorta!

Estou junto de ti, e não me vês...
Quantas vezes no livro que tu lês
Meu olhar se pousou e se perdeu!

Trago-te como um filho nos meus braços!
E na tua casa... Escuta!... Uns leves passos..
Silêncio, meu Amor!... Abre!... Sou eu!...

Eu nunca fui de demonstrar meus sentimentos. Isso nunca foi meu forte, relacionamentos. Sempre fui confusa e desastrada nesse requisito. Se um dia eu tivesse uma prova sobre o assunto, eu seria reprovada sem antes começar. Quando, envolve sentimentos, eu fico mais boba do que eu sou. Não sei falar, agir, demonstrar; mas não significa que eu não sinta. Pode apostar, eu sinto. Tudo. O pior é que quando há sentimentos evolvidos, eu viro uma bagunça gigantesca. Um verdadeiro furacão surge em mim, porque tudo transborda e eu não consigo evitar. Eu sempre vou sentir, mas nunca vou saber como te explicar isso.

Meu mal é não ter medo de pensar.

Um besouro se agita no sangue do poente.
Estou irresponsável de meu rumo.
Me parece que a hora está mais cega.
Um fim de mar colore os horizontes.
Cheiroso som de asas vem do sul.
Eis varado de abril um martim-pescador!
(Sou pessoa aprovada para nadas?)
Quero apalpar meu ego até gozar em mim.
Ó açucenas arregaçadas.
Estou só e socó.

Manoel de Barros
BARROS, M. Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2011.