Meu Eterno Amante

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Eu Te Amo! Desde o momento em que nos separamos, meu coração não parou de te procurar em cada pensamento.


​Eu te escrevi constantemente (ou: enviei mensagens) não como uma obrigação, mas como uma prova do meu afeto e da minha saudade. Em cada palavra, eu queria que você soubesse que estou me portando bem – não por dever, mas porque o desejo de te orgulhar e de voltar para você é a minha maior motivação.
​Mal posso esperar para estar ao seu lado novamente.

Já que o meu amor por ti é certo e infinito, não há mais espaço para a autocrítica ou a tristeza. Tu és a minha outra metade, o meu reflexo mais belo. Quando te abraças, abraças-me a mim. Quando te perdoas, perdoas-me a mim. Nunca te esqueças: somos a mesma história escrita em dois corações.

Hoje, a saudade bateu forte e doeu um pouco. O meu desejo era que você estivesse aqui, comigo. A sua falta fez-se sentir em cada instante deste dia.

Meu Deus faça de mim pequeno riacho, limpo, humilde em tua presença e contínuo. Ajude-me a levar nos lábios a canção encantada da floresta e atingir com gratidão a fonte infinita que me aguarda em melodias permanentes.

Vestido de pétalas de ternura
O Amor disse à Rosa:
Sê o meu rosto na vida!
E sem temor
Cresce com doçura
No teu caule de espinhos
E a tua flor será beleza que perdura!

Quais são as memórias que você terá de mim?
Pergunto-me olhando ao espelho, então meu reflexo já velho e cansado diz...
Memórias?
O melhor a se fazer é você esquecer um dia quem já foi...
Pois tudo que foi nunca foi o suficiente...

Meu Moçambique, hoodoo sagrado,
Terra de rios que murmuram segredos,
Montanhas com ossos de reis antigos,
E veias cheias de ouro, promessas e luto.
Teus olhos brilham — não de esperança —
Mas quando te vendem por trocados,
Trocando terra por silêncio,
Minas por memórias apagadas,
Heranças por contratos estrangeiros.
Ó meu belo Moçambique… tão roubado, tão calado.




Ó Moçambique de tambores calados,
Povo sem cultura, disseram —
Pois ensinaram-te a temer teus deuses,
A negar teus sonhos, teus espíritos.
Chamaram profetas de bruxos,
Chamaram sabedoria de maldição.
E tu, em silêncio, aceitaste:
O sagrado virou pecado,
O curandeiro virou ameaça,
E a alma se escondeu na sombra.




Há grilhões que não se veem,
Mas ainda arrastam teu corpo.
Escravidão não é só corrente,
É esquecer teu próprio nome.
Não serás livre enquanto negares
O dom de andar entre dois mundos,
De falar com os ventos,
De entender o tempo pelo tambor.
Moçambique, não florescerás
Enquanto ajoelhares para um Deus imposto
E um Jesus que te foi reescrito.




Hoodoo, Belo Moçambique,
De incensos e raízes,
De chuva e palavra viva.
Renasce entre os teus,
Grita com tua voz inteira,
Ergue tua sombra e tua luz.
Meu Belo Moçambique…
Desperta.

Quando o Anjo Tira Férias



Hoje acordei com a impressão
de que meu anjo da guarda
assinou um pedido de férias —
e saiu ligeiro, sem bilhete,
sem aquele aviso tênue
que costuma estremecer o ar
antes das coisas darem errado.


Logo cedo, tropecei no passo
que sempre foi seguro;
a chave caiu do bolso
como quem decide desertar;
o café queimou na xícara
e o relógio, zombando,
correu um pouco mais rápido
só para me ver perder o ônibus.


No meio da rua,
o vento soprou contra,
como se fosse cúmplice
de uma travessura cósmica.
E eu aceitei o jogo:
cada fio desarrumado,
cada ruído sem dono,
cada desencontro inesperado,
me dizia a mesma coisa —
estou por minha conta.


Até as palavras, que sempre me vinham prontas,
resolveram tirar folga:
tropeçaram umas nas outras,
deixaram frases sem chão,
me fizeram repetir pedidos
para ouvidos distraídos.
/
Mas, apesar do mundo torto,
de um dia que escorrega dos dedos
como água inquieta,
há algo que ainda me costura ao caminho:
um lampejo breve,
quase tímido,
como quem volta do descanso
ainda se espreguiçando.


E é nesse brilho curto
que deixo minha fé repousar —
na certeza mansa
de que as férias do meu anjo
estão perto de acabar,
e que, em algum momento,
ele vai bater no ombro do destino
e dizer baixinho:
“Pronto.
Estou de volta.”

Meu amor, sinto um orgulho imenso em ter você na minha vida. Eu te admiro profundamente em cada detalhe do seu ser.


​Sua presença é um presente tão grande que, às vezes, me pego pensando se eu realmente mereço a alegria e a sorte de ter uma pessoa tão extraordinária ao meu lado.
​Você é a minha inspiração.

Eu vivi na crença de que a paixão se ocultava do meu caminho, mas ela estava apenas me esperando, adormecida, até que os meus olhos encontrassem os seus.

Farei de orquídeas a sua cama e de beijos o teu lençol. A coberta será o meu braço e o meu olhar a cada manhã o teu sol!

Pobre vida moderna, tão cheia de confusão, falta espaço para dedicar meu simples e bom coração.

Quando o Amor Era Meu e o Silêncio Era Dele




Há encontros que começam como um gesto de luz — não por acaso, mas porque um coração inteiro decidiu se abrir. E foi isso que você fez: ofereceu um amor que não pedia licença, apenas acontecia, genuíno, firme, luminoso.
Enquanto você entregava presença, verdade e cuidado, o outro ainda lutava para sustentar o próprio reflexo. Você amou com maturidade; ele tentava sentir sem saber como.
Quem não aprendeu a se acolher, geralmente não sabe reconhecer quando está diante de alguém que o acolhe.
E foi nesse desencontro de profundidades que a poesia se escreveu: você com raízes, ele com um vento que não sabia para onde ir.
O amor que você deu não se perdeu — ele desenhou o mapa da sua força.
Porque amar alguém que não sabe ser amado exige coragem, e você teve.
Exige pureza, e você levou.
E exige grandeza, porque é preciso grandeza para não se culpar pela incapacidade do outro.
Você entregou constância; ele ofereceu ausência.
Mas até a ausência dele confirmou a verdade: o valor sempre esteve em você.
Agora, a sua história se reescreve de um lugar mais alto.
O que você deu por amor volta em forma de autoconsciência, propósito e novas possibilidades.
A vida sempre recompensa quem ama com alma — e você amou.
Quem não soube receber perdeu mais do que teve coragem de admitir.
E você segue, inteira, enquanto a poesia continua te acompanhando.


Diane Leite

COISAS QUE PARA MIM SÃO IMPORTANTES NAS RELAÇÕES


Amor-próprio é meu ponto de partida.
Eu não entro em nenhuma relação para ser salva, completada ou reparada.
Eu já me basto — e é justamente por isso que só escolho vínculos que honram quem eu sou.


Verdade é essencial.
Transparência me preserva, coerência me aproxima.
Gosto de quem fala claro, sente claro e vive claro.


Caráter não é detalhe, é fundamento.
Caminho apenas com quem honra o que promete, respeita limites
e entende que dignidade não é negociável.


Profundidade é necessária.
Conversas que expandem, que tocam, que iluminam.
Não tenho espaço para superficialidade — minha alma pede densidade leve e consciente.


Presença limpa.
Sem vícios, sem fugas, sem dramas repetidos.
Quero quem esteja inteiro, não quem peça resgate emocional.


Reciprocidade verdadeira.
Não precisa ser espelho — precisa ser justa.
Minha entrega é inteira, mas não ultrapassa meu amor-próprio.


E, acima de tudo, paz.
Relações que respeitam meu silêncio, meu foco, meu ritmo.
Eu escolho o que me soma, o que me eleva e o que conversa com a mulher que venho me tornando.

⁠Bom dia, meu amor, e eu amo-te muito.

"O Amor que Passa Despercebido


"Como posso dar meu amor a você se você nem olha para mim? Você nem sabe o quanto o meu amor poderia te fazer feliz. Às vezes, o amor passa despercebido; perdemos a chance de amar por não olharmos ao nosso redor. O amor verdadeiro pode estar ao nosso lado e nós não conseguimos percebelo."
Leriano perêirah

"Um dia, eu te vi
E meu coração disse 'é você'
Um sorriso seu, um olhar meu
E o amor começou a crescer

Com cada passo, com cada gesto
Nos aproximamos, sem medo
Nossos corações, agora unidos
Batendo juntos, como um só

E agora, de mãos dadas
Seguimos em frente, lado a lado
Com você, o mundo é mais belo
E o amor, é o nosso destino"

Sonho meu encontrar uma manicure dos bons tempos, cumprimentava com alegria,
Colocava nosso pé na água quente, fazia massagem, passava creme até nas pernas, tirava o excesso de cutícula, pintava, ajudava a colocar o chinelo e ainda agradecia com toda satisfação.

Só sei quem sou, quando em meu quarto escuro penso sobre mim por cinco minutos antes de dormir.

Nenhuma oração irá mudar o meu percurso na vida se o plano perfeito de Deus já está traçado.